Fiz. Faço. Farei.

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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Calendário

Saiu ontem o calendário do próximo ano lectivo. Fiquei contente: ao contrário do que esperava, as aulas não começam a um de Setembro, mas sim a oito, o que me permite fazer uma semana de pausa entre o final do estágio e o começo do semestre.
Tivesse eu dinheiro [aqueles 400 euros ainda me estão aqui a causar mossa...] e ia viajar com o dito-cujo. Como não tenho, vou pôr a ideia das férias de lado e nessa semana organizo o ano que se aproxima, para o qual tenho muitas ideias e projectos em mente... Tomara conseguir encaminhar-me para os concretizar.

terça-feira, 15 de julho de 2014

um pensamento

se eu tivesse que estudar outra coisa qualquer, já tinha estudado quase tudo. se fossem coisas interessantes e úteis do curso, já tinha feito alguma coisa, já tinha aproveitado o tempo. agora esta cadeira... opa, sinceramente! para além de não haver vontade, não há qualquer entusiasmo, ânimo. não consigo perceber a utilidade, não me consigo aplicar nem interessar minimamente. ando a perder tempo, eu sei. mas não há quem aguente. depois também penso que sentia isto com as orgânicas, com a estatística e... consegui! apliquei-me, tentei e consegui passar. acho que se me aplicar agora, se me empenhar, também hei-de conseguir. caraças, tenho que conseguir! mas no primeiro semestre apliquei-me e trabalhei e não deu em nada. foi porque fomos roubadas na correcção, convenço-me cada vez mais disso. tudo contribui para que não haja vagar nenhum para estudar isto. pensar no que, juntas, estudámos para a primeira frequência e depois as nossas notas não foram superiores a cinco valores. a sério? estudámos em grupo, eu tinha o apoio das colegas. mas agora não tenho ninguém. nem sequer há aulas teóricas na internet. estou sozinha nisto, entregue à bicharada e a um passo de atirar tudo ao ar e deixar esta cadeira por fazer este ano. mas também sei que desistir sem tentar é mau demais...

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Oh meu rico São João


Gostava muito. Aos anos que ando para ir ao Porto nesta altura e nunca posso. Normalmente são os exames que impedem mas, desta vez, é mesmo o facto do tempo estar uma verdadeira MERDA porcaria. Quem é que anda na rua com um temporal e um frio destes? Cruzes, credo!

sábado, 21 de junho de 2014

É festa!

No secundário tive uma professora, por sinal de Português, que era uma grande nódoa a... Português. Irónico, não? Mas é verdade. Durante uma única aula, 90 minutos, portanto, nós podíamos ouvir de tudo: "Prontos meninos, vamos lá começar a trabalhar!". Ou então "Maria, ouvistes o que eu disse?". A mulher até era boa pessoa, mas de Português ela não sabia nada.
A juntar a isso, tinha pouco de profissional. Fizemos poucos testes mas, os que fizemos, raramente os recebemos de volta. E que é das notas do dia da auto-avaliação? "Pois... hum... eu vou ver aqui nos meus apontamentos... nos meus cadernos... o x teve 11, o y teve 12, o z teve 13". Era mais ou menos assim. Havia um colega meu que dizia que ela dava as notas atirando os testes para cima da cama. Os que caíssem no chão tinham más notas e os que caíam na cama tinham boas notas. De facto, o critério bem podia ser esse. Ou esse ou dava boas notas a quem achava mais bonito.
Mas bem, esta conversa veio a propósito de que saíram as notas de uma cadeira. E aquela pauta, para além de ser o mais informal que eu já vi ao nível do ensino superior, tem as notas quase todas iguais! Oi? Será que as pessoas copiaram todas umas pelas outras? Ao menos são todas altas, valha-nos isso. Há gente que, às tantas, nunca provou um dezassete ou um dezoito e também merecem. Mas comecei a pensar que o professor da cadeira fez da mesma maneira que fazia a minha antiga professora de Português: atirou para cima da cama os nossos exames, deu 18 a quem caiu na cama e 17 aos exames que ficaram no chão. Infelizmente o meu caiu no chão, o safado. Mas antes o exame do que eu...

