Fiz. Faço. Farei.

segunda-feira, 20 de março de 2017

welcome spring

Quero receber a Primavera de braços abertos. Já sei que vai começar de forma invernosa, com frio e chuva nos próximos dias, mas espero que depois se instale definitivamente. Acho que já vos disse por aqui algumas vezes - eu adoro esta estação. E por isso aguardo ansiosamente por tudo o que ela traz de bom.






domingo, 19 de março de 2017

vou contar-vos um segredinho

Ando a fazer um pé de meia [verdadeiro, com direito a meia e tudo!]  para fazer uma viagem a... Marrocos. Não vou visitar a minha tia, como diz a música, mas quero muito visitar as cidades principais, o património, os souks e as riads, as dunas e os acampamentos berbere e bem, tudo em geral. Não sei se vou ter férias este ano mas até lá... o pé de meia vai crescendo.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Sobre ter de estudar para toda a vida

Eu sabia que, como farmacêutica, a fase de estudar não se limitava só ao tempo de faculdade. É óbvio que uma área da saúde na qual, todos os dias, há notícias e informações novas, é obrigatório estar actualizado e conhecer as descobertas científicas. Mas além do que aparece de novo, é bem mais importante ter presente tudo o que aprendemos nas aulas e aquilo que já está mais do que batido.
Sempre que tenho uma dúvida ao balcão, acedo imediatamente ao RCM (Resumo das Características do Medicamento) ou a sites da minha confiança e fico logo a saber o que quero. Mas sinto que há coisas que devia saber mais. E melhor. E que deviam estar mais interiorizadas. Sobre o que me surge todos os dias sei o essencial - que é fruto da rotina, de lidar com aquilo imensas vezes. Mas se alguém faz uma pergunta mais complexa, já fico ali confusa, sem absoluta certeza de ser como penso. Mais vale ir confirmar e com os softwares e a internet sempre ali à mão, é fácil e intuitivo fazer consulta e rapidamente tenho a resposta para dar à pessoa.
Mas sinto falta de estudar. Sinto falta de me dedicar, na verdadeira acepção da palavra, ao estudo. De tirar apontamentos, fazer resumos, esquemas, fixar as coisas à minha maneira e de forma a sabê-las daqui a uns anos. Agora não há a pressão dos exames, não há horários a cumprir, se não tiver vontade posso ficar quieta, nem tão pouco estou a ser avaliada. Acho que isto só pode trazer um estudo mais produtivo e rentável. Nos próximos tempos quero abdicar de perder tempo com coisas desinteressantes e estudar. É certo que agora tenho uma casa por minha conta, que tenho limpezas para fazer, roupas para lavar e estender e engomar, compras para fazer, and so on, mas também ocupo-me muito a fazer nada e é nesses intervalos que quero aproveitar para me instruir, para continuar a minha formação, para aprender, para relembrar o que já soube e esqueci, para ser mais e melhor profissional.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Minha yämmiguita!

Nunca vos contei que tinha uma yämmi, pois não? É verdade! Foi um presente que me ofereceram e é uma grande companheira cá de casa.
Vocês sabem, eu ADORO cozinhar. Se me fosse possível, era sempre eu a tratar das refeições, mas como trabalho até tarde e o dito-cujo chega a casa primeiro, é ele quem faz o jantar. Claro que ele e a máquina são os melhores amigos e confesso que saem verdadeiros petiscos.
É claro que ter um robot de cozinha é uma grande ajuda. Despacha muito bem a comida, poupa imenso tempo, suja-se menos loiça e... voilá, faz coisinhas maravilhosas. Estou a lembrar-me do puré de batata que é di-vi-nal. Do bacalhau espiritual e da lasanha deliciosos. Do néctar de laranja, manga e cenoura. Da cremosidade do bolo de cenoura com ganache de chocolate. É caso para dizer YÄMMI!

Maravilhas do supermercado #5

O gel de banho da marca Revlon. Há várias fragrâncias, eu já usei algumas, e só apetece comer. Costumo comprar no Pingo Doce mas no Continente também sei que há.

terça-feira, 14 de março de 2017

A felicidade de vir ao blogue...

... e ter comentários por aprovar de duas meninas que, blogosfericamente falando, adoro e de quem tinha saudades. Jude, tão bom estares de volta. M♥, obrigada por me procurares.

Também quero e espero conseguir vir aqui mais vezes. Durante os meses de Janeiro e Fevereiro passaram-se várias coisas na minha vida que me impediram de actualizar este canto. Mas tenho vontade de regressar.

sábado, 21 de janeiro de 2017

os [quase] nãos de 2016

No início de 2016 guardei nos rascunhos uns tópicos sobre coisas que queria deixar de comer ao longo desse ano. Agora andava a fazer uma limpeza no arquivo e partilho com vocês se consegui ou não cumprir. O balanço até nem é muito mau.


- Refrigerantes: Começo por um que não cumpri assim tão bem quanto isso. Isto é, eu ao longo do ano até nem bebi muitos sumos nem refrigerantes. Mas desde que vim viver com o dito-cujo, a partir de Outubro, que comecei a abusar porque temos sempre um sumo aberto no frigorífico e, para quem nunca bebia sumo às refeições, a coisa começou a descambar. 


