Fiz. Faço. Farei.

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sábado, 31 de maio de 2014

na aproximação ao Dia da Criança

Acabei de colocar no pulso três pulseiras de elásticos.
E desengane-se quem pensa que isso é coisa de crianças, que ainda ontem vinha uma senhora no comboio, com os seus 75 anos, a fazer daquilo a pontapé. Uma loucura dos oito aos oitenta!
Chamem-me o que quiserem mas eu estou radiante. Andava sempre à espera de alguém que me oferecesse uma, assim como quem não acha que eu tenho 22 anos, até que a minha prima resolve vir aqui a casa com os braços cheios daquilo. Fiquei-lhe com três, giras que só elas.
E é isto que tenho a dizer na véspera do Dia da Criança.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Para se ser, não basta ser

pro·fes·sor |ô| (latim professor-oris)substantivo masculino1. Aquele que ensina uma arteuma actividadeuma ciênciauma línguaetc.2. Pessoa que ensina em escolauniversidade ou noutro estabelecimento de ensino. = DOCENTE5. Entendidoperito.adjectivo6. Que ensina.
"professor", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/professor [consultado em 31-03-2014].

Se há aulas a que eu não me permito faltar este semestre são as de Farmacologia.
Primeiro, porque são a base do curso! É disto que eu vou precisar quando sair daqui e tiver de me lançar num estágio e na vida profissional. É de Farmacologia que o curso é feito e, como tal, é disto que eu tenho de perceber.
Mas depois, e acima de tudo, porque trago de lá sumo, essência e conteúdo. É isto que vale a pena quando estamos a tirar um curso - sair da aula com tudo entendido! E atenção, eu escrevi "entendido" e não sabido (que pode bem querer dizer decorado).
Com professoras que não o são apenas de título, mas que o são porque sabem cativar um auditório, porque explicam as coisas para nós percebermos, porque têm mil e um métodos fortíssimos de nos prender a atenção e, mesmo que não queiramos, saímos de lá a saber alguma coisa.
Não basta ser professor. Isso qualquer um é! Mas ensinar, isso nem todos sabem fazer.
Obrigada, cara professora!

terça-feira, 18 de março de 2014

Ser feliz com alfaces e sementes

Viver numa residência tem a vantagem de nos cruzarmos com pessoas muito diferentes, desde a maneira de ser até à forma como se alimentam.
Aqui em casa existem colegas que toda a semana comem a mesma sopa, o mesmo arroz e a mesma feijoada, porque foi o que trouxeram de casa no fim-de-semana e, como tal, é de lá que se servem todas as refeições [confesso que não entendo como aguentam]. Outras comem tostas mistas e pizzas e douradinhos e lasanhas e salsichas quase sempre. E depois há quem cozinhe: umas (onde eu me insiro) cozinham tudo e mais alguma coisa. Fazemos comida que lembra a casa das nossas avós ao Domingo de manhã, comida rica e saborosa, que deixa cheiro no corredor. Abusamos nos temperos, fazemos batatas, massas, saladas, sopas, tudo o que houver e o que não faltam são ideias. As outras são as colegas "bio". Comem tudo muito verde, tudo muito vegetal e natural. Alimentam-se de sementes, cogumelos e ervas aromáticas e bebem aqueles sumos de frutas e legumes que agora estão na moda.
Foi à custa destas colegas, as biológicas cá do sítio, que me deixei levar pela curiosidade de experimentar o que elas comem e tentar ter refeições mais saudáveis. Então, quando me lembro, compro uma ou outra coisa diferente e vejo como me dou. Comecei pela linhaça, rica em fibras, mas aquilo sabe tão mal e não achei que tivesse efeito nenhum que desisti. Depois passei aos iogurtes magros com fruta, ao lanche. São uma delícia e a verdade é que saciam como um pão com ovo [o melhor lanche de sempre!]. Outro dia comi, às colheres, sementes de aveia de uma amiga e adorei. Já comprei para mim e só me apetece comer daquilo a toda a hora. Deito umas colheres no iogurte, na sopa e nas saladas e sabe-me pela vida.
Realmente começo a olhar para o outro lado e percebo que a comida à base de verduras e sementes pode ser muito mais interessante e saborosa do que o que eu pensava. É tudo uma questão de experimentar e ser criativa e, por isso, vou continuar a minha descoberta nesta aventura da comida biológica e, sem dúvida, muito mais saudável.




segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Voltei, inteira e viva

O dito-cujo fez-me uma surpresa e aqui estou eu, regressada de um fim-de-semana em cheio passado na Serra da Estrela e no interior do país. Por causa do temporal que se previa [e que se fez sentir fortemente no Domingo, enquanto regressávamos] estava cheia de medo de ir. Mas estava tudo marcado, ainda por cima íamos com outro casal de amigos e, visto o tempo estar mais ou menos composto no Sábado de manhã, lá nos metemos a caminho.
Passámos o dia na Serra da Estrela coberta de neve, embora só tenhamos conseguido subir até às Penhas da Saúde. Depois seguimos em direcção ao Sabugal, tendo ficado alojados numa casa típica de pedra, muito simpática e acolhedora.
No Domingo tivemos um pouco de azar com a chuva, que nos impediu de visitar o Castelo e a região. Mas fomos para a Covilhã, depois parámos na Guarda e só então fizemos o caminho de regresso a casa.
Felizmente correu tudo bem e, certamente, havemos de repetir a experiência na Primavera. Mais uma vez, aqui fica a minha recomendação para visitarem o nosso magnífico Portugal.

Uma das muitas cascatas que vimos no percurso.

A neve nas Penhas da Saúde.

Passeio na serra tem que ter o típico queijo.

Castelo de Sabugal.

O Sol a espreitar junto ao Hotel Serra da Estrela.

Pormenores em Sortelha.

Pratos de faiança na decoração da nossa casa.

Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

A neve junto ao Centro de Limpeza de Neve.

Sé da Guarda.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Cliché?

Quanto mais esperamos das pessoas, menos elas nos conseguem dar.
As minhas duas amigas deram-me os parabéns! Afinal de contas, foi uma vitória que eu somei. Mas de quem esperamos uma palavra bonita, um parabéns dito de forma diferente, é quem se anula e faz de conta que não tem nada a ver com isso. Na verdade, não tem. Nem sei para que fui contar...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Melhor amigo

(...) Não há números para contar, não há tempo, não há espaço nem há modo. Há apenas a minha pessoa, a minha palavra e o meu coração, que eu sei que tu mimas e proteges. Há a minha felicidade e gratidão por conhecer alguém como tu e por saber que também gostas muito de mim. Há a minha confiança e a minha garantia de que o que é nosso, é nosso. E o que é nosso é tão bonito e é tão grande que não vai caber na próxima página. Por isso vou terminar já.

Muitos parabéns, amigo.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Bons velhos tempos

Desde que saí do outro sítio que não sabia o que era somar seguidores ou ter muitos comentários.
Hoje chego aqui e tenho três seguidores novos [woow!] e seis comentários para aprovar. Obrigada, gente! O blogue é meu e existe por mim mas não vos vou mentir - isto sem vocês não era a mesma coisa.
Mil beijos!

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Parabéns Cristiano Ronaldo!

Confesso que não sou uma pessoa muito ligada ao futebol mas não posso deixar de agradecer ao nosso Cristiano pelo orgulho com que deixa cada português. Pelo orgulho com que me deixou a mim, neste momento.
Acabei de ver a entrega da Bola de Ouro e estou arrepiada: o beijo à sua Irina, a emoção da mãe e as lágrimas dele, que mal conseguia falar... Um momento lindo e, sem dúvida, inesquecível.
Obrigada Cristiano! Obrigada por seres grande e mostrares aos outros que em Portugal há pessoas que merecem ser reconhecidas.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

as saudades que vocês dizem ter daqui

Nunca percebi bem o que me motivou a desligar do blogue. Na verdade, o outro é que era o meu sítio, apesar de isto ter mais a ver com alma do que com o espaço virtual.
Se calhar foi isso, se calhar perdi a alma e, depois disso, a vontade. Antigamente, tudo me servia para vir aqui. As novidades atrapalhavam-se, eu tinha sempre algo em mente para publicar. Agora, parece que nada me serve de assunto e nunca tenho aquela vontade enorme de chegar a casa e querer escrever alguma coisa.
Por vezes, quando me lembro, dou uma vista de olhos nos cantinhos que mais gosto, embora nem comente. Outro dia, andei a ler um dos sítios que me é mais querido e fiquei verdadeiramente feliz com as novidades. É isto que nos dá este lado dos blogues - o carinho e empatia por alguém que está do outro lado, que nós nem sabemos exactamente quem é, mas por quem sentimos pura amizade. É saber que temos sempre lá aquela pessoa, aquele amigo.
Confesso ter saudades disto. Confesso ter vontade de voltar, de escrever tudo e mais alguma coisa, do mais idiota ao mais profundo. Confesso ter saudades de vos ouvir, de vos receber. E como tenho vindo a receber comentários que mostram, também, as saudades que vocês têm de mim e da vida que havia aqui, prometo e espero voltar em breve. Portanto, até amanhã!

