Fiz. Faço. Farei.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Felicidade é

Baixar em mim o maior sono deste mundo, após o almoço, e poder dormir uma sestinha no sofá sem a preocupação de ter alguma coisa para fazer.

as festas já não são o que eram ou como a idade muda a nossa forma de estar

Festas: nunca fui de ir a muitas mas, quando ia, adorava. Ansiava que o dia chegasse, ouvia músicas todo o dia, quer fosse para aprender letras quando ia a concertos, quer para começar a entrar no espírito e "ficar com a pica toda". Eu adorava dançar, saltar de um lado para o outro, cantar imenso e, no fim, tinha sido sempre uma diversão daquelas inesquecíveis. Havia dores de pernas mas havia também aquele sentimento de ter valido a pena.
Agora, ou as festas não são o que eram ou eu é que já perdi o espírito que tinha para curtir a noite toda. Mesmo quando fico entusiasmada e acredito que vou ter uma noite como as que tinha antigamente, saio sempre um bocadinho defraudada.
Começo a achar que já estou velha para estas andanças. Em tempos, ia a concertos de bandas que não me diziam muito e aproveitava até ao fim. Agora, mesmo que vá ver algo que goste ou a uma festa onde esteja ambiente e música que convidem a dançar, farto-me rápido. Verdade seja dita que há muito que não tenho a melhor companhia para aproveitar as festas como antes. Mas acho é que, com o tempo, estou a perder a pica para noitadas em grande.
Só espero que, aos vinte e cinco, não seja daquelas que nunca quer sair de casa nem para tomar café com o namorado.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Pronto, nada feito

Após muitos contactos, muitos e-mails, muitos telefonemas, já não me restam opções para fazer estágio. Não sei que raio aconteceu em Coimbra que, este ano, todas as entidades recusaram estagiários. Como a minha zona não é propriamente rica em serviços farmacêuticos, sejam eles quais forem e, dado que ainda não posso conduzir, a oferta ficou mesmo limitada. Assim sendo, rendo-me às evidências: este ano não estagio, não trabalho, não faço nada. Ao menos tenho a consciência que fiz tudo o que podia e tentei todas as hipóteses. Mas não dependia só de mim. A ver se penso no que fazer nos próximos 30 dias. Alguém tem ideias?

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Ando sem vontade de escrever. E sem assunto que mereça importância.

Xô, diabinhos desta vida

Parece que alguém me rogou uma praga por causa do estágio. Por mais que eu não conte nada da minha vida nem ande por aí a pôr foguetes antes da festa, há sempre alguém que fica roído de inveja e depois as coisas não acontecem. Confesso que não gosto de ter este género de pensamentos mas dadas as voltas que este assunto já deu, não consigo pensar de outra forma. Estamos numa nova fase do processo, vamos esperar uma resposta breve [e positiva].

sábado, 27 de julho de 2013

A verdade, verdadinha

Eu queixo-me que o meu pai parece que não acompanhou o meu crescimento e a minha idade. Às vezes, muitas vezes, vê-me como a sua menina, a bebé, a filha linda e que tem que ser protegida dos malvados desta vida. Eu costumo reclamar, sobretudo quando as atitudes dele revelam uma mente fechada e retrógrada, não me permitindo fazer as coisas mais normais e aceitáveis - para os meus 21 anos.
Mas depois... depois ponho-me a pensar que eu, muitas vezes, também sou uma verdadeira menina do papá e só Deus sabe o que me custa estar longe de casa.

Não me venham com tretas

um homem de camisa...





... é um Homem de camisa.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Então é assim

O meu blogue está equipado com um "GPS" virtual, que me permite saber, exactamente, quem me visita e onde e como cá chega e todas essas coisas fantásticas e maravilhosas. Que me servem, claro está, para investigar quem cá aparece que viva perto de mim, de terras que eu conheço e onde há pessoas que me conhecem.
Se me aparecem IPs de Lisboa, do Porto, de Faro... é igual. Mas quando alguém das vizinhanças e redondezas aqui chega, fico logo de orelhas no ar. Eu mudei de blogue porque já tinha muitos cuscos no outro lado, que não tinham nada que saber da minha vida. Claro que, se eu a escrevo, estou sujeita a que descubram. Mas aqueles sabiam porque eu, a determinado momento, decidi revelar que escrevia um blogue e pumba! - foi um tiro até que uma dúzia de pessoas andassem lá a meter o bedelho.
Agora fui ver o meu "GPS" e dei de caras com visitas recorrentes de endereços, no mínimo, estranhos. Eu, que não contei a ninguém deste novo blogue, será que tenho gente tããão interessada na minha vida e que me dá tanta importância que me procurou por aí até conseguir aqui chegar? Mau, Maria. Não têm vida própria?! Então arranjem e desapareçam daqui.