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segunda-feira, 25 de julho de 2016
domingo, 24 de julho de 2016
"Apanhar-lhe o gosto"
Falei-vos há dias que me tinha inscrito no ginásio. Já fui a duas aulas e estou a gostar muito. Sinto que me esforço e a julgar pelas dores dos primeiros dias parece que estou mesmo a puxar pelo corpo. Mas o que me surpreende e me deixa feliz comigo mesma é que ontem, Sábado quente e passado na companhia do namorado e de uns amigos, tive vontade de ir dar uma corrida com o dito-cujo. A sério?! Eu? Com vontade de ir correr? Está para cair um santo de algum altar...
Mas a verdade é que não foi só uma vontade, mas sim uma concretização. Quando começou a refrescar o tempo fomos dar uma volta pelos pinhais, intercalando corrida com passada larga. Eu ainda não tenho pedalada para correr muitos quilómetros seguidos, mas pelos menos fiz o que pude. Para mim foi fantástico! Pelo exercício em si e pelo sentimento de dever cumprido e de ter tido a iniciativa de ir suar um bocado sem ser obrigatório, sem ninguém a pressionar, sem haver razão nenhuma. E para o dito-cujo também foi bom porque anda sempre a dizer que está mais gordo e que tem um pneuzinho a querer dar o ar da sua graça.
Que esta motivação se mantenha que eu tenho uns bons 8 a 10 quilos para perder!!!
Hey, (não) tenho asas nos pés!
Eu adoro saltos altos. Adoro mesmo! Gosto de experimentar, de ver em sites de moda e calçado, gosto da elegância que dão a uma mulher. Há sapatos absolutamente magníficos que eu não me importaria nada de ter. Mas depois... não tenho paciência [nem pernas nem pés] para andar com eles calçados.
Quando era mais jovem adorava usar. Os da minha mãe, das minhas tias, das colegas... Quando eu e as minhas amigas íamos a festas levávamos um par no carro para calçar quando chegássemos ao baile. Ao café habitual e para conduzir umas sapatilhas serviam; mas depois quando chegávamos a um sítio mais composto, mudávamos para os saltos altos. Havia pernas para os saltos toda a noite e mesmo a dançar nunca nos cansávamos.
Mas agora? Valha-me Deus! Já me basta nos casamentos e outras festas do género... e sabe-se lá o sacrifício que é!
Continuo a adorar este género de calçado. Principalmente em modo sandálias para usar agora no Verão. Gosto muito. Mas não sei se é da idade ou não, já não tenho pachorra para andar uma noite inteira em cima de uns saltos e chegar a casa com os pés a gritar socorro.
quinta-feira, 21 de julho de 2016
terça-feira, 19 de julho de 2016
Summer food
As saudades que eu tenho de uma sardinha assada, a pingar molho na broa, acompanhada de salada de pimentos...
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Cometi uma loucura - e a pagar!!!
Esta que vos escreve inscreveu-se no ginásio! Sim... no ginásio! Eu, que sempre disse detestar esse bicho, que sempre fui preguiçosa e sem vontade de nada que não fosse comer, petiscar, estar abolachada no sofá e essas coisas muito próximas do sedentarismo puro!
Pois é, eu sempre fui assim mas agora vou ser diferente. Pelo menos durante os próximos seis meses, que é a fidelização a que me propus. Inscrevi-me em aulas de grupo, duas vezes por semana. Amanhã tenho a primeira e vou fazer HIIT. Depois conto-vos como foi! Se estiver inteira, claro.
quinta-feira, 14 de julho de 2016
quarta-feira, 13 de julho de 2016
Um pensamento que me ocorreu
Antes mesmo de iniciar a minha aventura em Espanha decidi "informar" uma amiga de que iria passar dois meses fora. Antes mesmo de partir, fui lá a casa falar com ela, dizer-lhe que ia fazer um estágio para Madrid, contar um pouco do que tinha sido a minha vida e as minhas novidades últimas, porque fazia tempo não estávamos juntas nem púnhamos a conversa em dia.
Ora, menos de um ano depois, celebro em minha casa a minha formatura, convido amigos e família e... não a convidei. Não fazia parte da lista, não se incluía no grupo de pessoas que eu gostaria que estivessem presentes. A festa já foi há quase um mês, não faço ideia se ela já soube se essa festa aconteceu e nem um ai da minha parte mas... estou-me a marimbar.
É estranho como em tão pouco tempo tanta coisa pode mudar. Em Setembro acho que fiz o que tinha de ser feito - já que não falávamos há tempo e eu ia estar fora, entendi que deveria ir dizer-lhe o que se ia suceder comigo. Como amigas, como "eu gostaria de partilhar contigo esta novidade". Irónico é que, nesse mesmo dia, percebi que ela não tinha nada para partilhar sobre a vida dela e que pouco ou nada tinha a dizer sobre a notícia que lhe fui contar. A partir daí entendi que já não existia nada entre nós que justificasse mais conversas, mais partilhas de aventuras, histórias, notícias, o que quer que fosse.
Não me arrependo nem um bocadinho de lá ter ido a casa contar que ia embora. E muito menos me arrependo de não a ter incluído nos convidados desta festa que fiz cá em casa, na qual só fazia questão que estivessem presentes os verdadeiros amigos e a minha família. Se a convidasse seria pura hipocrisia da minha parte. Se não temos nada, se não somos nada, o que vinha ela aqui fazer?
Realmente penso em quão rápido tudo pode mudar. Num dia vou lá a casa contar da minha vida, no outro já não a quero num dia tão importante para mim. Mas foi ela que, no dia em que me recebeu, também me expulsou e afastou da sua vida. E para vos ser sincera... estou bem melhor assim.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
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