sábado, 21 de setembro de 2013

Carrossel (às vezes dá-me para isto)

Odeio montanhas russas. Odeio alturas, voltas em loop e coisas parecidas. Só a ideia de ter os pés a mais de 10 metros da terra dá-me calafrios. Mas a vida, quase sempre, é um carrossel: umas vezes lá em cima, umas vezes cá em baixo.
Felizmente tenho um amor que está sempre comigo. Senta-se ao meu lado, dá-me a mão e abraça-me nas partes piores, quando a carruagem está lá em cima e, de repente, cai disparada no chão. Tenho um amor que me puxa para cima, apesar de eu gostar muito de ter os pés assentes no solo. É um sonhador, um empreendedor. O que eu empurro para baixo, ele puxa para cima. O que eu enterro, ele desterra. Eu sou chão, ele é nuvens. E eu, que nunca gostei de montanhas russas, às vezes gosto de ir às nuvens com ele...

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

ao sétimo semestre de vida (académica)

Parece que estou farta disto! No começo de mais um ano, quando ainda está tudo no início, sinto-me cansada. Não me refiro a um cansaço físico, mas antes falta de ânimo, de entusiasmo, de determinação. Falta-me vontade de fazer coisas, de entrar no ritmo, de organizar o meu horário e a minha vida. As responsabilidades crescem em cima dos meus ombros, empurrando-me para baixo. Os problemas já começaram, outros ainda estão pendentes desde as férias. Tudo por culpa de terceiros, que se fosse por minha não me podia queixar...
Ao mesmo tempo, a vida académica também já me cansa. Só fui a Coimbra hoje, porque era hoje o dia de escolher horário. Aceitei, a muito custo, um convite para jantar amanhã com colegas do carro da Queima. A praxe já não me diz muito, o jantar de curso deste ano passou em falso, as pessoas aborrecem-me e ainda só estamos no início.
Sei que este sentimento se deve ao facto de ter passado os últimos meses em casa, sem fazer nada de especial. Rotinei o corpo e mente a não fazer nenhum, a dormir mais de dez horas por dia, a deixar tudo para depois e agora está-me a custar adaptar à velocidade dos dias.
Ainda assim, sei que o regresso só me vai fazer bem. Preciso imenso de ter actividade, de me mexer, de andar de um lado para o outro a tratar das minhas coisas [os meus glúteos agradecem!]. Preciso de matar as muitas saudades das amigas, pôr milhares de assuntos em dia e desanuviar. Sobretudo e principalmente, desanuviar de memórias tristes e cinzentas, de pessoas más e ingratas, de "amigos" que nunca mereceram esse adjectivo. Preciso de sair, de me divertir, de ter a cabeça ocupada com tudo e mais alguma coisa e de estudar, claro, que não posso andar dez anos para acabar o curso.
Ainda me falta tanto para andar que, se começar a cair agora, chego toda partida ao fim do percurso. Se é para aproveitar o que falta, então que seja já!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Lado bom da vida

Depois de escrever o post anterior, fui ver este vídeo, que tem corrido mundo. Uma lição de vida que nos ensina a sermos bons sem reservas, a darmos de nós pelos outros, a entregar-mo-nos ao próximo. Sempre acreditei que o bem que fazemos, recebemos a dobrar. Já fiz muito por pessoas que não mereceram, mas não me arrependo. E, conhecendo-me como me conheço, era capaz de repetir, mesmo sabendo que elas nunca me saberiam agradecer ou acarinhar. Não importa... afinal, faço-o porque me sinto bem com isso, porque me está no coração a vontade e disponibilidade de ajudar os outros. O que eles fazem com isso já é problema deles.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

spartoo.pt


Eu vi-as em saldos. Achei-as lindas. Coloquei um desconto de dez euros que ganhei. E mandei-as vir. Só estou à espera que cheguem. Obrigada mamã!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

feliz aniversário meu amor.

