Fiz. Faço. Farei.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

caramba!

Irritam-me os falsos amigos. Aqueles que sorriem connosco quando tudo está bem e que, num passo de magia, teimam em desaparecer quando as coisas dão para o torto. Irritam-me os complôs e os mexericos que se vão multiplicando de boca em boca. Irritam-me as pessoas que inventam histórias da carochinha sobre tudo e sobre todos. Irritam-me, especialmente, os maus-olhados, os quebrantos e todos esses vudus fulminantes. Há quem nos julgue à distância e nos transforme num herói, ou num vilão. É engraçado como temos a tendência suicida de julgar tudo na vida. Não deixamos acontecer porque tem de acontecer. Não deixamos ser porque tem de ser. Julgamo-nos a nós e aos outros, como se tudo na vida necessitasse de um julgamento. Julgamos e somos julgados. Mas, no final das contas, nunca somos tão maus como nos pintam, nem tão bons como imaginamos. Ou vice-versa. Há muitas bocas a mendigar por um pingo de atenção. Há disparos homicidas em cada tertúlia das cinco da tarde. Há cinismos que nos corroem devagarinho como um ácido. Há os vampiros das amizades e toda uma cambada de seres fantásticos que vivem das desgraças alheias. Uma escória de camaleões que jogam com todas as cores. Não sei qual o motor que os move, nem por que razão são como são, mas acredito na infalibilidade da terceira lei de Newton: uma acção está sempre sujeita a uma reacção oposta de igual intensidade.

- PedRodrigues. neste blogue.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Primeiro dia de férias

Vou fazer escolha e separação de roupas.
Sou só eu que acho que vou ensacar tudo e mais alguma coisa, porque não visto, não serve ou já não gosto mas, finda a volta, acabo por ficar com tudo outra vez porque "nunca se sabe, ainda pode dar jeito!"?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Tenham calma!

O semestre ainda nem começou e já estão a publicar coisas no grupo. Já estão a fazer perguntas às quais ninguém sabe responder, porque os Serviços ainda estão a meio gás, porque ainda há gente de férias, porque ainda é Agosto!
Bolas, que eu ainda nem tive férias e já estão a querer começar o novo ano. Esta gente nem os últimos dias sabe aproveitar em paz e sossego!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

odeio pessoas

... que passam a vida a contar fofocas e deixam o mais importante para um canto. mas qual é a admiração? afinal, com tanta preocupação com o que é secundário, como podem ter tempo para o que é prioritário?

terça-feira, 15 de julho de 2014

um pensamento

se eu tivesse que estudar outra coisa qualquer, já tinha estudado quase tudo. se fossem coisas interessantes e úteis do curso, já tinha feito alguma coisa, já tinha aproveitado o tempo. agora esta cadeira... opa, sinceramente! para além de não haver vontade, não há qualquer entusiasmo, ânimo. não consigo perceber a utilidade, não me consigo aplicar nem interessar minimamente. ando a perder tempo, eu sei. mas não há quem aguente. depois também penso que sentia isto com as orgânicas, com a estatística e... consegui! apliquei-me, tentei e consegui passar. acho que se me aplicar agora, se me empenhar, também hei-de conseguir. caraças, tenho que conseguir! mas no primeiro semestre apliquei-me e trabalhei e não deu em nada. foi porque fomos roubadas na correcção, convenço-me cada vez mais disso. tudo contribui para que não haja vagar nenhum para estudar isto. pensar no que, juntas, estudámos para a primeira frequência e depois as nossas notas não foram superiores a cinco valores. a sério? estudámos em grupo, eu tinha o apoio das colegas. mas agora não tenho ninguém. nem sequer há aulas teóricas na internet. estou sozinha nisto, entregue à bicharada e a um passo de atirar tudo ao ar e deixar esta cadeira por fazer este ano. mas também sei que desistir sem tentar é mau demais...

sexta-feira, 11 de julho de 2014

e uma vontade?

está um calor infernal. estou com uma moleza incrível. sinto-me de férias. não encontro as aulas teóricas da cadeira. a quem é que apetece estudar, nestas condições?

sábado, 28 de junho de 2014

Siiim, já sei que têm uma vida que mete inveja a toda a gente [NOT!]

Compram uns óculos de sol (têm que ser Ray Ban) - metem foto no Facebook.
Têm um gato - metem foto do animal no Facebook.
Vão ao ginásio - mostram as sapatilhas no Facebook.
Compram vestido novo - metem outif of the day no Facebook.
Tiram a carta de condução - metem foto da licença no Facebook.
Fazem o almoço - metem foto do prato no Facebook.
Vão à praia - maminhas (quase) à mostra no Facebook.
Vão passear a qualquer lado - mostram onde andam no Facebook.
... ok, já chega.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Quanto tempo tem?

