Fiz. Faço. Farei.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

# dezassete - ERASMUS UAH

Mudanças. Esta semana tem sido de mudanças.
Estamos a [des]organizar as caixas onde se armazenam os medicamentos em unidoses que são para os doentes hospitalizados. Há caixas pequenas, caixas médias e caixas grandes. E há armários com prateleiras onde, supostamente, se arrumam os medicamentos por ordem alfabética do seu princípio activo. Cada caixa tem um rótulo onde deve estar identificado, de forma legível, simples e completa, o medicamento em causa.
Claro que, com o passar do tempo, as coisas vão ficando desorganizadas e fora do sítio. Há caixas muito grandes para coisas que saem pouco e caixas pequenas com medicamentos que saem às centenas por semana. Há rótulos velhos e totalmente desactualizados. E depois, atrás das caixas, no "oculto" das prateleiras, há medicamentos caídos, soltos e fora do prazo de validade.
Portanto, e porque isto é gestão e organização, temos a tarefa de colocar tudo direitinho, reaproveitar espaço e avaliar que mudanças poderão ser necessárias fazer para que o trabalho das auxiliares fique facilitado na hora de preparar a medicação e, muito importante também, diminuir os erros devidos às etiquetas que estão erradas e pouco esclarecedoras.
A nossa missão (que inclui mais de 1000 artigos diferentes) está a correr de feição e achamos que estamos a contribuir para o melhor funcionamento da secção das unidoses. É bom sentir que estamos a deixar a nossa marca e a mudar alguma coisa - para melhor.
Só que, já se sabe, as pessoas são avessas à mudança. Todos os dias as auxiliares reclamam connosco e sobretudo com a farmacêutica, porque já não sabem onde está nada, não encontram nada em lugar nenhum e mais um chorrilho de queixas. Está bem, eu posso perceber que nos primeiros dias lhes custe andar à procura porque estavam habituadas a tirar os medicamentos do sítio sem quase olhar para eles. Por isso, todos os dias, aqueles que revisam, encontram medicamentos trocados e doses erradas - o que pode matar uma pessoa... Custa no início, porque aquilo que faziam de cor e salteado, agora têm que pensar e ver onde estão as coisas. Acredito que, desta forma, vão abrir mais os olhos e ficar mais atentas, o que só pode ser bom quando estamos a falar de medicamentos e pessoas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

# quatorze - ERASMUS UAH

Fim da primeira semana de estágio e o balanço é:
- Os meus colegas de estágio são muito simpáticos, muito amáveis e compreensivos. Acho que não podia ter tido melhor sorte.
- A chefe é a chefe e não tem tempo para os estagiários.
- A outra chefe, essa sim, é a FARMACÊUTICA lá do sítio. Acho que é quem mais me pode ensinar aquilo que queria vir aprender. Além disso é uma mulher doce e calma que a mim me encanta mucho.
- A farmácia é um lugar de mulheres. E por isso é um nicho de espalhafato, de alguma inveja e também de picardias entre profissionais de várias áreas.
- Quero fazer a rotação e ir conhecer outras áreas porque esta da gestão é entediante...
- Acho que amanhã me vou estrear por Madrid.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