tem momentos que penso se estou no caminho certo. mesmo passados quase dois anos, tem dias em que ainda me pergunto se terei tomado a decisão correcta e se fiz bem ter avançado com as coisas. são poucos os momentos e acontecem, sobretudo, quando algo em ti choca com os meu princípios, com a minha maneira de ser, com as minhas regras ou, outras vezes, com o meu estado de espírito. não gosto quando não me entendes como mulher, quando não aceitas as minhas más-disposições sem razão aparente, quando reclamas dos meus queixumes sobre a vida ou sobre os nossos "amigos". fico chateada quando me dizes a verdade daquela forma tão tua ou quando disparatas comigo por eu dizer sempre a mesma coisa, repetir-me insistentemente ou porque falo sempre os mesmos assuntos. fico mesmo mal quando te enervas e ficas agitado, quando queres bater nas portas para acalmar os nervos e quando discutes sem motivos para tal. nestas alturas pergunto-me onde é que me vim meter? e se mereço isso. fico abalada, triste, sinto-me pequena e de coração partido.
mas depois penso em todas as vezes que estamos juntos e me agarras com uma intensidade que só tu sabes, me puxas para ti e me beijas como se não houvesse amanhã. penso no teu olhar aberto e brilhante, fixado no meu. penso em todos os momentos únicos que tivemos, em todos os obstáculos e pessoas que conseguimos derrubar. penso em todas as gargalhadas, em todas as brincadeiras, em todas as vezes que nos divertimos à séria. recordo os nossos passeios, aquele que fizemos a pé perto da minha casa e aquele outro na Serra, bem longe de tudo e todos, naquele magnífico lugar onde nos amámos tanto. penso em todas as vezes em que somos um só e nos deliciamos de prazer. nas vezes em que me dizes amo-te ao ouvido, com a tua pele a tocar na minha. penso nas conversas que temos, nas vezes em que me ouves e em como me sabe bem que o faças, mesmo que não tenhas nada para dizer. penso em tudo o que fazes por mim, todas as boleias, todas as viagens até minha casa para estarmos juntos uma hora ou duas.
por isto que escrevo, e por muito mais que não escrevo, concluo que ter-te é, certamente, a minha maior sorte. percebo que valem a pena todas as discussões, todas as lágrimas, todas as saudades porque, no fim, resolvemo-nos, abraçamo-nos e seguimos em frente. e eu, hoje, jamais conseguiria seguir em frente sem ti.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

terça-feira, 9 de julho de 2013

Passei! Passei! Passei!


Este semestre deixei apenas uma cadeira para recurso. Era muita matéria [aquilo era um "livro", mãe do céu!], mas ia ter tempo de estudar, caso a época normal corresse na perfeição. Mas chumbei a dois exames e isso atrapalhou-me a vida.
Então adiantei o estudo e tentei gerir tudo da melhor forma. Entretanto saíram as notas da época normal e entrei em pânico. O que era aquilo? A pauta tinha páginas corridas a chumbos e havia alguns 10 e 11. Foi um choque. Para mim e para quem lá tinha ido. Com questões a descontar e uma correcção exigente e apertadíssima, estava tudo a pôr-se a jeito para eu chumbar também. E aquela gente ainda tinha outra oportunidade para tentar, enquanto que eu, que faltei ao primeiro exame, ou passava no recurso ou ficava a cadeira para o ano.
O que me estava a atormentar eram os créditos. Eu tenho bolsa de estudo e todos os anos, na época de exames, esta é a minha maior preocupação. Estou sempre a contar ECTS, a ver quantos é que posso deixar, a tentar organizar-me para conseguir fazer tudo [isso é sempre o principal] mas, na pior das hipóteses, para não deixar mais do que o permitido.
Pronto! A nota saiu, estou mais aliviada e descansada. Até me tremiam as mãos quando fui abrir a pauta, tal era o medo. Eu tinha noção que me tinha corrido mais ou menos bem. Não foi uma maravilha de exame e fiz lá muitas asneiras. Mas também tinha consciência que não arrisquei demasiado, só respondi ao que sabia porque num exame a descontar mais vale assim. Não foi uma grande nota e tenciono melhorar. Eu adorei esta cadeira, aprendi imenso e sei que consigo mais. Este ano já não posso fazer nada, mas quem sabe para o ano. Ou depois, isso logo se vê.
Estou a radiar de contentamento. Passei! Passei! Passei! E isso, por agora, é mesmo o mais importante. Obrigada!