Às vezes, quanto mais tempo temos para estudar para um exame, pior é. Falo por mim, que desde Sexta-feira ando a engonhar com a matéria para um exame que é na próxima Segunda-feira. DEZ DIAS para estudar para um exame [é um feito, uma regalia, um privilégio] e não me apetece fazer nada.
Vá que a matéria é do mais chato e enfadonho que há. Quem é que quer passar um fim-de-semana a estudar normas? ISOs? Legislação? Que seca! Aquilo é sempre a mesma lengalenga, mas dita de formas diferentes. Eu leio as frases duas e três vezes e nunca capto nada. Não têm conteúdo, é pura retórica.
Mais valia ter três ou quatro dias, já tinha bebido aquele sumo todo [que é tão pouco, nossa!] e estava o assunto arrumado. Quanto mais tempo, mais mal aproveitado ele é.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Oh meu rico São João


Gostava muito. Aos anos que ando para ir ao Porto nesta altura e nunca posso. Normalmente são os exames que impedem mas, desta vez, é mesmo o facto do tempo estar uma verdadeira MERDA porcaria. Quem é que anda na rua com um temporal e um frio destes? Cruzes, credo!

sábado, 21 de junho de 2014

É festa!

No secundário tive uma professora, por sinal de Português, que era uma grande nódoa a... Português. Irónico, não? Mas é verdade. Durante uma única aula, 90 minutos, portanto, nós podíamos ouvir de tudo: "Prontos meninos, vamos lá começar a trabalhar!". Ou então "Maria, ouvistes o que eu disse?". A mulher até era boa pessoa, mas de Português ela não sabia nada.
A juntar a isso, tinha pouco de profissional. Fizemos poucos testes mas, os que fizemos, raramente os recebemos de volta. E que é das notas do dia da auto-avaliação? "Pois... hum... eu vou ver aqui nos meus apontamentos... nos meus cadernos... o x teve 11, o y teve 12, o z teve 13". Era mais ou menos assim. Havia um colega meu que dizia que ela dava as notas atirando os testes para cima da cama. Os que caíssem no chão tinham más notas e os que caíam na cama tinham boas notas. De facto, o critério bem podia ser esse. Ou esse ou dava boas notas a quem achava mais bonito.
Mas bem, esta conversa veio a propósito de que saíram as notas de uma cadeira. E aquela pauta, para além de ser o mais informal que eu já vi ao nível do ensino superior, tem as notas quase todas iguais! Oi? Será que as pessoas copiaram todas umas pelas outras? Ao menos são todas altas, valha-nos isso. Há gente que, às tantas, nunca provou um dezassete ou um dezoito e também merecem. Mas comecei a pensar que o professor da cadeira fez da mesma maneira que fazia a minha antiga professora de Português: atirou para cima da cama os nossos exames, deu 18 a quem caiu na cama e 17 aos exames que ficaram no chão. Infelizmente o meu caiu no chão, o safado. Mas antes o exame do que eu...

Cara**o de Verão é este?

Eu disse que queria que viesses para ficar, filho da mãe. Se as pessoas te chamam é porque gostam de ti. Porque raio é que estás com surpresas destas, armado em parvo? Vens chateado connosco, é? Quem é que te fez mal?
Anima-te lá e dá-nos Sol e calor e muitas noites quentes que para nos chatearmos já basta a Selecção e a crise e a época de exames...

quinta-feira, 19 de junho de 2014

4 anos de curso

... e ainda há gente com aquela mania [parva] de fazer contagem cada vez que sai a nota de um exame: "1/5", "2/5", "finalmente, 5/5 :) :) :)". Santa paciência.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Vade Retro Satana

Sabem aquelas pessoas que na faculdade passam por vocês e viram a tromba cara para baixo? Aquelas que ao longe nos identificam e quando passam por nós já estão no lado contrário só para não nos dizer nada? Assim como se não nos conhecessem, como se nunca tivessem falado ou convivido connosco. Pois são essas que, insistentemente, me fazem pedidos de amizade no Facebook! Eu rejeito, elas enviam novamente. Eu rejeito, elas tentam mais uma vez.
AHAHAH, seriously? Estão à espera que vos aceite, é? Podem tirar o cavalinho da chuva.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Sobre [não] dormir