terça-feira, 10 de junho de 2014

Vade Retro Satana

Sabem aquelas pessoas que na faculdade passam por vocês e viram a tromba cara para baixo? Aquelas que ao longe nos identificam e quando passam por nós já estão no lado contrário só para não nos dizer nada? Assim como se não nos conhecessem, como se nunca tivessem falado ou convivido connosco. Pois são essas que, insistentemente, me fazem pedidos de amizade no Facebook! Eu rejeito, elas enviam novamente. Eu rejeito, elas tentam mais uma vez.
AHAHAH, seriously? Estão à espera que vos aceite, é? Podem tirar o cavalinho da chuva.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Sobre [não] dormir

Como sabem aqueles que me vêm lendo há algum tempo, eu vivo numa residência de estudantes universitários. E lá, partilhamos o quarto com outra pessoa.
Sinceramente, é algo que já acho normal. Eu digo às pessoas que é apenas uma questão de hábito. Mas com o passar do tempo, pequenos defeitos e falhas da minha colega fazem-me impressão, incomodam-me. Ou é o barulho, ou é a luz ligada, é querermos ter paz e sossego e não poder, é querermos ir ver um filme com o namorado e não dar, é a desarrumação e falta de asseio da parte dela que me fazem pôr os cabelinhos em pé. Mas isso, com mais ou menos condescendência, lá se vai ajustando e ultrapassando.
O que eu não consigo ultrapassar nem resolver são as noites da rapariga! Pois que ela ressona que dá medo. É horrível! Isto não acontecia com grande frequência nem tão pouco até me conseguir acordar. Mas nas últimas semanas, eu não sei o que é uma noite bem dormida. Sabem o que é estar aterrada de sono e não conseguir adormecer devido ao barulho que ecoa no quarto? Ainda por cima um som alto, irritante, cíclico, ritmado? Não é um mero respirar intenso, não é um respirar ofegante quando ela está de barriga para cima. Antes fosse só isso. Ela ressona forte e feio! Nem o meu pai ressona com tanto vigor.
E eu, que faço? Bem, mexo em tudo o que faz barulho e... ela nada. Abro e fecho a porta vezes seguidas e... ela nada. Ponho música alta e... ela nada. Chamo-a e grito "heeeeeeeeeeeeyyyyyyyyyy" dentro do quarto e... ela lá se mexe mas continua a ressonar. Só me falta saltar para cima dela, abaná-la ou coisa que o valha para conseguir que se cale. E, mesmo assim, tenho cá as minhas dúvidas.
Eu sei que ela não tem culpa, afinal de contas está a dormir e não faz aquilo conscientemente. Compreendo que se deite cansada [não sei de fazer o quê...], que tenha uma anatomia desequilibrada que a obrigue a fazer barulho quando dorme. Mas bolas, e eu? Que faço à minha vida, às minhas noites, ao meu descanso? Agora tento sempre ir dormir antes dela, pelo menos para conseguir adormecer. Mas chegam-se ali as seis da manhã, quando ela está ao rubro, e acordo com o ressono. E fico ali, às meias horas e em vão, a tentar que ela se vire e se cale 5 minutos para eu adormecer novamente. Também não tenho que não dormir só porque ela faz aquilo sem querer, certo? Também tenho direito ao meu sossego e a dormir em paz e sossego. É uma frustração, a sério. Já não sei o que fazer... nem como dormir em condições.

sábado, 26 de abril de 2014

Conclusão de outro dia

Há por aí muita menina linda, sempre na moda e equipadas com tudo o que as lojas vendem, graças às maroscas que lá fazem dentro. Diz que levam tudo quanto podem para os vestiários, enfiam em qualquer sítio e, como muitas das coisas não têm alarmes, ninguém dá por nada.
É muita vaidade para tão pouca honra...

