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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
terça-feira, 26 de novembro de 2013
Hoje foi o dia
Um dia vou a pé desde a Cruz de Celas até ao Fórum e regresso, novamente a pé, de noite e com muito frio, até à estação de comboios. Hoje foi o dia.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
É exactamente assim comigo
"Perdi muito tempo até aprender que não se guarda as palavras, ou você as fala, as escreve, ou elas te sufocam."
- Clarice Lispector
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Diz que o drástico é que resulta
E parece que diz bem. Cá em casa, tive de impor regras "drásticas" de maneira a conseguir a colaboração das colegas nas limpezas e arrumação da cozinha. Fui sempre boa e condescendente e no que é que isso deu? Balbúrdia a toda a hora. A nossa cozinha assemelhava-se a um campo de batalha. Era loiça suja e lavada em cima das bancadas, aparecia de tudo no ralo do lava-loiça, lixo a transbordar do caixote e mais coisas que não importa referir.
Disseram-me que, se fosse sempre amiguinha, nunca ia conseguir chegar a lado nenhum. Então transformei-me em Gordon Ramsay [sabem, o mauzão da "Hell's Kitchen"?] e, até ver, andam a portar-se muito bem. Anda tudo mais limpo, asseado e arrumadinho, tal como se quer.
Por enquanto, não quero pôr os foguetes antes da festa porque, na prática, ainda não ouve tempo para perceber se as medidas vão resultar. Mas depois começo a pensar que, na vida, eu também devia ser drástica, sobretudo quando as pessoas fazem de mim parva. Não devia ser má [não sou nem conseguia ser] mas devia impor mais "regras" porque a verdade é que nós somos tratados como deixamos que nos tratem.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
ao sétimo semestre de vida (académica)
Parece que estou farta disto! No começo de mais um ano, quando ainda está tudo no início, sinto-me cansada. Não me refiro a um cansaço físico, mas antes falta de ânimo, de entusiasmo, de determinação. Falta-me vontade de fazer coisas, de entrar no ritmo, de organizar o meu horário e a minha vida. As responsabilidades crescem em cima dos meus ombros, empurrando-me para baixo. Os problemas já começaram, outros ainda estão pendentes desde as férias. Tudo por culpa de terceiros, que se fosse por minha não me podia queixar...
Ao mesmo tempo, a vida académica também já me cansa. Só fui a Coimbra hoje, porque era hoje o dia de escolher horário. Aceitei, a muito custo, um convite para jantar amanhã com colegas do carro da Queima. A praxe já não me diz muito, o jantar de curso deste ano passou em falso, as pessoas aborrecem-me e ainda só estamos no início.
Sei que este sentimento se deve ao facto de ter passado os últimos meses em casa, sem fazer nada de especial. Rotinei o corpo e mente a não fazer nenhum, a dormir mais de dez horas por dia, a deixar tudo para depois e agora está-me a custar adaptar à velocidade dos dias.
Ainda assim, sei que o regresso só me vai fazer bem. Preciso imenso de ter actividade, de me mexer, de andar de um lado para o outro a tratar das minhas coisas [os meus glúteos agradecem!]. Preciso de matar as muitas saudades das amigas, pôr milhares de assuntos em dia e desanuviar. Sobretudo e principalmente, desanuviar de memórias tristes e cinzentas, de pessoas más e ingratas, de "amigos" que nunca mereceram esse adjectivo. Preciso de sair, de me divertir, de ter a cabeça ocupada com tudo e mais alguma coisa e de estudar, claro, que não posso andar dez anos para acabar o curso.
Ainda me falta tanto para andar que, se começar a cair agora, chego toda partida ao fim do percurso. Se é para aproveitar o que falta, então que seja já!
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Hoje estou numa de escrever
Saber reconhecer quem são os nossos amigos talvez seja algo que se ganhe com a idade. Ou com a experiência, que é quase sempre o mesmo que mentalidade.
Com o passar do tempo, tenho cada vez mais cautela com as pessoas e sinto, ao conviver com elas, que não me posso iludir com as primeiras conversas, com os primeiros encontros ou saídas nem tão pouco com as primeiras confidências. Sempre chega o momento em que, por qualquer razão, nos desiludimos e ficamos de coração partido. Porque não chegam dias, não chegam meses nem chega uma vida para conhecermos, verdadeiramente, as pessoas com quem nos damos. Isto se, alguma vez, conseguirmos estar ao lado delas uma vida...
Em tempos, chamava amigo às pessoas mais próximas, com quem saía à noite ou ia tomar um café, com quem partilhava meia dúzia de momentos da vida e com quem podia contar para este ou aquele favor. Mas agora percebo que nem sequer há descrição para definir o que é um amigo.
Eu pensava que tinha muitos, talvez uns dez. Se, há uns anos, os pusesse numa árvore e fizesse deles maçãs, quase todos, hoje, tinham caído de podres. Com o passar dos anos, sinto que não tenho tantos amigos assim. Não sei se chego a ter três amigos verdadeiros, daqueles que me compreendem incondicionalmente, que me aceitam como sou, que me ajudam e me pedem ajuda sem segundas intenções, que me mimam e amam de coração. Quanto amigos tenho, não sei. Mas sei, felizmente e finalmente, que amigos eu não tenho.
sábado, 10 de agosto de 2013
Está decidido
Quando ganhar o meu primeiro ordenado, vou tratar dos meus dentes. Não quero morrer com a falha ao meio e microdontias e coisas que tais. Mas isto daqui a uns dez anos, no mínimo!
quarta-feira, 31 de julho de 2013
as festas já não são o que eram ou como a idade muda a nossa forma de estar
Festas: nunca fui de ir a muitas mas, quando ia, adorava. Ansiava que o dia chegasse, ouvia músicas todo o dia, quer fosse para aprender letras quando ia a concertos, quer para começar a entrar no espírito e "ficar com a pica toda". Eu adorava dançar, saltar de um lado para o outro, cantar imenso e, no fim, tinha sido sempre uma diversão daquelas inesquecíveis. Havia dores de pernas mas havia também aquele sentimento de ter valido a pena.
Agora, ou as festas não são o que eram ou eu é que já perdi o espírito que tinha para curtir a noite toda. Mesmo quando fico entusiasmada e acredito que vou ter uma noite como as que tinha antigamente, saio sempre um bocadinho defraudada.
Começo a achar que já estou velha para estas andanças. Em tempos, ia a concertos de bandas que não me diziam muito e aproveitava até ao fim. Agora, mesmo que vá ver algo que goste ou a uma festa onde esteja ambiente e música que convidem a dançar, farto-me rápido. Verdade seja dita que há muito que não tenho a melhor companhia para aproveitar as festas como antes. Mas acho é que, com o tempo, estou a perder a pica para noitadas em grande.
Só espero que, aos vinte e cinco, não seja daquelas que nunca quer sair de casa nem para tomar café com o namorado.
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