So-co-rro! Eu nunca devia ter vindo para uma casa nova na altura do Natal. Não tenho pinheiro, não tenho luzes, não tenho bolas, laços, ursinhos ou anjos, não tenho pendentes para a parede, não tenho jarras nem garafas, não tenho pinhas nem flocos de neve, não tenho nada de nada que diga respeito à época. Esta constatação significa, portanto, que vou ter de comprar [quase] tudo para decorar o nosso lar de forma minimamente adequada. Não sei se sobra dinheiro para alguma prenda mas, who cares?, pelo menos fico com a casinha bonita e cheia de espírito natalício.
terça-feira, 15 de novembro de 2016
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Olá!!
Escrevo-vos, pela primeira vez, desde a minha casa nova. Eu contei-vos que me ia mudar mas, desde então, não tive tempo [nem internet] para voltar aqui ao blogue.
Estamos aqui desde o feriado da Implantação da República mas que, para nós os dois, será sempre um dia marcado pela implantação na casa nova, no nosso ninho de amor (assim espero!). Para já está tudo a correr bem, já temos o mínimo dos mínimos para fazer a nossa vida de forma descansada e o balanço, quase um mês depois de termos cá chegado, é óptimo. Quer quanto à vizinhança, barulhos, sossego na estrada e, sobretudo, relativamente ao nosso entendimento.
A parte menos boa (!) é ter crescido dentro de mim uma vontade enorme em comprar artigos para o lar, em querer tudo o que seja de decoração, em querer passar o tempo a fazer manualidades e DIY para enfeitar a casa e o dinheiro sempre como factor impeditivo! Os meus pais deviam ter-me feito rica em vez de bonita! AHAHAH!
Ainda por cima vem aí a desgraça do Natal... nem quero imaginar.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Ainda não vos contei
Eu e o dito-cujo vamos voar. Uma viagem? Uma experiência de parapente? Nada disso.
Arranjámos um ninho só para nós e vamos voar do nosso ninho até ao ninho novo, que fica numa outra árvore. E estamos fartos de chilrear. Piu piu :)
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Bienvenido Otoño
Outono. Adoro. Cores. Cheiros. Sensações. Natureza. Chás. Abóboras. Pinhas. Lãs. Laranja. Castanho. Vermelho. Vermelho escuro. Botas. Canela. Maçã. Lenços. Nozes. Romãs. Verde. Rãs. Caracóis. Lenha. Velas. Livros. Mantas. Sono. Amor.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Hoje venho chateada do trabalho
Há dias em que perco a paciência com as pessoas. Com as pessoas, em particular, que vão à farmácia. Pessoas que, quando precisam, é pedir favores e vendas suspensas [trata-se de dispensar medicamentos sujeitos a receita médica sem a receita, ficando a aguardar que a mesma nos seja entregue depois], e ficar a dever. Mas depois chegam ali armadas em carapaus de corrida, estúpidas, mal-humoradas, arrogantes.
Não têm paciência para esperar? Temos pena. Venham outro dia.
Não temos o medicamento disponível no momento? Temos pena. Quando vão ao talho e não há bife da vazia têm de lá voltar, não é? Se forem à procura de salmão e só houver sardinha e bacalhau também berram com a peixeira?
Não entendem porque devem um medicamento desde Julho? Que tal nos deixarem explicar a razão, indicar quem fez a venda, o que aconteceu depois e tentar fazer-vos entender o motivo de terem aquilo na ficha?
Hoje só me calharam imbecis. Três em menos de nada. Até suei das vistas, enervada que estava. Garanto-vos que se não fosse por estar numa farmácia tinha-lhes respondido à letra. No mesmo tom arrogante com que falaram para mim. No mesmo modo "sem modos".
Pergunto-me se estas pessoas reclamam e falam assim noutros sítios onde vão. Falam assim mal às empregadas dos supermercados? Falam assim nas finanças? E, só por acaso, falam assim ao médico? Dá mesmo vontade de as mandar dar uma volta. Que se aviem noutra farmácia, que vai na volta e mais um estúpido, menos um estúpido, não há-de ser por isso que o negócio vai à falência. Mas uma pessoa tem que respirar fundo, manter a postura, ai e tal que "o cliente tem sempre razão" e temos que segurar as pessoas e não podemos perder clientes e mais uma série de coisas certas mas que, nestes momentos, são verdadeiras balelas. Às vezes é mesmo difícil segurar os nervos e mantermos a calma com estas bestas.
Não têm paciência para esperar? Temos pena. Venham outro dia.
Não temos o medicamento disponível no momento? Temos pena. Quando vão ao talho e não há bife da vazia têm de lá voltar, não é? Se forem à procura de salmão e só houver sardinha e bacalhau também berram com a peixeira?