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Pulinhos de felicidade

Que seria de mim se não pinasse? É verdade que não pino todos os dias, quanto mais não seja porque nem sempre apetece. Mas pino com alguma frequência, digamos que várias vezes por semana. Realmente, é algo que me dá prazer. É relaxante, agradável e viciante. Estava sem pinar há algumas semanas e ontem, quando me deu uma enorme vontade, não consegui. Foi todo um esforço e nada, não conseguia pinar de maneira nenhuma.
Bem, finalmente hoje recuperei a minha conta do Pinterest e já posso pinar como se não houvesse amanhã! Uhhh que maravilha!!!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Aiiiiii! Segurem-me, que eu vou-me a eles!!!









Opa! Então não é que caí na loucura de ir ver o site da Pandora e estou a ficar doida com estes anéis? Eu?! Que nem sequer uso anéis?! A sério, isto não me está a acontecer!
Estou prestes a cometer uma loucura... Espero que isto amanhã me passe, caso contrário acho que vou perder a cabeça e amor a uns trocos!

quinta-feira, 6 de março de 2014

O Universo a conspirar...


Comprei, há uns bons meses, um daqueles vouchers para um fim-de-semana a dois. Na altura, agendei para Dezembro e depois tive que adiar porque não me apetecia perder um fim-de-semana das "férias" para ir passear. Tinha mais é que estudar.
Então alterei a data e ficou para finais de Março. Estava tudo bem, até saber que calha no fim-de-semana que antecede uma frequência. Que raio de sorte a minha!

Falta de civismo ou tu para lá caminhas!

Uma pessoa que viaja nos autocarros públicos assiste a muitas coisas. De certeza que quem utiliza regularmente este serviço tem uma história para contar. Eu já me ri, já me apeteceu vomitar, já quis fugir dali com medo e até já andei num que teve um acidente no meio do trânsito de Coimbra.
Mas nunca me tinha apetecido esbofetear ninguém como me apeteceu hoje. Pois que ia muito bem sentada uma mulher, com os seus cerca de 35 anos, quando estavam alguns três ou quatro idosos de pé, mal seguros aos ferros existentes e prestes a cair a cada curva do caminho. Um senhor com 60 e tal anos até se levantou para dar o lugar a um outro homem, visivelmente dificultado. E a lontra ali sentada, como se não fosse nada com ela.
Se alguém olhou para mim naquele momento, certamente que reparou na minha expressão feroz e irritada. Depois considerei que podia estar enganada a respeito dela, não fosse a mulher ter alguma deficiência ou, eventualmente, estar gravidíssima. Analisei: a única barriga que vi era mesmo pneu. Só se fosse manca, coxa, torta...
Depois, por acaso, saímos as duas na mesma paragem e lá ia ela, toda vaidosa em cima dos seus saltos altos, armada em carapau de corrida. Se calhar queria só descansar os chispes, havia de estar muito cansada!
Fiquei danada. O pobre do homem ali, a fazer um esforço enorme para se manter em pé e ela nem se mexeu. Que indiferença. E uma grande falta de respeito.
Pensei para mim que um dia chega a vez dela...

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Um dia...

... entras numa discoteca com dois cartões de consumo. Um para apresentar à saída e outro para gastar até ao fim, em bebidas para toda a gente. Hoje foi o dia!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Seriously?!

Ainda na Sexta-feira tive o meu último exame e já tenho aulas? Porque é que este ano não tivemos direito a uns dias de descanso? Arre, que assim é sempre a andar!!!
O que vale é que daqui a uns dias vou-me vingar com uma pinta do caraças.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

E saírem as notas?

