Fiz. Faço. Farei.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ontem fiz bolachinhas. Alguém quer?

[antes do forno]

[depois do forno]

Atendimento telefónico da UC:

VÃO-SE TODOS FODER! INÚTEIS! INCOMPETENTES! PARASITAS! ANORMAIS!

já mete nojo

Nos últimos dias abri a caixa de e-mail mais vezes do que as que respirei. Ai não duvidem!
Espero duas notas que teimam em não sair. Já vamos a passar dos "dez dias úteis" que os professores dispõem para lançá-las mas respeito por nós e pelo regulamento não é nada com eles.
Depois espero a merda do resultado do estágio, que a demorar tanto tempo, até parece prenúncio de que não vem aí boa notícia. Isto só a mim.

um recado ao dito-cujo

Eu sou tão hot que posso desnaturar as tuas enzimas!
Toma lá!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

terça-feira, 9 de julho de 2013

Estragar tudo

Passei! Passei! Passei!


Este semestre deixei apenas uma cadeira para recurso. Era muita matéria [aquilo era um "livro", mãe do céu!], mas ia ter tempo de estudar, caso a época normal corresse na perfeição. Mas chumbei a dois exames e isso atrapalhou-me a vida.
Então adiantei o estudo e tentei gerir tudo da melhor forma. Entretanto saíram as notas da época normal e entrei em pânico. O que era aquilo? A pauta tinha páginas corridas a chumbos e havia alguns 10 e 11. Foi um choque. Para mim e para quem lá tinha ido. Com questões a descontar e uma correcção exigente e apertadíssima, estava tudo a pôr-se a jeito para eu chumbar também. E aquela gente ainda tinha outra oportunidade para tentar, enquanto que eu, que faltei ao primeiro exame, ou passava no recurso ou ficava a cadeira para o ano.
O que me estava a atormentar eram os créditos. Eu tenho bolsa de estudo e todos os anos, na época de exames, esta é a minha maior preocupação. Estou sempre a contar ECTS, a ver quantos é que posso deixar, a tentar organizar-me para conseguir fazer tudo [isso é sempre o principal] mas, na pior das hipóteses, para não deixar mais do que o permitido.
Pronto! A nota saiu, estou mais aliviada e descansada. Até me tremiam as mãos quando fui abrir a pauta, tal era o medo. Eu tinha noção que me tinha corrido mais ou menos bem. Não foi uma maravilha de exame e fiz lá muitas asneiras. Mas também tinha consciência que não arrisquei demasiado, só respondi ao que sabia porque num exame a descontar mais vale assim. Não foi uma grande nota e tenciono melhorar. Eu adorei esta cadeira, aprendi imenso e sei que consigo mais. Este ano já não posso fazer nada, mas quem sabe para o ano. Ou depois, isso logo se vê.
Estou a radiar de contentamento. Passei! Passei! Passei! E isso, por agora, é mesmo o mais importante. Obrigada!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Como passar menos tempo no computador


Já o tenho desde que fiz anos, há uns bons 5 meses. Foi-me oferecido pelo dito-cujo e ainda o comecei a ler. Mas vieram as frequências, depois as reuniões sucessivas do carro, a preparação da Queima e os exames e nunca mais lhe toquei. Meti-o para uma prateleira qualquer e lá ficou, a apanhar pó.
Mas hoje, cansada das horas que passo em frente ao computador, e porque as férias são mesmo a única altura em que uma pessoa se pode dedicar a fazer tudo o que gosta [inclusive a ler], vou retomar a leitura. De certeza que vou adorar, afinal a Margarida é sempre a Margarida.

Sou-vos muito sincera [outra vez]

Tenho medo que os cuscuvilheiros do outro lado me descubram aqui, apesar de ninguém saber que tenho este espaço novo.

é isso