... que passam a vida a contar fofocas e deixam o mais importante para um canto. mas qual é a admiração? afinal, com tanta preocupação com o que é secundário, como podem ter tempo para o que é prioritário?
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terça-feira, 19 de agosto de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
um pensamento
se eu tivesse que estudar outra coisa qualquer, já tinha estudado quase tudo. se fossem coisas interessantes e úteis do curso, já tinha feito alguma coisa, já tinha aproveitado o tempo. agora esta cadeira... opa, sinceramente! para além de não haver vontade, não há qualquer entusiasmo, ânimo. não consigo perceber a utilidade, não me consigo aplicar nem interessar minimamente. ando a perder tempo, eu sei. mas não há quem aguente. depois também penso que sentia isto com as orgânicas, com a estatística e... consegui! apliquei-me, tentei e consegui passar. acho que se me aplicar agora, se me empenhar, também hei-de conseguir. caraças, tenho que conseguir! mas no primeiro semestre apliquei-me e trabalhei e não deu em nada. foi porque fomos roubadas na correcção, convenço-me cada vez mais disso. tudo contribui para que não haja vagar nenhum para estudar isto. pensar no que, juntas, estudámos para a primeira frequência e depois as nossas notas não foram superiores a cinco valores. a sério? estudámos em grupo, eu tinha o apoio das colegas. mas agora não tenho ninguém. nem sequer há aulas teóricas na internet. estou sozinha nisto, entregue à bicharada e a um passo de atirar tudo ao ar e deixar esta cadeira por fazer este ano. mas também sei que desistir sem tentar é mau demais...
sexta-feira, 11 de julho de 2014
e uma vontade?
está um calor infernal. estou com uma moleza incrível. sinto-me de férias. não encontro as aulas teóricas da cadeira. a quem é que apetece estudar, nestas condições?
quarta-feira, 9 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
terça-feira, 10 de junho de 2014
Vade Retro Satana
Sabem aquelas pessoas que na faculdade passam por vocês e viram a tromba cara para baixo? Aquelas que ao longe nos identificam e quando passam por nós já estão no lado contrário só para não nos dizer nada? Assim como se não nos conhecessem, como se nunca tivessem falado ou convivido connosco. Pois são essas que, insistentemente, me fazem pedidos de amizade no Facebook! Eu rejeito, elas enviam novamente. Eu rejeito, elas tentam mais uma vez.
AHAHAH, seriously? Estão à espera que vos aceite, é? Podem tirar o cavalinho da chuva.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Sobre [não] dormir
Como sabem aqueles que me vêm lendo há algum tempo, eu vivo numa residência de estudantes universitários. E lá, partilhamos o quarto com outra pessoa.
Sinceramente, é algo que já acho normal. Eu digo às pessoas que é apenas uma questão de hábito. Mas com o passar do tempo, pequenos defeitos e falhas da minha colega fazem-me impressão, incomodam-me. Ou é o barulho, ou é a luz ligada, é querermos ter paz e sossego e não poder, é querermos ir ver um filme com o namorado e não dar, é a desarrumação e falta de asseio da parte dela que me fazem pôr os cabelinhos em pé. Mas isso, com mais ou menos condescendência, lá se vai ajustando e ultrapassando.
O que eu não consigo ultrapassar nem resolver são as noites da rapariga! Pois que ela ressona que dá medo. É horrível! Isto não acontecia com grande frequência nem tão pouco até me conseguir acordar. Mas nas últimas semanas, eu não sei o que é uma noite bem dormida. Sabem o que é estar aterrada de sono e não conseguir adormecer devido ao barulho que ecoa no quarto? Ainda por cima um som alto, irritante, cíclico, ritmado? Não é um mero respirar intenso, não é um respirar ofegante quando ela está de barriga para cima. Antes fosse só isso. Ela ressona forte e feio! Nem o meu pai ressona com tanto vigor.