A competência dos professores universitários é assim qualquer coisa a atirar para o... ridículo? Até a pessoa mais baldas desta vida consegue ser mais responsável que eles. Sim, porque aquelas pessoas que deixam tudo para a última, que andam sempre a adiar o que têm para fazer, que pagam as facturas no último dia... ao menos fazem-no no último dia. Mas os professores, no que respeita ao assunto disponibilizar notas de exames, nem no último dia do prazo estipulado. Calma... prazo quê? O que é um prazo? Ah, desculpem, esqueci-me que nem sabem o que isso é. Prazos é coisa que não existe para aquela gente.
Admiro-me como é que têm moral para nos apregoar e, às vezes, até pedir, "sentido de responsabilidade", "eficácia", "direitos e deveres", "cumprimento de tarefas" e depois são os primeiros a fazer tudo ao contrário. Bem, já dizia o médico, faz o que eu digo e não o que eu faço!

domingo, 19 de janeiro de 2014

sem MMS :(

Há uns três meses atrás mudei de tarifário de telemóvel. O serviço até que é bem barato e vantajoso mas... não inclui MMS grátis.
Really? Então mas eu adoro enviar fotos! E enviar imagens que encontro na net! E escrever textos enormes ao ponto da mensagem mudar para formato multimédia! Pois, estás com azar, o tarifário é assim e vais ter que perder a mania.
Pronto, não se pode querer tudo, não é? E mais vale não ousar enviar uma aqui e outra acolá que no fim das contas perco a noção de quantas vezes o fiz e depois vem uma factura, como a do último mês, com mais 5 euros para pagar!!! Sad story.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Boas descobertas


Andava a passear-me pelo Facebook quando uma amiga publicou uma música dos Imagine Dragons. Curiosa, meti play no álbum deles... e gostei imenso! Já conhecia uma ou duas, as que costumam passar na rádio, mas todo o trabalho me parece espectacular. Depois li esta notícia, dando conta que estariam no Optimus Alive no dia 10 de Julho. Depois vi que a minha época de exames do 2º semestre termina a 7 de Julho. E depois ainda constatei que a banda favorita do dito-cujo, os Arctic Monkeys, também actuarão em Algés no mesmo dia. Ora... quer-me parecer que é este ano que me estreio nos festivais de Verão. Será? Se calhar vou só ali ver o preço dos bilhetes e tiro já o cavalinho da chuva!

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Bons velhos tempos

Desde que saí do outro sítio que não sabia o que era somar seguidores ou ter muitos comentários.
Hoje chego aqui e tenho três seguidores novos [woow!] e seis comentários para aprovar. Obrigada, gente! O blogue é meu e existe por mim mas não vos vou mentir - isto sem vocês não era a mesma coisa.
Mil beijos!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

usa... mas não abusa

Como sabem, eu vivo numa residência. Partilho o quarto com uma amiga mas eu e ela costumamos dizer, com agrado, que este é o quarto do povo. Por tudo e por nada, param aqui mais umas quantas amigas que vêm estudar, comer, conversar, vêm preparar-se quando saímos juntas à noite e até vêm passar o fim-de-semana quando eu me ausento.
Tudo isto porque, como é óbvio, elas são nossas amigas, temos confiança umas com as outras mas, acima de tudo, porque eu e a minha roommate permitimos que elas o façam. Mas, no mínimo, há limites. Diria eu!
Uma coisa é o à-vontade de estarem aqui e de baterem à porta a qualquer hora e por qualquer razão. Outra coisa - que me tira do sério - é entrarem aqui sem baterem à porta! Foi o que acabou de acontecer: uma delas chegou aqui, meteu a mão no puxador e estava preparadíssima para entrar. Assim, de qualquer maneira! O que me vale é que me tranco quando estou sozinha e não quero ser incomodada. Se, por alguma razão, não quisesse ser interrompida, tinha de levar com ela. Mas afinal isto é o quê? O quarto é meu e, ainda assim, eu bato quando quero entrar (não vá a minha colega estar a fazer alguma coisa comprometedora...). E estas meninas pensam que isto é entrar e pronto!