- Açúcar no café: Esta foi logo a primeira resolução do ano 2016 e a que levou a que as outras surgissem também. De tal forma me decidi a deixar de colocar açúcar no café (e no chá) que agora já não consigo nem pôr pitada. Já me aconteceu esquecer disto e despejar o pacotinho no café. Nem sequer dissolvo com a colher, mal tento beber, já não dá! Horrível!!!


- Charcutaria: Quem me conhece sabe que eu adoro comida típica portuguesa. E claro, o belo do presunto, do salpicão, da chouriça, da morcela e do queijinho [já me estou a babar e tudo]. Em casa dos meus pais havia sempre charcutaria e, quando não havia, era um problema. Pão SÓ com manteiga? Que é lá isso??? Portanto, todas as sandes tinham fiambre ou mortadela ou chourição ou sei-lá-o-quê. Agora é raro ter cá destas coisas. Quando muito, compro umas fatias de fiambre (ou peito de peru) assim só quando o rei faz anos. Posto isto, as charcutarias quase desapareceram da minha alimentação.


- Ovos fritos: Vocês sabem!!! Esta era dura de roer! Eu amo ovos estrelados. Ovos cozidos [com a gema ainda líquida...]. Ovos escalfados. Ovos crus [sim, sim, uma boa gemada]. Ovos mexidos. Ovos whatever. Mas pasmem-se - não tenho comido quase nenhuns. Eu chegava a comer um por dia! Realmente consegui reduzir bastante e isso é bom. Quando faço, nunca uso gordura e opto por escalfar, que sempre fazem menos mal.


- Pão antes de ir deitar: Mais do que deixar de comer pão antes de ir para a cama... quase deixei de comer pão. Outra coisa boa. É raro ter pão cá em casa e, se às vezes compro, é por causa do dito-cujo. Compro sempre pão escuro e com sementes, que além de fazer melhor é bem mais saboroso.

A juntar a tudo isto, consegui uma coisa ainda melhor. Desde Julho que ando no ginásio! Eu que não mexia o rabo desde que saí do liceu, até me impressionei a mim mesma. Vou às aulas duas vezes por semana e sinto-me bem com isso. Sim, isto é mesmo cliché - custa acordar cedo, sair da cama, custa aquela hora de esforço mas depois o sentimento é muito bom! Suor na camisola e dever cumprido.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

milagre da vida

o pequeno L. nasceu. filho dos nossos amigos mais próximos. o meu afilhado, afilhado do dito-cujo. o nosso afilhado e nosso pequeno amor.
depois deste dia 14 será tudo diferente mas permanecerá tudo igual.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Winter home edition

Depois de arrumar a árvore de Natal e retirar as decorações parece que a casa fica despida. Eu tinha o pinheiro na sala de estar e no peitoril da janela estava um centro decorativo. Agora que já empacotámos tudo e fiz a limpeza... olho e falta qualquer coisa. A sala está fria, vazia, sem graça.
Acho que já vos disse que adoro trabalhos manuais, DIY, decorações e coisas que tais. Nesse sentido, e como estamos no Inverno, nada melhor que substituir os enfeites natalícios por outros alusivos à estação do frio, da neve e da chuva.




sábado, 7 de janeiro de 2017

1 instante

O meu estágio profissional cumpre agora seis meses. Faltam outros três para terminar e quando olho para trás penso que isto passou num instante. E se meio ano passou a correr, estes últimos três meses vão ser em contra-relógio. Depois disto uma incógnita...
Até aqui tem corrido tudo bem. Sinto-me crescer profissionalmente, sinto conhecer-me melhor a cada dia que passa. Sei o que sei, sei o que não sei e tenho mais noção do que não sei e das minhas fraquezas do que o contrário. E isto só pode ser bom para me obrigar a estudar, a trabalhar, a nunca perder a motivação e vontade de aprender. É verdade que não tenho feito formação, é verdade que tenho falhado a esta parte. Tenho adiado fazer coisas também por causa do dinheiro e como agora tenho mais despesas tento gerir o dinheiro de forma mais ponderada. Mas é um projecto a curtíssimo prazo fazer e-learning e umas formações que estão mesmo a chamar por mim.
Na farmácia sinto-me cada vez mais confiante, sem medo de estar frente-a-frente com as pessoas, já falo com mais certeza, dou a minha opinião, brinco com as pessoas, sou cada vez mais eu todos os dias. Até com as colegas e sobretudo com uma que é... particularmente especial [if you know wht I mean]. Inicialmente tinha receios - de falar, de dizer asneira, de fazer asneira, das anedotas, risadas, maluquices. Pois que agora tô nem aí. Sou eu na minha essência, ela tem-se rido à pala comigo e no meio da minha loucura tudo se torna mais divertido.
Continuo a achar que tive mesmo sorte em ter ido para ali estagiar. Fui eu que escolhi aquele sítio mas podiam-me ter calhado outros na rifa. Aquela malta é mesmo brutal. Adoro-os! Adoro-os sem excepção porque mesmo os que gosto menos me fazem sentir bem comigo e me deixam ser eu própria. Às vezes dou por mim a rir, sozinha para os meus botões. Só porque sim! Porque ali sou feliz.
Já há mais de um ano que pertenço àquele lugar e apesar de não saber o que vai ser de mim quando acabar o estágio profissional - se fico ali, se vou ter de ir procurar trabalho a outra porta - acho que vou sempre gostar deles e fazer um bocadinho parte daquela equipa. E ser grata por tudo o que aprendi e fui com eles.