E eu, que faço? Bem, mexo em tudo o que faz barulho e... ela nada. Abro e fecho a porta vezes seguidas e... ela nada. Ponho música alta e... ela nada. Chamo-a e grito "heeeeeeeeeeeeyyyyyyyyyy" dentro do quarto e... ela lá se mexe mas continua a ressonar. Só me falta saltar para cima dela, abaná-la ou coisa que o valha para conseguir que se cale. E, mesmo assim, tenho cá as minhas dúvidas.
Eu sei que ela não tem culpa, afinal de contas está a dormir e não faz aquilo conscientemente. Compreendo que se deite cansada [não sei de fazer o quê...], que tenha uma anatomia desequilibrada que a obrigue a fazer barulho quando dorme. Mas bolas, e eu? Que faço à minha vida, às minhas noites, ao meu descanso? Agora tento sempre ir dormir antes dela, pelo menos para conseguir adormecer. Mas chegam-se ali as seis da manhã, quando ela está ao rubro, e acordo com o ressono. E fico ali, às meias horas e em vão, a tentar que ela se vire e se cale 5 minutos para eu adormecer novamente. Também não tenho que não dormir só porque ela faz aquilo sem querer, certo? Também tenho direito ao meu sossego e a dormir em paz e sossego. É uma frustração, a sério. Já não sei o que fazer... nem como dormir em condições.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Trabalhos de grupo - PORQUÊ?
Sou uma egoísta e uma vaidosa, assumo. Mas trabalhos em grupo, não obrigada, eu faço sozinha! E acreditem que faço bem melhor do que com desajudas. Ou então, na melhor das hipóteses, fico com aqueles colegas que não gostam de fazer nenhum e assim trato do trabalho como se fosse só meu, com a diferença que leva os nomes de todos.
Sou muito metódica no que diz respeito a trabalhos. Gosto de ser exigente comigo mesma e, quando mete mais gente, tento transmitir alguma responsabilidade. Mas nem sempre é fácil e depois as coisas não ficam exactamente como eu quero e gosto - no mínimo, que não haja erros ortográficos!
Mas há. Desses e de todos os tipos: formatações do pior que eu já vi, letras grandes e pequenas e itálicos e negritos, erros científicos (OH-MEU-DEUS!!!) e, para juntar à festa, colegas de grupo que deixam tudo para a última e, quando dão por ela, não o podem fazer porque têm não sei o quê combinado. A sério, pessoas? Estamos em que nível, mesmo?
É por isto que eu detesto cada vez mais estes trabalhos que, no fim de contas, não têm peso nenhum na avaliação. Se nos querem dar trabalho, ao menos inventem outras coisas mais dinâmicas porque trabalhos de grupo são sempre a mesma fantochada.
É por isto que eu detesto cada vez mais estes trabalhos que, no fim de contas, não têm peso nenhum na avaliação. Se nos querem dar trabalho, ao menos inventem outras coisas mais dinâmicas porque trabalhos de grupo são sempre a mesma fantochada.
quinta-feira, 6 de março de 2014
O Universo a conspirar...
Comprei, há uns bons meses, um daqueles vouchers para um fim-de-semana a dois. Na altura, agendei para Dezembro e depois tive que adiar porque não me apetecia perder um fim-de-semana das "férias" para ir passear. Tinha mais é que estudar.
Então alterei a data e ficou para finais de Março. Estava tudo bem, até saber que calha no fim-de-semana que antecede uma frequência. Que raio de sorte a minha!
Falta de civismo ou tu para lá caminhas!
Uma pessoa que viaja nos autocarros públicos assiste a muitas coisas. De certeza que quem utiliza regularmente este serviço tem uma história para contar. Eu já me ri, já me apeteceu vomitar, já quis fugir dali com medo e até já andei num que teve um acidente no meio do trânsito de Coimbra.
Mas nunca me tinha apetecido esbofetear ninguém como me apeteceu hoje. Pois que ia muito bem sentada uma mulher, com os seus cerca de 35 anos, quando estavam alguns três ou quatro idosos de pé, mal seguros aos ferros existentes e prestes a cair a cada curva do caminho. Um senhor com 60 e tal anos até se levantou para dar o lugar a um outro homem, visivelmente dificultado. E a lontra ali sentada, como se não fosse nada com ela.