# treze - ERASMUS UAH

Hoje foi mais um dia igual aos anteriores. A chefe nunca nos pode acompanhar porque tem coisas para fazer. Assim que chegamos ao serviço, encomenda-nos qualquer coisa e aí ficamos toda a manhã... De certo modo, tento tirar algum fruto com o que fazemos. Estamos na área da gestão e o que ela nos manda fazer é um pouco do trabalho dela de todos os dias. Estamos no lado economicista do medicamento que deve ser muito interessante... mas não às oito e meia da matina!
Cada vez gosto mais do grupo. Os franceses são muito, muito engraçados. Farto-me de rir com eles, sobretudo porque um é algo hippie e rebelde e o outro é o típico francês, com o sotaque demasiado vincado e muito très chic. Não há um dia que não me façam soltar uma boa gargalhada, quanto mais não seja porque numa única frase são capazes de falar espanhol, francês e inglês.
Hoje, feliz ou infelizmente, regressou ao trabalho a outra chefe. A Dra. Gemma tinha estado connosco no primeiro dia mas depois foi de férias. Voltou hoje e entrou a matar. Eu e os meus dois colegas de grupo estávamos a fazer a revisão da medicação quando ela nos aparece com um medicamento na mão e nos pergunta "Meninos, o que é isto? Para que serve? O que faz e como se usa?". Agora sim, estamos a ser postos à prova.
Estou a falar de uma mulher alta, muito elegante e cheia de postura. Está sempre tão direita que parece que come garfos ao pequeno-almoço. Ora uma pessoa fica logo nervosa perante uma personagem destas e, mais ainda, com perguntas assim (in)esperadas. Safámo-nos bem. Afinal de contas, é esperado que saibamos o que é o quê. Agora estou a transferir todas as aulas que tenho disponíveis no Inforestudante porque, descansa-que-isto-nunca-vai-acabar, aí vou eu voltar a estudar todas as Farmacologias do curso.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

# onze - ERASMUS UAH

Já deu para perceber que esta jefa tem mais que fazer do que nos aturar.
Chegamos de manhã, perguntamos o que é para fazer, fica toda eriçada, a fazer mímica facial, sem saber o que nos dizer. Começa a explicar uma coisa, depois já está a dizer outra diferente, entretanto já me perdi no raciocínio da mulher até que ao fim de tudo... não diz nada. Ou diz e no minuto a seguir já não é para fazer nada daquilo.
Hoje deu-nos umas listas de uns produtos e ofertas que os laboratórios propuseram e mandou-nos para o computador fazer tabelas, comparar preços e decidir qual o produto melhor e mais vantajoso. Além disso, deveríamos fazer um folheto informativo sobre o produto, características dele, etc., como se fossemos o comercial da marca e quiséssemos convencer aquele serviço a comprar o produto.
A meia hora de pausa na cafetaria é a mais divertida do dia todo. E passa num instante! Os dois franceses são uma comédia. Até o que eles comem me dá vontade de rir. Compram montes de comida, incluindo baguetes de meio metro com uma quiche de batata lá dentro! AHAHAH. Adoro a comunicação entre eles e deles com os outros porque o discurso tem 3 línguas e mais uma, que ninguém sabe qual é.
Da parte da tarde, estivemos a aprender a fazer revisão da medicação. As auxiliares de enfermaria prepararam toda a medicação, por cama e por doente, para 24 horas. E depois as enfermeiras fazem a revisão, ou sejam, conferem se está tudo de acordo com as listagens. Ensinaram-nos a dinâmica da coisa e, a partir de hoje, também seremos nós a fazê-la.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

# dez - ERASMUS UAH

Primeiro dia de estágio no serviço de Farmácia Hospitalar.
Começamos por ter uma "aula" sobre gestão. É a chefe do serviço, la jefa, que nos fala deste tema, sobre o qual estamos a manhã toda a discutir. É ela quem trata de toda a gestão dentro da farmácia, desde quantidades que se compram, que tipo de medicamentos se compram, quais os factores que fazem optar por uns e não por outros, tudo isso.
A área da gestão económica é das que me diz menos respeito. Não gosto da parte económica, não gosto de avaliar compras, preços, ofertas e descontos nem muito menos gosto da vertente comercial. Mas ela existe no meio farmacêutico e é tão importante como outra qualquer e, por isso, temos de a aprender.
Esta semana e a próxima é nesta secção do serviço que vou estar. As minhas rotações são feitas de duas em duas semanas e vou trabalhar com esta farmacêutica durante os próximos dias. Com ela e com a D. e o P., dois dos colegas estagiários.
Estivemos a fazer exercícios práticos e, já depois das 11h, fizemos a pausa para comer. Sentia-me a desfalecer. Não estou habituada a estar muuuitas horas sem comer, e isso nem sequer é saudável. Aqui parece que as pessoas não comem... Devem tomar o pequeno almoço em casa, tomam um café a meio da manhã e depois "almoçam" quando despegam, quase às quatro da tarde. Não gosto nada destes horários mas não sei se vai ser assim sempre.
Entretanto, e até ao fim do dia, andámos pelo serviço a ver o que as pessoas fazem. Estivemos a acompanhar a saída dos medicamentos para os doentes das camas, a ver como funciona o robot de dispensação, entre outras tarefas observacionais.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