Não entendem porque devem um medicamento desde Julho? Que tal nos deixarem explicar a razão, indicar quem fez a venda, o que aconteceu depois e tentar fazer-vos entender o motivo de terem aquilo na ficha?
Hoje só me calharam imbecis. Três em menos de nada. Até suei das vistas, enervada que estava. Garanto-vos que se não fosse por estar numa farmácia tinha-lhes respondido à letra. No mesmo tom arrogante com que falaram para mim. No mesmo modo "sem modos".
Pergunto-me se estas pessoas reclamam e falam assim noutros sítios onde vão. Falam assim mal às empregadas dos supermercados? Falam assim nas finanças? E, só por acaso, falam assim ao médico? Dá mesmo vontade de as mandar dar uma volta. Que se aviem noutra farmácia, que vai na volta e mais um estúpido, menos um estúpido, não há-de ser por isso que o negócio vai à falência. Mas uma pessoa tem que respirar fundo, manter a postura, ai e tal que "o cliente tem sempre razão" e temos que segurar as pessoas e não podemos perder clientes e mais uma série de coisas certas mas que, nestes momentos, são verdadeiras balelas. Às vezes é mesmo difícil segurar os nervos e mantermos a calma com estas bestas.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Neste (re)início de ano lectivo
Confesso... não tenho saudades nenhumas de Coimbra. É uma cidade que amo, é a que mais ocupa no meu coração. É a cidade que me recebeu e abraçou durante mais de cinco anos. Da qual tenho as melhores e mais mágicas recordações, onde fiz os meus melhores amigos, onde me formei e me tornei "alguma coisa". Isso ninguém me tira. Queimas das Fitas, jantares, festas, amizades - isso sim, deixa-me com um aperto no coração.
Mas não tenho saudades de viver na residência. Não tenho saudades de lidar com aquelas raparigas desobedientes e desrespeitadoras. Não tenho saudades da depressão de Domingo por saber que tinha de fazer a mala, pensar no que levar, ver os horários dos comboios e autocarros. Não tenho saudades de acartar a mala pelo 29 à Segunda-feira de manhã em pleno Inverno. Não tenho saudades de passar os fins-de-semana a estudar, ter de recusar sair com os amigos ou fazer planos aos feriados por causa dos exames. Não tenho saudades de passar pouco tempo com a família e o dito-cujo para me dedicar ao curso.
Se tudo valeu a pena? Claro que sim. Se me arrependo? Claro que não. Obviamente sei que tudo isto foi caminho mais do que necessário para chegar onde cheguei, para estar onde estou. Mas agora estou bem. Adoro o meu trabalho, aos Domingos não deprimo por ter de ir trabalhar à Segunda, gosto de ter a conta mais folgada, receber o meu ordenado ao fim do mês, poder passear com o dito-cujo aos fins-de-semana, viver despreocupada e sem as responsabilidades do tempo da faculdade. Isso é algo que aprecio e que muito valorizo quando analiso a minha situação actual.
Coimbra é a minha cidade. Não tenho saudades de lá viver mas adoro lá ir, tomar um café na varanda do Fórum e apreciar a vista. Observar a Cabra e sentir que tudo o que lá vivi foi maravilhoso mas que, felizmente, me permitiu chegar a um lugar melhor.
domingo, 11 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
A maior gratidão
O meu local de estágio curricular - e posterior local de estágio profissional.
Os meus colegas da farmácia.
segunda-feira, 5 de setembro de 2016
domingo, 28 de agosto de 2016
dando razão a Confúcio
Quando chega a hora de ir trabalhar, nunca vou trabalhar. Eu gosto tanto das minhas colegas, do que faço e do local de trabalho, que não posso considerar que vou trabalhar. Eu é mais do género "vamos lá para a parte mais divertida do meu dia"! Já cheguei a ir trabalhar com uma enorme dor de cabeça e vir da farmácia impecável - ahh, e garanto-vos que não foi por ter tomado alguma coisa. Aquelas horas do dia passadas ali são terapêuticas.
Nunca me custa acordar, nunca me custa sair de casa e mesmo nos fins-de-semana de serviço, caso esteja a família reunida e tenha de ir trabalhar, não me ralo muito. O tempo lá passa num instante.
Os meu colegas são quem mais contribui para que tenha tanto prazer em ir trabalhar. O ambiente é tão bom, damo-nos bem, entendemo-nos, somos amigos e sobretudo divertimo-nos i-men-so. Rio-me à gargalhada, conto anedotas, "gozamos" com as gafes dos clientes, asneiramos, dançamos e cantamos, é mesmo uma diversão. Ao balcão somos sérias no conteúdo, não estamos ali a enganar ninguém, facilitamos a vida a toda a gente. Somos disponíveis e muito simpáticas. Sei que toda a gente gosta de nós e que a praça têm-nos em muito boa conta.