Se alguém olhou para mim naquele momento, certamente que reparou na minha expressão feroz e irritada. Depois considerei que podia estar enganada a respeito dela, não fosse a mulher ter alguma deficiência ou, eventualmente, estar gravidíssima. Analisei: a única barriga que vi era mesmo pneu. Só se fosse manca, coxa, torta...
Depois, por acaso, saímos as duas na mesma paragem e lá ia ela, toda vaidosa em cima dos seus saltos altos, armada em carapau de corrida. Se calhar queria só descansar os chispes, havia de estar muito cansada!
Fiquei danada. O pobre do homem ali, a fazer um esforço enorme para se manter em pé e ela nem se mexeu. Que indiferença. E uma grande falta de respeito.
Pensei para mim que um dia chega a vez dela...
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Exames em números
Quando funcionamos por expectativas, é difícil geri-las se elas ficam defraudadas.
Eu trabalhei todo o ano para uma disciplina que adoro, interessei-me por mais do que era exposto nas aulas, fui participativa e empenhada. Organizei-me muito bem, fiz resumos e tabelas para complemento ao estudo e estive sempre a par dos conteúdos leccionados. Estudei oito dias seguidos e puff... tive 16.
Para muitos, é uma nota espectacular. É uma fasquia elevada [sobretudo porque houve algumas reprovações] e difícil de atingir. Acredito que seja até motivo de quem-me-dera para alguns. Mas para mim, que estava cheia de confiança, foi só um 16.
Soube-me bem, tendo em conta o panorama geral de notas de recurso mas, ao mesmo tempo, ficou aquém da minha esperança e do meu "ego académico". Afinal de contas, um número é tão relativo...
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Há um mês...
... à espera de notas de exames. Daqui a mais acaba o 2º semestre e ainda não sei se passei nas cadeiras no 1º.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Seriously?!
Ainda na Sexta-feira tive o meu último exame e já tenho aulas? Porque é que este ano não tivemos direito a uns dias de descanso? Arre, que assim é sempre a andar!!!
O que vale é que daqui a uns dias vou-me vingar com uma pinta do caraças.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
E saírem as notas?
A competência dos professores universitários é assim qualquer coisa a atirar para o... ridículo? Até a pessoa mais baldas desta vida consegue ser mais responsável que eles. Sim, porque aquelas pessoas que deixam tudo para a última, que andam sempre a adiar o que têm para fazer, que pagam as facturas no último dia... ao menos fazem-no no último dia. Mas os professores, no que respeita ao assunto disponibilizar notas de exames, nem no último dia do prazo estipulado. Calma... prazo quê? O que é um prazo? Ah, desculpem, esqueci-me que nem sabem o que isso é. Prazos é coisa que não existe para aquela gente.
Admiro-me como é que têm moral para nos apregoar e, às vezes, até pedir, "sentido de responsabilidade", "eficácia", "direitos e deveres", "cumprimento de tarefas" e depois são os primeiros a fazer tudo ao contrário. Bem, já dizia o médico, faz o que eu digo e não o que eu faço!
domingo, 19 de janeiro de 2014
sem MMS :(
Há uns três meses atrás mudei de tarifário de telemóvel. O serviço até que é bem barato e vantajoso mas... não inclui MMS grátis.
Really? Então mas eu adoro enviar fotos! E enviar imagens que encontro na net! E escrever textos enormes ao ponto da mensagem mudar para formato multimédia! Pois, estás com azar, o tarifário é assim e vais ter que perder a mania.
Pronto, não se pode querer tudo, não é? E mais vale não ousar enviar uma aqui e outra acolá que no fim das contas perco a noção de quantas vezes o fiz e depois vem uma factura, como a do último mês, com mais 5 euros para pagar!!! Sad story.
sábado, 7 de dezembro de 2013
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
usa... mas não abusa
Como sabem, eu vivo numa residência. Partilho o quarto com uma amiga mas eu e ela costumamos dizer, com agrado, que este é o quarto do povo. Por tudo e por nada, param aqui mais umas quantas amigas que vêm estudar, comer, conversar, vêm preparar-se quando saímos juntas à noite e até vêm passar o fim-de-semana quando eu me ausento.
