Fiz. Faço. Farei.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

f o d a - s e ! ! !

Estou naquele momento em que escrevo, apago, reescrevo, volto a apagar, procuro artigos de que preciso, não encontro nada do que preciso, passo o dia a trabalhar mas chego ao fim do dia e acho que não fiz nada.
AHHHH, que desespero!

domingo, 31 de janeiro de 2016

Não ter dois dedos de testa

Uma pessoa em constante taquicardia, com insónias frequentes, num estado de ansiedade absurdo. Claro que isto não é o tipo de coisas que me dê todos os dias, mas raios partam, eu estou a escrever uma monografia!!! Ou melhor... eu deveria estar a escrevê-la. Acontece que as coisas não me fluem, as palavras não saem, as ideias não tomam forma e o tempo, esse passa a voar e em menos de umas quantas semanas eu tenho que ter tudo concluído, impresso e entregue.
Mas parece que as pessoas à minha volta, quanto mais sabem que eu só me posso dedicar a isto [e a respirar, vá!], mais me procuram e me querem contar das suas vidas e problemas sentimentais.

Parem de me telefonar, parem de me ligar de outros números a ver se cola, a ver se eu caio e tenho que levar com vocês na mesma. Parem de querer enfiar-me as vossas crises de namoro e fazer de conta que eu não tenho um trabalho duro em mãos. Parem de ser egoístas com os vossos males de amor, que o meu não vai melhor e eu não vos incomodo para me darem conselhos e secarem as lágrimas.
Os meus problemas resolvo-os EU, e jamais vos procuro se souber que vou roubar tempo e interromper as vossas tarefas importantes. Jamais vos incomodo e ligo a todas as horas para desabafar as minhas tristezas se souber que estão cheios de stress para acabar uma monografia. Jamais vos fodo a puta da paciência quando isto já o faz que chegue.
Epaaaa!!! Façam de conta que eu morri.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Freaking out Friday

Tirei o dia para me dedicar à monografia. Achava eu que, por esta altura, já podia ter metade do trabalho escrito, assim na loucura.
É verdade que não passei o dia a olhar para o balão. Estive sempre a fazer pesquisas, a ler artigos e a destacar o mais importante, a reorganizar a estrutura do trabalho [mas aposto que ainda não fica assim] e por aí adiante. Mas são quase cinco da tarde e, espremidinho, não fiz nada.
Está bem que o que fiz foi importante e útil, mas em termos práticos, ou seja, em páginas escritas, não deu em nada. Foi a mesma coisa que ter estado a ver a novela ou a dormir.
Bolas pá! O tempo a passar, eu a ver o mês de Fevereiro cheio de coisas para fazer fora do âmbito da monografia, mas às quais não posso fugir, eu cada vez mais confusa e desorganizada com este trabalho, sem saber por onde começar... O stress a instalar-se, o medo de não ter tudo pronto a tempo a apoderar-se de mim, o mau-humor, a irritação que as pessoas me começam a causar por me fazerem perguntas e me fazer perder tempo [o que, na realidade, é só uma parvoíce da minha parte...], a vontade de desistir e esperar que o Espírito Santo faça o trabalho por mim [conta com essa!!!], o AAAAAAAAAAHHHHHHH.
Rezem por mim.

sábado, 23 de janeiro de 2016

boas colegas com sabor a caril

Na passada Quinta-feira fui experimentar o Mint Leaf - Indian Brasserie, um restaurante de comida indiana em Coimbra. Ao tempo que queria lá ir e a oportunidade surgiu para comemorar o aniversário de uma das minhas colegas da farmácia.
O jantar, uma mistura de frango, arroz basmati, coco, queijo, sabores de menta, açafrão, coentros, caril e muitos outros, acompanhado com uma maravilhosa limonada de lima e xarope de açúcar, estava delicioso.
Fiquei cheia e muito satisfeita com o serviço. O preço é relativamente caro mas também pedimos comida de mais. Se pedíssemos um prato a menos, ficaríamos igualmente bem por pouco mais de 10 euros.

Mas bem, mais do que cheia e satisfeita com a comida, fiquei realmente cheia de bons sentimentos e muito, muito agradecida por ter tido tamanha sorte com as colegas da farmácia. Éramos só quatro, ficando a faltar outras pessoas com quem me dou muito bem e de quem gosto muito.
De qualquer modo, não posso deixar de referir o quanto me ri e diverti com aquelas três moças. Foi uma noite muito bem passada, muito rica de gargalhadas, desabafos, partilha de sentimentos, preocupações, ideias e conselhos. Foi uma noite recheada de boa vibe e, de tal maneira me sentia feliz, que vinha no carro, de regresso a casa, a rir-me sozinha e de coração cheio.

Aquele terrível momento...

... em que o utente te pergunta "Oh menina, este medicamento é para quê?" e tu, sem ter a certeza absoluta, respondes o que te ocorre naquela milésima de segundo e... ACERTAS!!!
Ufa. Viva a Farmacologia e viva a intuição. Mas foda-se, que se te enganas é que é o caraças.