sempre que vou jantar a casa do dito-cujo é bacalhau. é tanto bacalhau, que até perco a vontade de lá ir.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
A arte de tirar açúcar ao café
Eu adoro café. E não só adoro, como me vejo obrigada a bebê-lo todos os dias, sob pena de se instalar, ali pela hora do meio dia, uma dor de cabeça infernal. É o meu único vício e noto bem a abstinência.
Sempre o tomei com açúcar, por norma um pacote. De vez em quando lá punha menos um bocadinho, mas sem açúcar é que não dava. In-tra-gá-vel, assim descrevia se me atrevia a beber o café sem estar doce.
Depois vi uma reportagem sobre os malefícios do açúcar e ouvi uma especialista a dizer "Daqui a uns anos vamos ver o açúcar da mesma forma que hoje vemos o tabaco". E aquilo bateu forte. O açúcar? Igual ao tabaco? Tenho que começar a cortar. E como o meu namorado já abandonou o açúcar do café há muitos anos, decidi que me ia juntar a esse grupo.
Se foi fácil? Não foi. Quis começar logo à bruta, a beber sem açúcar nenhum. Não conseguia, que horror. Mas fui tirando aos poucos, fui diminuindo cada vez mais o sabor doce, depois lá voltava ao pacote todo quando me esquecia desta minha luta. Também fui bebendo cafés mais fracos e pouco intensos, para me adaptar melhor ao sabor puro do café sem sentir a falta do açúcar.
E hoje lembrei-me de colocar uma colher de chá mal cheia de açúcar e, "que horror", este café enjoa-me e sabe-me mal. Não dá mesmo!
Devagar, devagarinho, consegui desabituar-me de adocicar o café e já não consigo beber com açúcar. O mesmo é válido para quem queira deixar de fumar. Vocês vão lá.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
A parte que eu mais gosto
é que as pessoas vão ao meu Facebook e não conseguem saber nada da minha vida. Se eu trabalho, se não trabalho. Se fiz Erasmus, se não fiz Erasmus. Se estou em viagem, se estou por casa. Se namoro, se não namoro. Se saí à noite, se não saí à noite. Se estou viva, se estou morta.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Uma curiosidade sobre mim
Eu sou uma filha da Natureza. Bem, isso todos somos! Mas quando digo isto assim, o que eu quero dizer é que sou uma amante da Natureza, uma protectora dos animais, uma zeladora da saúde e equilíbrio dos ecossistemas.
Eu sou aquela pessoa que, desde que me lembro de existir, adoro ver programas de animais. O BBC Vida Selvagem, que ainda agora começou na SIC, os programas do Discovery Channel e do National Geographic. Aquela pessoa que coleciona, desde criança, livros sobre o mar, sobre os animais, sobre a vida no planeta Terra.
Eu sou aquela amiga chata que passa a vida a melgar os amigos porque atiram os maços de tabaco pelo vidro do carro fora [grr, odeio], ou que ordeno que apanhem os frascos de iogurte que acabaram de atirar para o chão, ou que estou sempre a dizer "Vocês respeitem o planeta que será dos vossos filhos e netos... e que poderá ser o vosso se dele cuidarem!"
E depois sou aquela apaixonada por tudo o que seja da terra. As flores, os cogumelos, todas as plantas de tantas formas e cores diferentes. Apaixonada pela horta do meu pai, cheia de morangos bem vermelhos, de couves enormes e muito verdes, de piripiris de todas as cores.
Sou uma apaixonada pelas estações do ano, essa maravilha da Natureza. Pelo Outono que pinta as árvores de tantas cores bonitas, que faz crescer o musgo e os fungos nos restos da folhagem. Pela Primavera, pelos primeiros raios de Sol, pelos sardões que se aquecem nos muros quentes, pelas árvores sem folha a dar os primeiros sinais de vida. Pelo Verão, pelo mar, pelo Sol, pelas conchas e búzios que adoro apanhar na maré baixa. Pelas estrelas do mar roxas das praias da Figueira da Foz. Pelo Inverno, pela geada caída nas folhas das ervas que resistem ao frio, pelos flocos bem desenhados em cima dos trevos.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
f o d a - s e ! ! !
Estou naquele momento em que escrevo, apago, reescrevo, volto a apagar, procuro artigos de que preciso, não encontro nada do que preciso, passo o dia a trabalhar mas chego ao fim do dia e acho que não fiz nada.
AHHHH, que desespero!
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