Fiz. Faço. Farei.

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A nossa casa

... é onde nos sentimos bem.
Sozinhos ou acompanhados, a nossa casa é onde estamos bem connosco próprios.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Entretanto na minha vida...

Continuo a trabalhar na mesma farmácia. Desde Novembro de 2015 que a minha vida profissional se tem desenrolado no mesmo sítio. Ainda bem! Adoro os meus colegas, as pessoas e a pessoa que sou ali dentro. Gosto muito do que faço todos os dias, divirto-me e aprendo. Contudo, entre estágios de várias naturezas e começar efectivamente a trabalhar com contrato, ainda não tive férias nenhumas. Foi sempre seguido, estando há já quase dois anos sem interrupções. Sinto-me cansada. Sinto-me a precisar de umas férias, preciso de sair da rotina, de descansar, de recarregar energias e depois o que mais quero é voltar cheia de forças e vontade de continuar. Teoricamente, o patrão só me pode dar férias em Novembro mas vamos ver se em Outubro já me calha a sorte grande. Uma semaninha e eu ficava como nova.

Continuo a viver com o dito-cujo. Estamos no nosso T1 desde Outubro e tirando uma fase menos boa que ultrapassámos há pouco tempo, tem corrido tudo bem. Passado quase um ano a viver nesta casa só comprei uns tapetes bonitos para o quarto na semana passada. Ainda não há TV grande nem cortinado na sala. Ainda não temos as prateleiras todas no armário da cozinha e estamos à espera de umas obras no terraço desde que aqui vivemos. Se calhar nunca vamos ter tudo a jeito mas a vida é mesmo assim, certo? No dia em estiver "tudo pronto" é mau sinal.

A minha mãe está de baixa desde o início do ano. Uns problemas de saúde mal acompanhados por um "médico" atiraram-na para o internamento do hospital durante longas semanas. Agora está tudo bem, dentro dos possíveis. Exames, análises e consultas todos os meses. Vigilância apertada e pronto, um dia de cada vez. Realmente há que viver o presente e o que foi já lá vai. Acredito que está e vai ficar tudo bem, até porque a minha mãe ainda nem 50 anos fez e ainda tem muito para descontar para a Segurança Social e IRS! Eheheh.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Creio que posso estar de volta

Após longos meses de muitos acontecimentos menos bons (para não dizer maus) queria desabafar com vocês (os poucos que por cá continuem) que tenho saudades deste sítio. Tenho saudades de escrever, de partilhar com vocês coisas da minha vida e sobre mim. Tenho saudades de vos ler. E por isso acho que posso estar de volta. Não prometo estar cá todos os dias. Mas pelo menos vou tentar ser mais presente.
Vocês, os que ainda aqui parem, digam-me olá. Só para eu saber se ainda está aí alguém!

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Até para a semana!

O ano passado escrevi isto, em jeito de desabafo por esta época festiva ser tão chata. Prometi que, se tivesse ordenado, iria passar a Páscoa deste ano fora daqui e é isso mesmo que vai acontecer. Eu e o dito-cujo fazemos feriado amanhã [se a farmácia estivesse de serviço eu teria de ir trabalhar] e vamos gozar o fim-de-semana prolongado - não em 'uma qualquer praia desse mundo fora' mas nas praias ali da zona Oeste.
Quem é que tem dicas para me dar? Peniche, Caldas da Rainha, Bombarral, Nazaré, Óbidos... Quem já passou por estes locais e me quer dizer o que não devo mesmo perder, onde devo comer sem me arrepender, o que é de visita obrigatória, tudo o que quiserem? Vá lá, eu agradeço do fundo do coração.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

nós-a-dias

Esta coisa de viver com o namorado é muuuuitaa lindo, é muuuuitaa bom, é tudo. Mas depois temos de passar a ferro...


quarta-feira, 5 de abril de 2017

arre gaita!

Às vezes parece que os santos e padroeiros da cozinha estão todos contra mim. Se calhar foi porque não lhes rezei antes de pôr a quiche ao forno. E quando as coisas são para sair de casa, para comer com outras pessoas em casa de outras pessoas é quando parece que tudo corre pior. Que nervos! Já dei tantas voltas à dita que ou vou ser exageradamente elogiada ou vamos todos parar ao hospital!!!

quinta-feira, 30 de março de 2017

Coisas pelas quais sou doida #5

A M E N D O I N S. E outras miudezas que sirvam de petisco, salgadas de preferência.
Esta coisa de gostar de snacks faz com que, todos os dias à noite, me assole uma vontadinha de roer qualquer coisa. Tenho sempre amendoins salgados em casa. Ou cajus. Ou milho frito. Ou misturas disto tudo. E só não tenho pistáchios porque são caríssimos.
Eu sei que tudo isto é extremamente calórico, que é rico em porcarias, que o sal é usado em abuso... mas isso não faz de mim pior pessoa do que alguém que todos os dias come doces e ainda vai ratar a tablete de chocolate antes de ir para a cama, pois não?

quarta-feira, 29 de março de 2017

histórias de uma estagiária #5


Há coisas que se passam na farmácia que eu, confesso, não percebo:

1. Porque é que as pessoas vão ter connosco supostamente para pedir conselhos [já que o profissional de saúde somos nós] e depois insistem na sua ideia inicial ou querem, à força toda, levar o produto que alguém (?) recomendou ou que viram na TV ou que simplesmente acham ser o melhor para elas? Porque é que diagnosticam cenas a elas próprias ou aos filhos, aos pais, à vizinha do 2º esquerdo e querem comprar o medicamento que elas mesmas "prescrevem"? Porque é que vão solicitar a nossa opinião para no fim quererem ter razão? Se eles é que sabem...

2. Porque é que eu estou ao balcão, sozinha à espera que a pessoa se aproxime de mim, NÃO ESTÁ MAIS NINGUÉM AO BALCÃO E NÃO HÁ MAIS COLEGAS A ATENDER e a pessoa vai para um outro qualquer balcão vazio, saca das receitas e começa a pedir??? Uma pessoa vê isto suceder todos os dias, não só comigo mas com todas as colegas, e pensa que esta gente não tem noção. Às vezes ainda tento que a pessoa se dirija a mim, ao meu balcão, mas nisto já está ela a ocupar uma bancada vazia, as tralhas todas lá em cima e a falar diagonalmente, obrigando-me a sair do sítio e a ir ter com ela se não queremos passar por malucas. Por acaso as pessoas no Continente vão para as caixas vazias à espera que a funcionária venha ter com elas fazer-lhes a conta?

3. Porque é que algumas pessoas chegam à farmácia e se vão especar entre os balcões onde, por acaso, estão outras pessoas a ser atendidas? Não sabem esperar um bocadinho atrás, só naquela de não estar ali em cima de quem está a conversar connosco, muitas vezes casos mais sensíveis ou de cariz privado? Nããããão. Mal entram vão logo marcar lugar na linha da frente, não vamos nós esquecermo-nos que elas ali estão. É uma falta de respeito tamanha. E vê-se este comportamento por parte de novos, de velhos, de letrados e de analfabetos, de ricos e de pobres. Males de quem não foi educado.