Tudo isto porque, como é óbvio, elas são nossas amigas, temos confiança umas com as outras mas, acima de tudo, porque eu e a minha roommate permitimos que elas o façam. Mas, no mínimo, há limites. Diria eu!
Uma coisa é o à-vontade de estarem aqui e de baterem à porta a qualquer hora e por qualquer razão. Outra coisa - que me tira do sério - é entrarem aqui sem baterem à porta! Foi o que acabou de acontecer: uma delas chegou aqui, meteu a mão no puxador e estava preparadíssima para entrar. Assim, de qualquer maneira! O que me vale é que me tranco quando estou sozinha e não quero ser incomodada. Se, por alguma razão, não quisesse ser interrompida, tinha de levar com ela. Mas afinal isto é o quê? O quarto é meu e, ainda assim, eu bato quando quero entrar (não vá a minha colega estar a fazer alguma coisa comprometedora...). E estas meninas pensam que isto é entrar e pronto!
Tudo isto porque, como é óbvio, elas são nossas amigas, temos confiança umas com as outras mas, acima de tudo, porque eu e a minha roommate permitimos que elas o façam. Mas, no mínimo, há limites. Diria eu!
Uma coisa é o à-vontade de estarem aqui e de baterem à porta a qualquer hora e por qualquer razão. Outra coisa - que me tira do sério - é entrarem aqui sem baterem à porta! Foi o que acabou de acontecer: uma delas chegou aqui, meteu a mão no puxador e estava preparadíssima para entrar. Assim, de qualquer maneira! O que me vale é que me tranco quando estou sozinha e não quero ser incomodada. Se, por alguma razão, não quisesse ser interrompida, tinha de levar com ela. Mas afinal isto é o quê? O quarto é meu e, ainda assim, eu bato quando quero entrar (não vá a minha colega estar a fazer alguma coisa comprometedora...). E estas meninas pensam que isto é entrar e pronto!
domingo, 1 de dezembro de 2013
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Entre marido e mulher...
Um casal de amigos está ali na tangente entre acabar uma relação de muitos anos e ir arrastando um namoro onde não há beijos, onde não existe diálogo, onde mais depressa se ouve um "vai para o caralho" do que "estás linda(o) hoje".
Apesar da distância que nos últimos tempos se criou entre nós, e de uma série de assuntos mal resolvidos, continuo a gostar muito dos dois, a considerá-los grandes amigos e, como tal, a querer muito vê-los juntos e felizes.
Falo mais com ela, que me conta o que se passa entre eles, que desabafa comigo que não aguenta a situação mas que, ao mesmo tempo, não consegue tomar uma atitude e fazer alguma coisa pela relação.
No entanto, como amiga, e sabendo que um rapaz nunca se vai chegar à frente para falar dos problemas no namoro, há em mim uma vontade de ter uma conversa com ele, de lhe dar um pouco na cabeça [ele merece!!!], de o ajudar ou, simplesmente, de ouvi-lo. Parece-me que, acima de tudo, ele precisa de ser ouvido, de ter alguém que esteja do lado dele, que se mostre importado e consiga, pelo menos, dar-lhe mais clareza. Podia não ser capaz disto tudo, mas tentava. Como amiga, sinto que me "compete" ajudá-lo, seja de que forma for.
Mas depois vem-me aquela ideia de que entre marido e mulher, não se mete a colher. E a verdade é que já ouvi ele dizer a ela, entre dentes, e depois de ela ter estado a falar comigo, "agora conta-lhe tudo da nossa vida...". Franzi o sobrolho, principalmente porque detestei o tom que ele usou. Fiquei a pensar que ele não quer que eu saiba das coisas, que não tenho nada a ver com isso. Na verdade, não tenho. Mas quero ajudá-los porque os adoro e parte-me o coração saber que um namoro de quase dez anos vai acabar por estupidez de duas cabeças duras e teimosas. Será que, nestas situações, não se mete mesmo o nariz ou mais vale fazer o que me vai no coração e meter atrás das costas aquilo que o povo diz?
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
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