Ir trabalhar para aquela farmácia e estar ali aquelas horas é terapêutico.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
domingo, 18 de dezembro de 2016
sábado, 17 de dezembro de 2016
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
desportuguesar
Hoje quando fui ao Facebook deparei-me com esta publicação da RFM. Como vivo há precisamente dois meses num apartamento, interessei-me pelos comentários, numa de perceber as opiniões e experiências das outras pessoas. Eu e o dito-cujo nunca tivemos nenhuma mas mais vale saber com o que contar.
Pois bem, comecei a fazer scroll nos comentários e cheguei à conclusão [que já tinha concluído, em realidade...] de que os portugueses não sabem escrever. Não sabem escrever português! Não sabem usar pontuação! Não sabem expressar-se! Não sabem transcrever o que lhes vai na ideia.
É terrível. Eu chego a ter alguma vergonha alheia... As pessoas pensam que estão a dizer grandes coisas, no caso a achar que estão a contar uma história com muita piada mas vai-se a ver e... não percebi nada! Como disse? Mais de três quartos das palavras têm erros ortográficos. Não usam sinais, acentos, nada. Nem sequer existe nexo no que escrevem.
Estas pessoas são quem? Os licenciados, mestrados e outros -ados deste país? São os drs. que temos? Não sabem a língua portuguesa, que vem dos tempos da escola primária e básica, e depois querem que a escola superior faça deles o quê ou quem? Se Camões tiver Facebook já morreu mais umas centenas de vezes ao ver esta escrita desportuguesada.
Eu também erro, estão ver? Digo palavras que nem existem! Mas em 95% das vezes respeito a minha língua, sei o que digo e como escrevo. Porque se assim não for mais vale estar(mos) calada.
domingo, 4 de dezembro de 2016
sábado, 3 de dezembro de 2016
Eu NÃO SUPORTO
gente que se acha superior
quem tem a mania que sabe tudo, percebe de tudo, faz de tudo
quem não tem um pingo de humildade
que se gaba de boca cheia
que "faz" dos outros pequeninos
quem pensa que tem o rei na barriga
que não lhes cabe um alfinete no rabinho
que têm que ter sempre a última palavra
pensam que são o suprassumo da inteligência
que se acham os únicos capazes de fazer, de resolver, de solucionar
que fazem uma coisa uma vez e já são melhores do que todos os outros
que repetem que são bons várias vezes
que não se cansam de se vangloriar, de se achar grandes pessoas
gente vaidosa, gabarolas... infeliz.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
Maravilhas do supermercado #4
No outro dia resolvi juntar muesli com frutos secos no iogurte. Eu sei que não é nenhuma descoberta mas também não é o tipo de coisa que eu costume combinar. A consistência do iogurte grego nunca deixa os cereais ficarem demasiado envolvidos, mantendo-os sempre com aquela textura crocante e trrr-trrr. Que delícia! Viciei.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
inspira, respira, não pira
Irrita-me que a minha "sogra" insista para trazemos para nossa casa tudo o que tem na dela e mais algumas coisas. É batatas, é bacalhau, é nabos, couves, laranjas, maçãs, cobertores, tapetes, tralhas e mais tralhas.
Ela deve achar que vivemos numa casa, tipo como a dela, onde cabe tudo e tudo pode ser preciso ou fazer falta. Deve achar que tenho uma arca como a dela, onde cabe um porco e uma ovelha inteiros. Deve achar que comemos este mundo e o outro e que damos vazão a tudo.
É óbvio que é fixe eles poderem dar e que têm gosto nisso. Eu sei que dão de bom grado e que fazem questão que nós aproveitemos - é dado, só temos que agradecer. Mas caramba, eu vivo num T1 de um prédio. Isto não é nenhuma mansão! Não tenho arca para tanta comida, não tenho despensa para tanto stock e tudo o que não quero é trazer legumes e frutas para chegar ao ponto de apodrecerem e ter de deitar tudo ao lixo.
Se nós vamos lá a casa, pelo menos, uma vez por semana, não é melhor ir trazendo pouco e consoante a necessidade? Para não falar que também vamos aos meus pais que têm tudo e mais alguma coisa da horta... a minha mãe também gosta que eu traga coisas lá de casa. Também tem gosto em me mandar comida mas não está sempre a enfiar. E levem isto, e levem aquilo, e porque não levam X, e não precisam de Y, e vejam lá que vão querer Z. Calma... não se enerve que eu também não.
Depois recusamos, ou porque temos comida para escoar ou porque até nem vamos fazer muitas refeições em casa e parece que fica desconfiada, que não acredita que não precisamos das coisas e que só estou a recusar por má vontade. Santa paciência! Se não crê, problema dela, mas eu prefiro que fique de má cara do que atulhar o frigorífico de comida que vai parar ao lixo. Isso é que não admito!
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Ser assim. Ter de ser assim.
Eu sou do tipo de pessoa que tem um casaco preto e um casaco castanho. Tenho uma carteira preta e uma castanha. E tenho um par de botas pretas e um par delas castanhas. E assim se faz o meu A/W ano após ano. Estão a ver, não estão?
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