Fiz. Faço. Farei.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

"As vezes é necessário excluir pessoas, apagar lembranças, jogar fora o que machuca, abandonar o que nos faz mal, se libertar de coisas que nos prendem, olhar para frente e enxergar a imensidão de caminhos ao nosso redor. Espere sempre o melhor, prepare-se para o pior e aceite o que vier. Ouse, arrisque, não desista jamais e saiba valorizar quem te ama, esses sim merecem seu respeito."
- autor desconhecido

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Queria poder dizer

"Tanto fiz que agora tanto faz", mas estaria a mentir. Tento-me convencer que o assunto é indiferente, que depois deste tempo todo há que seguir em frente e aprender a lição que a vida me quis dar mas a verdade é que me custa acabar com isto assim, de forma radical e sem uma conversa. Eu podia seguir em frente, podia, mas não sem uma conversa, um diálogo final para pôr tudo em pratos limpos, limpar o coração e a alma das mágoas que aqui moram. E depois sim, seguia a minha vida em paz. Embora tantos anos deitados para o lixo em tão poucos meses sejam difíceis de esquecer. E é quando mais queremos ultrapassar os problemas que mais memórias e obstáculos surgem...

:(

Quando vi que aquela missão custava tanto dinheiro... fiquei de coração partido. Eu tenho um sonho mas os nossos sonhos não se concretizam se nada fizermos. Só que é muito difícil quando as coisas dependem do dinheiro. Dinheiro esse que eu não tenho e muito custa a ganhar aos meus pais [a minha mãe teria de trabalhar quase meio ano para conseguir pagar-me o programa todo]. Talvez passe por mim arranjar esse dinheiro, de alguma forma. Só me faltam ideias.

spartoo.pt


Eu vi-as em saldos. Achei-as lindas. Coloquei um desconto de dez euros que ganhei. E mandei-as vir. Só estou à espera que cheguem. Obrigada mamã!

Today's quote

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Comer bem - e à borla!

Participei numa actividade recreativa do meu Município, a convite da minha Junta de Freguesia. Não ganhámos... ficámos até muito mal classificados! Mas temos um Presidente para lá de espectacular que nos pagou uma jantarada hoje. Já comi, estou satisfeita e ainda venho a salivar pelas batatas-fritas... nham!
[E pensar eu que não me apetecia nada sair de casa nem jantar fora... croma!]

domingo, 4 de agosto de 2013

festas de "família"

cada vez gosto menos de encontros de família. aquela que vive longe e só se encontra em ocasiões de festa, aquela que mal conheço, de quem não sou minimamente próxima. os tios afastados, os tios dos tios, os primos quase casados, os filhos dos primos casados... depois que sabem que namoro [como se isso fosse qualquer coisa de outro mundo!] não se cansam de me bombardear com perguntas. "e de onde é que ele é?",  "e como se chama?", "e o que é que ele faz?", são sempre as mesmas questões. que canseira. depois juntam-se os garotos, troçam e riem-se entre dentes, fazem comentários típicos de crianças que vêm a maldade em tudo, especialmente no namoro. mas os adultos são piores, porque estão sempre a gozar e a atirar papaias. eu já não tenho paciência para os ouvir. nem muito menos para aturar a maioria das pessoas que se junta nessas festas porque, apesar de família, aquela gente não me diz nada. mas hoje é o aniversário da minha prima e o melhor é começar a preparar os ouvidos. até logo!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

feliz aniversário meu amor.

tem momentos que penso se estou no caminho certo. mesmo passados quase dois anos, tem dias em que ainda me pergunto se terei tomado a decisão correcta e se fiz bem ter avançado com as coisas. são poucos os momentos e acontecem, sobretudo, quando algo em ti choca com os meu princípios, com a minha maneira de ser, com as minhas regras ou, outras vezes, com o meu estado de espírito. não gosto quando não me entendes como mulher, quando não aceitas as minhas más-disposições sem razão aparente, quando reclamas dos meus queixumes sobre a vida ou sobre os nossos "amigos". fico chateada quando me dizes a verdade daquela forma tão tua ou quando disparatas comigo por eu dizer sempre a mesma coisa, repetir-me insistentemente ou porque falo sempre os mesmos assuntos. fico mesmo mal quando te enervas e ficas agitado, quando queres bater nas portas para acalmar os nervos e quando discutes sem motivos para tal. nestas alturas pergunto-me onde é que me vim meter? e se mereço isso. fico abalada, triste, sinto-me pequena e de coração partido.
mas depois penso em todas as vezes que estamos juntos e me agarras com uma intensidade que só tu sabes, me puxas para ti e me beijas como se não houvesse amanhã. penso no teu olhar aberto e brilhante, fixado no meu. penso em todos os momentos únicos que tivemos, em todos os obstáculos e pessoas que conseguimos derrubar. penso em todas as gargalhadas, em todas as brincadeiras, em todas as vezes que nos divertimos à séria. recordo os nossos passeios, aquele que fizemos a pé perto da minha casa e aquele outro na Serra, bem longe de tudo e todos, naquele magnífico lugar onde nos amámos tanto. penso em todas as vezes em que somos um só e nos deliciamos de prazer. nas vezes em que me dizes amo-te ao ouvido, com a tua pele a tocar na minha. penso nas conversas que temos, nas vezes em que me ouves e em como me sabe bem que o faças, mesmo que não tenhas nada para dizer. penso em tudo o que fazes por mim, todas as boleias, todas as viagens até minha casa para estarmos juntos uma hora ou duas.
por isto que escrevo, e por muito mais que não escrevo, concluo que ter-te é, certamente, a minha maior sorte. percebo que valem a pena todas as discussões, todas as lágrimas, todas as saudades porque, no fim, resolvemo-nos, abraçamo-nos e seguimos em frente. e eu, hoje, jamais conseguiria seguir em frente sem ti.