Fiz. Faço. Farei.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Neste (re)início de ano lectivo

Confesso... não tenho saudades nenhumas de Coimbra. É uma cidade que amo, é a que mais ocupa no meu coração. É a cidade que me recebeu e abraçou durante mais de cinco anos. Da qual tenho as melhores e mais mágicas recordações, onde fiz os meus melhores amigos, onde me formei e me tornei "alguma coisa". Isso ninguém me tira. Queimas das Fitas, jantares, festas, amizades - isso sim, deixa-me com um aperto no coração.
Mas não tenho saudades de viver na residência. Não tenho saudades de lidar com aquelas raparigas desobedientes e desrespeitadoras. Não tenho saudades da depressão de Domingo por saber que tinha de fazer a mala, pensar no que levar, ver os horários dos comboios e autocarros. Não tenho saudades de acartar a mala pelo 29 à Segunda-feira de manhã em pleno Inverno. Não tenho saudades de passar os fins-de-semana a estudar, ter de recusar sair com os amigos ou fazer planos aos feriados por causa dos exames. Não tenho saudades de passar pouco tempo com a família e o dito-cujo para me dedicar ao curso.
Se tudo valeu a pena? Claro que sim. Se me arrependo? Claro que não. Obviamente sei que tudo isto foi caminho mais do que necessário para chegar onde cheguei, para estar onde estou. Mas agora estou bem. Adoro o meu trabalho, aos Domingos não deprimo por ter de ir trabalhar à Segunda, gosto de ter a conta mais folgada, receber o meu ordenado ao fim do mês, poder passear com o dito-cujo aos fins-de-semana, viver despreocupada e sem as responsabilidades do tempo da faculdade. Isso é algo que aprecio e que muito valorizo quando analiso a minha situação actual.
Coimbra é a minha cidade. Não tenho saudades de lá viver mas adoro lá ir, tomar um café na varanda do Fórum e apreciar a vista. Observar a Cabra e sentir que tudo o que lá vivi foi maravilhoso mas que, felizmente, me permitiu chegar a um lugar melhor.

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

domingo, 28 de agosto de 2016

dando razão a Confúcio

Quando chega a hora de ir trabalhar, nunca vou trabalhar. Eu gosto tanto das minhas colegas, do que faço e do local de trabalho, que não posso considerar que vou trabalhar. Eu é mais do género "vamos lá para a parte mais divertida do meu dia"! Já cheguei a ir trabalhar com uma enorme dor de cabeça e vir da farmácia impecável - ahh, e garanto-vos que não foi por ter tomado alguma coisa. Aquelas horas do dia passadas ali são terapêuticas.
Nunca me custa acordar, nunca me custa sair de casa e mesmo nos fins-de-semana de serviço, caso esteja a família reunida e tenha de ir trabalhar, não me ralo muito. O tempo lá passa num instante.
Os meu colegas são quem mais contribui para que tenha tanto prazer em ir trabalhar. O ambiente é tão bom, damo-nos bem, entendemo-nos, somos amigos e sobretudo divertimo-nos i-men-so. Rio-me à gargalhada, conto anedotas, "gozamos" com as gafes dos clientes, asneiramos, dançamos e cantamos, é mesmo uma diversão. Ao balcão somos sérias no conteúdo, não estamos ali a enganar ninguém, facilitamos a vida a toda a gente. Somos disponíveis e muito simpáticas. Sei que toda a gente gosta de nós e que a praça têm-nos em muito boa conta.
Se a equipa é boa, se o ambiente é óptimo, se lido bem com o público, se aprendo todos os dias, se me supero, se sou elogiada, como poderei dizer que vou trabalhar quando, afinal de contas, só vou ser feliz?

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Let's get physical

Quando terminam as férias [mesmo que sejam curtinhas] falta sempre alguma vontade de recomeçar a trabalhar, de voltar às rotinas, de ter horários. No meu caso, nem tive tempo de me desabituar e, para ser sincera, nem sequer me custa nada voltar ao trabalho. Mas voltar ao ginásio... ui. Essa parte é que vai doer!
Para dar motivação para a fase seguinte comprei umas sapatilhas novas. Usava as que tinha, que eram as do dia-a-dia. Não eram apropriadas mas também ainda não me tinha apetecido gastar dinheiro numas novas.
Este fim-de-semana passei no Style Outlets e trouxe comigo estas queridas. Leves e confortáveis que só elas. Agora é que não tenho razão para ficar em casa nem preguiçar no ginásio.

Maravilhas do supermercado #3

Estas wafers super viciantes. Bolacha americana sem ter de ir ao bailarico da aldeia.

Fui ali e já vim






A minha DT deu-me a oportunidade de ficar em casa durante 3 dias e, aproveitando o encerramento da farmácia no Domingo, tive direito a 4 dias de descanso - com a sorte de estar o dito-cujo na última semana de férias.
As fotos foram tiradas em Vigo, numa visita que fizemos às Islas Cíes. Um paraíso em pleno oceano que vale a pena conhecer. É como ter as Maldivas perto do nosso país... só que com água gelada!
Depois rumámos ao Gerês, que eu muito queria conhecer. Claro que em 2 dias não visitámos quase nada, mas deu para descansar, fizemos actividades radicais no rio com um grupo de espanhóis, acampámos e divertimo-nos! E para quem não ia ter férias, foi melhor do que nada.
Fica a vontade ainda maior de conhecer bem a Serra da Peneda - Gerês, na qual abundam paisagens de cortar a respiração e cascatas espectaculares. Ainda não foi desta, mas hei-de palmilhar o Parque Nacional de uma ponta à outra. Se Deus quiser.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Era uma casa muito engraçada

"Já estava farta daquela vida de andar com malas para a frente e para trás, de andar sempre com as mochilas de casa dela para a casa dele... E decidiram ir viver juntos".