Fiz. Faço. Farei.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Aquela vida muito ocupada!

A proeza de viver no mesmo prédio da farmácia, ter uma vida de reformado e vir comprar coisas às 20h28 quando a farmácia encerra às 20h30.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

É que é mesmo verdade!


Às vezes penso que na minha vida, tal como talvez nas vossas, já houve pessoas com quem me dei muito bem, amizades fortes e bonitas, amizades que achava que podiam durar sempre. Mas agora olho para trás e concluo que algumas dessas pessoas ficaram nesse mesmo sítio - lá atrás. E ainda bem!
A vida foi-me mostrando que não precisava delas, realmente. Que não era feliz [ou mais feliz] por tê-las do meu lado. E, em alguns casos, até era bem mais infeliz e sempre metida em atritos ou quezílias. Final e felizmente fui-me livrando delas, embora se nos cruzarmos ainda existe aquela conversa de circunstância, aquele "Olá, tudo bem?". Mas nada mais do que isso.
Percebi que, se é para nos metermos em jogos, em historietas e se é para andarmos sempre a entrar em conflito, mais vale cortar o mal pela raiz. Nunca me zanguei com ninguém mas fui-me dando ao silêncio e a uma distância que, hoje mais do que nunca, me é substancialmente melhor do que ter aquelas pessoas na minha vida. Se não for para ser feliz, não vale a pena insistir.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Maravilhas do supermercado #2


Gentes

Há vários tipos de pessoas no Facebook.
Há aquele tipo mete-nojo que não faz mais nada que é publicar fotos e frases no perfil. Tudo o que faz, sítios onde vai, coisas que come, opiniões sobre tudo o que se passa no país e no mundo. É o tipo de gente que não tem nada que fazer na vida, caso contrário não publicariam cenas a todas as horas do dia. Também aqui se incluem, certamente, solteiros e gente com falta de atenção dos parceiros, encalhados e por aí fora. Demasiado tempo livre...
Depois há aqueles mais-ou-menos. Embora gostem de anunciar onde andam e o que fazem de especial, não são incomodativos nem ridículos como os anteriores. Este tipo gosta do sentimento dos gostos e dos comentários dos amigos quando partilha que vai aqui ou acolá. Não se sabe tudo sobre eles, mas um fim-de-semana fora do normal, uma viagem a um sítio novo, uma saída com amigos ou uma comida diferente são sempre objecto de publicação. Estes, apesar de tudo, toleram-se.
E depois há os que têm Facebook só-porque-sim. Por razões de trabalho, por causa da utilidade dos grupos, para ver notícias e, claro, para saber das vidas dos outros tipos, que não se podem queixar destes serem coscuvilheiros porque, afinal, são eles que se escarrapacham nas redes sociais. Este é o tipo que nunca publica nada, nunca partilha nada e cujo perfil não tem nada de novo nem interessante há mais de um ano!
Eu estou ali na linha que separa o segundo tipo do terceiro. O meu perfil é capaz de estar igual há uns três meses. Não altero a foto de perfil desde Novembro. Nunca publico nada quando passeio, não partilho onde é que ando nem mesmo se sair do país. Às vezes, muito raramente, publico uma foto já tirada há muito tempo mas sempre sem legendas nem localizações. E quando alguma música me toca em particular, se estiver bem-disposta nesse dia, sou capaz de a partilhar no perfil. De resto, não faço mais nada a não ser jogar Candy Crush, ler notícias, seguir imensas páginas de coisas diferentes, ver infografias e vídeos, atacar-me de rir com as coisas que outras pessoas publicam e já está.
E vocês, de que tipo são?

sexta-feira, 22 de abril de 2016

50 meses


Eu tenho um amor. Que é o meu maior e melhor amor.
Obrigada por tantos [mas tão poucos] meses ao teu lado.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

histórias de uma estagiária #2

Ontem chegou uma senhora à farmácia e dirigiu-se ao meu balcão para ser atendida. A conversa foi assim:
Cliente (C): Boa tarde. ... bla bla bla... porque eu já lhe notei uns bichinhos, já vi que tem lá qualquer coisa, e queria alguma coisa para desparasitar.
A parte do bla bla bla não ouvi eu, porque ou sou muito surda [sou!] ou as pessoas não falam, abichanam [também!].

Eu (E): Quer algo para desparasitar internamente, a nível intestinal?

C: Sim, é isso.

E: Mas desculpe, não percebi... é para um cão ou para um gato?

C: Huuuummm... (compasso de espera) é para o meu filho!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Coisas que eu gosto

Almofadas. Quando me deito e tenho três, quatro, cinco almofadas na cama, sou logo uma pessoa mais feliz. Sinto-me mais aconchegada, mais quentinha, mais-melhor-bem. Não sei explicar, mas estes objectos fascinam-me.
Um dia quero ter uma cama bem grande e decorá-la com imensas almofadas, se possível tudo a condizer com o quarto e as com estações do ano. A ideia de ser eu a fazê-las, ou melhor dizendo, a forrá-las com tecidos e outros materiais, também me agrada bastante.
Gosto muito de ver uma cama com almofadas neutras misturadas com outras de padrões diferentes, tudo em tons semelhantes e em harmonia.