# seis - ERASMUS UAH

Hoje não temos estágio, só começamos a sério na Segunda-feira. Vou aproveitar para ir às compras, para ter tudo o que preciso para as minhas refeições e ainda para fazer um lanche para todos os dias da semana. Quero levar uma marmita para comer a meio da manhã e assim poupar dinheiro na cafetaria, que é bem cara.
Ainda não sei exactamente como vão ser as rotinas mas sei que aqui se almoça muito tarde. No nosso caso, por exemplo, entramos às 8h30 e saímos do serviço às 15h30, sem pausas para almoço.
Por causa de la siesta, as horas de almoço aqui podem durar três horas. Após as 13h ou 14h, quase todos os tipos de comércio local encerram para abrir novamente pelas 17h. E depois podem estar abertos até cerca das 22h.
De tarde vou a um centro comercial. Tenho de aprender os horários dos autocarros e as linhas. Além de que indo aqui e acolá permite-me começar a conhecer a cidade e a saber orientar-me por aqui. Ao fim de uns dias a viajar pelos urbanos, vai-se percebendo a ligação entre os sítios, entre as ruas e, afinal de contas, isto não é nenhum bicho de sete cabeças.
Pelo contrário, tudo começa a ganhar contornos mais agradáveis. Há monumentos muito bonitos aqui, as casas são construídas num tijolo pequenino que segue um padrão típico. Perto de mim fica a Plaza de Cervantes que está impecavelmente limpa e arranjada: todos os dias tem jardineiros a cuidar da relva e das flores. Há a Plaza San Diego, onde fica a Universidade, que tem imensas pessoas a esplanar, grupos de estudantes deitados na relva a descansar, muitos turistas e jardins realmente bem cuidados.
Gosto de estar aqui e descobri que tenho Wi-Fi em plena rua, ao pé da UAH. Maravilha!

terça-feira, 1 de setembro de 2015

# - ERASMUS UAH

Neste momento, escrevo-vos de Alcalá de Henares, uma cidade que fica a cerca de 30 Km de Madrid. Vim para realizar um estágio num serviço de Farmácia Hospitalar, no âmbito do programa ERASMUS+, durante os próximos dois meses.
Decidi criar uma rubrica para relatar todos (ou quase todos!) os meus dias. Será um diário de bordo desta experiência que, espero eu, vai ser enriquecedora e única.
Fiquem por aí e digam coisas!


quarta-feira, 22 de julho de 2015

E já agora, aluga-se paciência e sorte?