Se a equipa é boa, se o ambiente é óptimo, se lido bem com o público, se aprendo todos os dias, se me supero, se sou elogiada, como poderei dizer que vou trabalhar quando, afinal de contas, só vou ser feliz?
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Let's get physical
Quando terminam as férias [mesmo que sejam curtinhas] falta sempre alguma vontade de recomeçar a trabalhar, de voltar às rotinas, de ter horários. No meu caso, nem tive tempo de me desabituar e, para ser sincera, nem sequer me custa nada voltar ao trabalho. Mas voltar ao ginásio... ui. Essa parte é que vai doer!
Para dar motivação para a fase seguinte comprei umas sapatilhas novas. Usava as que tinha, que eram as do dia-a-dia. Não eram apropriadas mas também ainda não me tinha apetecido gastar dinheiro numas novas.
Este fim-de-semana passei no Style Outlets e trouxe comigo estas queridas. Leves e confortáveis que só elas. Agora é que não tenho razão para ficar em casa nem preguiçar no ginásio.
Este fim-de-semana passei no Style Outlets e trouxe comigo estas queridas. Leves e confortáveis que só elas. Agora é que não tenho razão para ficar em casa nem preguiçar no ginásio.
Fui ali e já vim
A minha DT deu-me a oportunidade de ficar em casa durante 3 dias e, aproveitando o encerramento da farmácia no Domingo, tive direito a 4 dias de descanso - com a sorte de estar o dito-cujo na última semana de férias.
As fotos foram tiradas em Vigo, numa visita que fizemos às Islas Cíes. Um paraíso em pleno oceano que vale a pena conhecer. É como ter as Maldivas perto do nosso país... só que com água gelada!
Depois rumámos ao Gerês, que eu muito queria conhecer. Claro que em 2 dias não visitámos quase nada, mas deu para descansar, fizemos actividades radicais no rio com um grupo de espanhóis, acampámos e divertimo-nos! E para quem não ia ter férias, foi melhor do que nada.
Fica a vontade ainda maior de conhecer bem a Serra da Peneda - Gerês, na qual abundam paisagens de cortar a respiração e cascatas espectaculares. Ainda não foi desta, mas hei-de palmilhar o Parque Nacional de uma ponta à outra. Se Deus quiser.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
segunda-feira, 25 de julho de 2016
domingo, 24 de julho de 2016
"Apanhar-lhe o gosto"
Falei-vos há dias que me tinha inscrito no ginásio. Já fui a duas aulas e estou a gostar muito. Sinto que me esforço e a julgar pelas dores dos primeiros dias parece que estou mesmo a puxar pelo corpo. Mas o que me surpreende e me deixa feliz comigo mesma é que ontem, Sábado quente e passado na companhia do namorado e de uns amigos, tive vontade de ir dar uma corrida com o dito-cujo. A sério?! Eu? Com vontade de ir correr? Está para cair um santo de algum altar...
Mas a verdade é que não foi só uma vontade, mas sim uma concretização. Quando começou a refrescar o tempo fomos dar uma volta pelos pinhais, intercalando corrida com passada larga. Eu ainda não tenho pedalada para correr muitos quilómetros seguidos, mas pelos menos fiz o que pude. Para mim foi fantástico! Pelo exercício em si e pelo sentimento de dever cumprido e de ter tido a iniciativa de ir suar um bocado sem ser obrigatório, sem ninguém a pressionar, sem haver razão nenhuma. E para o dito-cujo também foi bom porque anda sempre a dizer que está mais gordo e que tem um pneuzinho a querer dar o ar da sua graça.
Que esta motivação se mantenha que eu tenho uns bons 8 a 10 quilos para perder!!!
Hey, (não) tenho asas nos pés!
Eu adoro saltos altos. Adoro mesmo! Gosto de experimentar, de ver em sites de moda e calçado, gosto da elegância que dão a uma mulher. Há sapatos absolutamente magníficos que eu não me importaria nada de ter. Mas depois... não tenho paciência [nem pernas nem pés] para andar com eles calçados.
Quando era mais jovem adorava usar. Os da minha mãe, das minhas tias, das colegas... Quando eu e as minhas amigas íamos a festas levávamos um par no carro para calçar quando chegássemos ao baile. Ao café habitual e para conduzir umas sapatilhas serviam; mas depois quando chegávamos a um sítio mais composto, mudávamos para os saltos altos. Havia pernas para os saltos toda a noite e mesmo a dançar nunca nos cansávamos.
Mas agora? Valha-me Deus! Já me basta nos casamentos e outras festas do género... e sabe-se lá o sacrifício que é!
Continuo a adorar este género de calçado. Principalmente em modo sandálias para usar agora no Verão. Gosto muito. Mas não sei se é da idade ou não, já não tenho pachorra para andar uma noite inteira em cima de uns saltos e chegar a casa com os pés a gritar socorro.
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