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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

empreendeDORismo

Participar num Congresso Científico é uma oportunidade fantástica de conhecer pessoas que se dedicam a investigar os mais variados assuntos, que partilham as suas experiências com aqueles que, sendo alunos, têm muitas dúvidas sobre o que é o mundo lá fora e que não sabem o que é o mercado de trabalho, de competitividade e de sucesso.
Hoje, na sequência de uma actividade dessas, "conheci" mais uma pessoa daquelas que valem a pena, pelo menos à primeira impressão. Uma mulher que se atirou à incerteza de um negócio e, depois de muitos suores, está a singrar como fundadora de uma empresa de renome, e que se dedica a aproveitar os recursos do nosso país para fazer dinheiro.
Admiro imenso estas pessoas que se lançam aos leões. Admiro quem não tem medo, quem é louco o suficiente para ir contra os obstáculos e lutar por aquilo em que acredita e que quer muito ver concretizado. E quem não sabe quantos são os obstáculos?
Um dia, também gostava de ser como elas. Ter artigos científicos publicados com o meu nome, ser convidada para dar palestras a auditórios cheios, descobrir, inventar e inovar! Mais do que a remuneração (a verdade é que isso seria só um bónus), eu queria ter sucesso com os frutos do meu trabalho, do meu esforço, do meu tempo investido em um objectivo. Gostava de ser reconhecida como alguém dedicado, inteligente, capaz.
Mas depois olho à minha volta e parecem só existir entraves - a falta de dinheiro, a falta de quem acredite em mim, as burocracias, a documentação. Às vezes, nem sequer me sinto suficientemente inteligente para poder, algum dia, ter um cargo importante na minha área. Estou a tirar um curso há 4 anos e é como se ainda fosse aluna do 1º ano: eu não sei nada, sinto-me insegura para questionar ou até para responder ao que eu sei.
Imagino-me, muitas vezes, no lugar daquelas pessoas que adoro ouvir palestrar mas, às vezes, faltam-me forças para acreditar em mim mesma. E tenho medo que isso se instale de tal maneira que, mesmo com todas as ferramentas para avançar, não seja capaz de tirar as ideias da gaveta.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Diz que o drástico é que resulta

E parece que diz bem. Cá em casa, tive de impor regras "drásticas" de maneira a conseguir a colaboração das colegas nas limpezas e arrumação da cozinha. Fui sempre boa e condescendente e no que é que isso deu? Balbúrdia a toda a hora. A nossa cozinha assemelhava-se a um campo de batalha. Era loiça suja e lavada em cima das bancadas, aparecia de tudo no ralo do lava-loiça, lixo a transbordar do caixote e mais coisas que não importa referir.
Disseram-me que, se fosse sempre amiguinha, nunca ia conseguir chegar a lado nenhum. Então transformei-me em Gordon Ramsay [sabem, o mauzão da "Hell's Kitchen"?] e, até ver, andam a portar-se muito bem. Anda tudo mais limpo, asseado e arrumadinho, tal como se quer.
Por enquanto, não quero pôr os foguetes antes da festa porque, na prática, ainda não ouve tempo para perceber se as medidas vão resultar. Mas depois começo a pensar que, na vida, eu também devia ser drástica, sobretudo quando as pessoas fazem de mim parva. Não devia ser má [não sou nem conseguia ser] mas devia impor mais "regras" porque a verdade é que nós somos tratados como deixamos que nos tratem.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

de regresso à Vida

Acabo de fechar a mala e sorrio. Estou oficialmente de partida para Coimbra, desta vez para ficar. Apesar de não saber o que me espera quando chegar - mapas de limpeza, reuniões, as mesquinhices das imigas da ala - estou ansiosa por começar, a sério, o ano lectivo.
Quero e preciso, agora mais do que nunca, de me ocupar e distrair, de começar a acordar a pensar na aula que vou ter a seguir, de adormecer com as saudades do meu amor, de adiantar aquele assunto pendente desde as férias, de estar com os meus amigos.
Olá Coimbra! Please be good to me.

sábado, 6 de julho de 2013

Este fim-de-semana [se eu pudesse...]

Ia à praia com o dito-cujo. Era uma maravilha de fim-de-semana!
Levávamos o lanche, fazíamos um piquenique ao almoço e namorávamos nas horas complicadas do calor, debaixo de uma árvore na floresta. Oh, que bem me sabia estar agora a banhos, a apanhar conchas ou a bronzear a pele salgada.
Mas o moço foi trabalhar os dois dias seguidinhos. À noite não podemos ir passear ou comer um gelado, que ele nem a casa vai.
Meses complicados estes. Uns porque trabalham todos os dias da semana, outros porque se cansam de não ter nada para fazer. Mas é Verão a sério, e isso é que importa!