Uma das coisas boas de estudar em Coimbra é que, no meu caso, nunca tive de me preocupar muito com procurar uma casa, alugar um quarto em condições, num sítio em condições e a um preço razoável porque, desde que entrei na Faculdade, vivi sempre na Residência Universitária. Foi difícil entrar [estive meio ano lectivo, um semestre, à espera que me autorizassem a entrar com a desculpa - parva! - de que, sendo de perto, podia aguentar mais uns dias...] mas, quando consegui, no 2º semestre do meu 1º ano, nunca mais quis outra opção. Primeiro, pelo preço altamente convidativo. E depois, a localização: a Faculdade de Farmácia é a dez passos da Residência. Portanto, como sempre gostei do sítio e o factor financeiro era mesmo importante, nunca ponderei alugar um quarto, já que a diferença no orçamento seria enorme.
Relativamente a alugueres de casas para férias, sempre me saí bem. Ou tive sorte, sei lá. Por várias vezes sou eu que trato de procurar uma casa para uma semana de férias com os amigos e nunca tivemos problemas nenhuns. Já fomos ao Algarve, já estivemos no Norte, já estivemos no Alentejo e nunca, felizmente, nada correu mal. Há sempre aquele receio de as coisas correrem mal, como seja a casa não existir, o dinheiro da nossa caução voar, e por aí. Mas, realmente, tive sempre pontaria na hora de procurar casas e preços.
Agora é que eu estou a ver o caso mal parado, com a árdua tarefa de alugar um quarto numa cidade totalmente desconhecida, noutro país. Isto porque estou a pouco tempo de me mudar para uma capital europeia, a propósito do meu estágio ERASMUS. Será pouco tempo, mas o tempo que é obriga-me a ter um sítio para dormir. Tenho feito alguns contactos, sobretudo via e-mail, mas ainda não obtive muitas respostas. Depois é toda uma logística para perceber se a zona é boa, é perto de transportes, supermercados,etc.. É preciso avaliar bem as condições e pensar, sobretudo, nos preços que praticam e nos quais estou disposta a pagar. O tempo passa e eu sem decidir nada... Só espero não chegar ao dia e ter de dormir debaixo da ponte. Até porque não sei se por lá existem pontes...

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

episódios de um estágio em farmácia #4

Quando for grande, quero ser como o doutora C. ou como a doutora L. ou como a doutora M., que são só uns amores de pessoas, umas queridas, muito atenciosas e pacientes com as estagiárias e, sobretudo, muito amáveis com os clientes.
Ainda há muitos que pensam que ser farmacêutico é passar um código de barras, enfiar a caixa do Ben-U-Ron no saco, fazer o troco e que venha o próximo!. Mas estar do lado de cá de um balcão de uma farmácia é mais, muito mais, do que isso. É preciso aconselhar, dar uma opinião, encaminhar ao médico se for necessário. É preciso ter paciência e gosto em ouvir os mais velhos, que gostam de contar as suas vidas e falar das doenças que os levam ali. É preciso acalmá-los quando acham que a situação é grave, é preciso ensiná-los a tomar a medicação da forma correcta. E o farmacêutico não está lá só para os idosos - está para os adultos, para as crianças, para quem não está doente, como as grávidas, para quem apenas quer um conselho de beleza, para quem quer comer saudável ou deixar de fumar.
Ainda há muitos que acham que ser farmacêutico é o mesmo que vender pacotes de arroz. Quem me dera, quando for grande, ser vendedora como são as doutoras que conheci nesta farmácia!

sábado, 30 de agosto de 2014

episódios de um estágio em farmácia #3

Estas pessoas que vêm comprar medicamentos para as dependências metem-me confusão. Está-lhes na cara [e no corpo] que consomem drogas. Muitos deles nem os tomam, vendem-nos para continuarem a manter o vício. Como é que se chega a este ponto?

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

episódios de um estágio em farmácia #2

Eu gostava de fazer mais vezes atendimento. E gostava de estar mais preparada para aconselhar, para dar uma opinião acerca de um produto, de um medicamento, de um creme, de uma situação de saúde.
Nestas últimas semanas tenho andado a fazer recados porque quem mais nos acompanhava nas vendas e ao balcão está de férias. Está a ser bom, mas eu queria sentir-me profissional e não apenas útil.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Ora onde é que nós íamos?

