Fiz. Faço. Farei.

domingo, 28 de agosto de 2016

dando razão a Confúcio

Quando chega a hora de ir trabalhar, nunca vou trabalhar. Eu gosto tanto das minhas colegas, do que faço e do local de trabalho, que não posso considerar que vou trabalhar. Eu é mais do género "vamos lá para a parte mais divertida do meu dia"! Já cheguei a ir trabalhar com uma enorme dor de cabeça e vir da farmácia impecável - ahh, e garanto-vos que não foi por ter tomado alguma coisa. Aquelas horas do dia passadas ali são terapêuticas.
Nunca me custa acordar, nunca me custa sair de casa e mesmo nos fins-de-semana de serviço, caso esteja a família reunida e tenha de ir trabalhar, não me ralo muito. O tempo lá passa num instante.
Os meu colegas são quem mais contribui para que tenha tanto prazer em ir trabalhar. O ambiente é tão bom, damo-nos bem, entendemo-nos, somos amigos e sobretudo divertimo-nos i-men-so. Rio-me à gargalhada, conto anedotas, "gozamos" com as gafes dos clientes, asneiramos, dançamos e cantamos, é mesmo uma diversão. Ao balcão somos sérias no conteúdo, não estamos ali a enganar ninguém, facilitamos a vida a toda a gente. Somos disponíveis e muito simpáticas. Sei que toda a gente gosta de nós e que a praça têm-nos em muito boa conta.
Se a equipa é boa, se o ambiente é óptimo, se lido bem com o público, se aprendo todos os dias, se me supero, se sou elogiada, como poderei dizer que vou trabalhar quando, afinal de contas, só vou ser feliz?

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Let's get physical

Quando terminam as férias [mesmo que sejam curtinhas] falta sempre alguma vontade de recomeçar a trabalhar, de voltar às rotinas, de ter horários. No meu caso, nem tive tempo de me desabituar e, para ser sincera, nem sequer me custa nada voltar ao trabalho. Mas voltar ao ginásio... ui. Essa parte é que vai doer!
Para dar motivação para a fase seguinte comprei umas sapatilhas novas. Usava as que tinha, que eram as do dia-a-dia. Não eram apropriadas mas também ainda não me tinha apetecido gastar dinheiro numas novas.
Este fim-de-semana passei no Style Outlets e trouxe comigo estas queridas. Leves e confortáveis que só elas. Agora é que não tenho razão para ficar em casa nem preguiçar no ginásio.

Maravilhas do supermercado #3

Estas wafers super viciantes. Bolacha americana sem ter de ir ao bailarico da aldeia.

Fui ali e já vim






A minha DT deu-me a oportunidade de ficar em casa durante 3 dias e, aproveitando o encerramento da farmácia no Domingo, tive direito a 4 dias de descanso - com a sorte de estar o dito-cujo na última semana de férias.
As fotos foram tiradas em Vigo, numa visita que fizemos às Islas Cíes. Um paraíso em pleno oceano que vale a pena conhecer. É como ter as Maldivas perto do nosso país... só que com água gelada!
Depois rumámos ao Gerês, que eu muito queria conhecer. Claro que em 2 dias não visitámos quase nada, mas deu para descansar, fizemos actividades radicais no rio com um grupo de espanhóis, acampámos e divertimo-nos! E para quem não ia ter férias, foi melhor do que nada.
Fica a vontade ainda maior de conhecer bem a Serra da Peneda - Gerês, na qual abundam paisagens de cortar a respiração e cascatas espectaculares. Ainda não foi desta, mas hei-de palmilhar o Parque Nacional de uma ponta à outra. Se Deus quiser.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Era uma casa muito engraçada

"Já estava farta daquela vida de andar com malas para a frente e para trás, de andar sempre com as mochilas de casa dela para a casa dele... E decidiram ir viver juntos".

domingo, 24 de julho de 2016

"Apanhar-lhe o gosto"

Falei-vos há dias que me tinha inscrito no ginásio. Já fui a duas aulas e estou a gostar muito. Sinto que me esforço e a julgar pelas dores dos primeiros dias parece que estou mesmo a puxar pelo corpo. Mas o que me surpreende e me deixa feliz comigo mesma é que ontem, Sábado quente e passado na companhia do namorado e de uns amigos, tive vontade de ir dar uma corrida com o dito-cujo. A sério?! Eu? Com vontade de ir correr? Está para cair um santo de algum altar...
Mas a verdade é que não foi só uma vontade, mas sim uma concretização. Quando começou a refrescar o tempo fomos dar uma volta pelos pinhais, intercalando corrida com passada larga. Eu ainda não tenho pedalada para correr muitos quilómetros seguidos, mas pelos menos fiz o que pude. Para mim foi fantástico! Pelo exercício em si e pelo sentimento de dever cumprido e de ter tido a iniciativa de ir suar um bocado sem ser obrigatório, sem ninguém a pressionar, sem haver razão nenhuma. E para o dito-cujo também foi bom porque anda sempre a dizer que está mais gordo e que tem um pneuzinho a querer dar o ar da sua graça.
Que esta motivação se mantenha que eu tenho uns bons 8 a 10 quilos para perder!!!

Hey, (não) tenho asas nos pés!

Eu adoro saltos altos. Adoro mesmo! Gosto de experimentar, de ver em sites de moda e calçado, gosto da elegância que dão a uma mulher. Há sapatos absolutamente magníficos que eu não me importaria nada de ter. Mas depois... não tenho paciência [nem pernas nem pés] para andar com eles calçados.
Quando era mais jovem adorava usar. Os da minha mãe, das minhas tias, das colegas... Quando eu e as minhas amigas íamos a festas levávamos um par no carro para calçar quando chegássemos ao baile. Ao café habitual e para conduzir umas sapatilhas serviam; mas depois quando chegávamos a um sítio mais composto, mudávamos para os saltos altos. Havia pernas para os saltos toda a noite e mesmo a dançar nunca nos cansávamos.
Mas agora? Valha-me Deus! Já me basta nos casamentos e outras festas do género... e sabe-se lá o sacrifício que é!
Continuo a adorar este género de calçado. Principalmente em modo sandálias para usar agora no Verão. Gosto muito. Mas não sei se é da idade ou não, já não tenho pachorra para andar uma noite inteira em cima de uns saltos e chegar a casa com os pés a gritar socorro.