Se eu não actualizo o estaminé nem tenho aparecido aqui nem nos vossos sítios, é porque estou a fazer um estágio que me ocupa mais de oito horas por dia. Acordo cedo e quando chego a casa tomo banho, faço o jantar e vou dormir. Nada como andar cansada para me ver a desligar da internet: ontem, quando cheguei a casa, estive a ver as novidades do Facebook e meia hora depois adormeci em cima do computador. Não estranhem a minha ausência, é apenas um bom motivo! Vou contando as novidades.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Calendário

Saiu ontem o calendário do próximo ano lectivo. Fiquei contente: ao contrário do que esperava, as aulas não começam a um de Setembro, mas sim a oito, o que me permite fazer uma semana de pausa entre o final do estágio e o começo do semestre.
Tivesse eu dinheiro [aqueles 400 euros ainda me estão aqui a causar mossa...] e ia viajar com o dito-cujo. Como não tenho, vou pôr a ideia das férias de lado e nessa semana organizo o ano que se aproxima, para o qual tenho muitas ideias e projectos em mente... Tomara conseguir encaminhar-me para os concretizar.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Para se ser, não basta ser

pro·fes·sor |ô| (latim professor-oris)substantivo masculino1. Aquele que ensina uma arteuma actividadeuma ciênciauma línguaetc.2. Pessoa que ensina em escolauniversidade ou noutro estabelecimento de ensino. = DOCENTE5. Entendidoperito.adjectivo6. Que ensina.
"professor", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/professor [consultado em 31-03-2014].

Se há aulas a que eu não me permito faltar este semestre são as de Farmacologia.
Primeiro, porque são a base do curso! É disto que eu vou precisar quando sair daqui e tiver de me lançar num estágio e na vida profissional. É de Farmacologia que o curso é feito e, como tal, é disto que eu tenho de perceber.
Mas depois, e acima de tudo, porque trago de lá sumo, essência e conteúdo. É isto que vale a pena quando estamos a tirar um curso - sair da aula com tudo entendido! E atenção, eu escrevi "entendido" e não sabido (que pode bem querer dizer decorado).
Com professoras que não o são apenas de título, mas que o são porque sabem cativar um auditório, porque explicam as coisas para nós percebermos, porque têm mil e um métodos fortíssimos de nos prender a atenção e, mesmo que não queiramos, saímos de lá a saber alguma coisa.
Não basta ser professor. Isso qualquer um é! Mas ensinar, isso nem todos sabem fazer.
Obrigada, cara professora!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Pronto, nada feito

Após muitos contactos, muitos e-mails, muitos telefonemas, já não me restam opções para fazer estágio. Não sei que raio aconteceu em Coimbra que, este ano, todas as entidades recusaram estagiários. Como a minha zona não é propriamente rica em serviços farmacêuticos, sejam eles quais forem e, dado que ainda não posso conduzir, a oferta ficou mesmo limitada. Assim sendo, rendo-me às evidências: este ano não estagio, não trabalho, não faço nada. Ao menos tenho a consciência que fiz tudo o que podia e tentei todas as hipóteses. Mas não dependia só de mim. A ver se penso no que fazer nos próximos 30 dias. Alguém tem ideias?

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Xô, diabinhos desta vida

Parece que alguém me rogou uma praga por causa do estágio. Por mais que eu não conte nada da minha vida nem ande por aí a pôr foguetes antes da festa, há sempre alguém que fica roído de inveja e depois as coisas não acontecem. Confesso que não gosto de ter este género de pensamentos mas dadas as voltas que este assunto já deu, não consigo pensar de outra forma. Estamos numa nova fase do processo, vamos esperar uma resposta breve [e positiva].

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Neste momento aguardo apenas o resultado do estágio. As entidades que escolhi recusaram e já tive de propor novas entidades, desta vez todas em Coimbra, pois é mesmo lá que quero [e preciso] de estagiar.
Finalmente já sei as notas todas. Finalmente fiz Química Orgânica [só de pensar que para o ano não há práticas, nem teórico-práticas nem cadernos laboratoriais...]. Portanto, e apesar de querer muito ir estagiar e ocupar o meu tempo com algo útil, sinto-me de férias e feliz da vida. Sinto-me aliviada!
E já agora, para cumprir a minha promessa, tenho que começar a pensar em pagar um jantar ao dito-cujo e às três belas que tanto me apoiaram e estiveram do meu lado e que tanto acreditaram que eu ia fazer esta cadeira.