Como sabem aqueles que me vêm lendo há algum tempo, eu vivo numa residência de estudantes universitários. E lá, partilhamos o quarto com outra pessoa.
Sinceramente, é algo que já acho normal. Eu digo às pessoas que é apenas uma questão de hábito. Mas com o passar do tempo, pequenos defeitos e falhas da minha colega fazem-me impressão, incomodam-me. Ou é o barulho, ou é a luz ligada, é querermos ter paz e sossego e não poder, é querermos ir ver um filme com o namorado e não dar, é a desarrumação e falta de asseio da parte dela que me fazem pôr os cabelinhos em pé. Mas isso, com mais ou menos condescendência, lá se vai ajustando e ultrapassando.
O que eu não consigo ultrapassar nem resolver são as noites da rapariga! Pois que ela ressona que dá medo. É horrível! Isto não acontecia com grande frequência nem tão pouco até me conseguir acordar. Mas nas últimas semanas, eu não sei o que é uma noite bem dormida. Sabem o que é estar aterrada de sono e não conseguir adormecer devido ao barulho que ecoa no quarto? Ainda por cima um som alto, irritante, cíclico, ritmado? Não é um mero respirar intenso, não é um respirar ofegante quando ela está de barriga para cima. Antes fosse só isso. Ela ressona forte e feio! Nem o meu pai ressona com tanto vigor.
E eu, que faço? Bem, mexo em tudo o que faz barulho e... ela nada. Abro e fecho a porta vezes seguidas e... ela nada. Ponho música alta e... ela nada. Chamo-a e grito "heeeeeeeeeeeeyyyyyyyyyy" dentro do quarto e... ela lá se mexe mas continua a ressonar. Só me falta saltar para cima dela, abaná-la ou coisa que o valha para conseguir que se cale. E, mesmo assim, tenho cá as minhas dúvidas.
Eu sei que ela não tem culpa, afinal de contas está a dormir e não faz aquilo conscientemente. Compreendo que se deite cansada [não sei de fazer o quê...], que tenha uma anatomia desequilibrada que a obrigue a fazer barulho quando dorme. Mas bolas, e eu? Que faço à minha vida, às minhas noites, ao meu descanso? Agora tento sempre ir dormir antes dela, pelo menos para conseguir adormecer. Mas chegam-se ali as seis da manhã, quando ela está ao rubro, e acordo com o ressono. E fico ali, às meias horas e em vão, a tentar que ela se vire e se cale 5 minutos para eu adormecer novamente. Também não tenho que não dormir só porque ela faz aquilo sem querer, certo? Também tenho direito ao meu sossego e a dormir em paz e sossego. É uma frustração, a sério. Já não sei o que fazer... nem como dormir em condições.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

gabei-te, estraguei-te

Lembram-se disto? Retiro o que disse.
Às vezes não sei o que se passa na cabeça das pessoas! Depois começo a achar que sou eu que estou mal, que sou eu que estou errada e as afasto de mim... Mas penso, repenso, reflicto e até pergunto directamente à pessoa o que se passa. Dizem que não é nada. Decidem mudar assim, de um momento para o outro? É estranho. Sempre foram assim, eu é que não vi.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

"só que não" o quê, cara**o?!

Mas que raio de moda é esta das pessoas dizerem/escreverem "só que não" por tudo e por nada? "Só que não", o quê?!
Desculpem lá a minha ignorância mas sinceramente ainda não percebi o que é que isso quer dizer... É que ainda por cima, cada vez que leio, dá-me sempre a ideia que a pessoa se esqueceu de escrever o resto da frase!
Alguém me sabe explicar?

sábado, 26 de abril de 2014

Conclusão de outro dia

Há por aí muita menina linda, sempre na moda e equipadas com tudo o que as lojas vendem, graças às maroscas que lá fazem dentro. Diz que levam tudo quanto podem para os vestiários, enfiam em qualquer sítio e, como muitas das coisas não têm alarmes, ninguém dá por nada.
É muita vaidade para tão pouca honra...

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A forma como os outros te tratam...

Acredito que os outros te tratam da forma que deixas que eles te tratem. Se dás um bocadinho de confiança hoje, amanhã já querem o dobro. "Se lhes dás um dedo, querem a mão toda". Pois que algumas pessoas habituaram-se a falar comigo de tudo e mais alguma coisa por obterem sempre um conselho, uma opinião, umas palavras. Se me diziam as coisas, algum retorno haveriam de querer de mim. Habituei alguns mal: usavam isso contra mim, inventavam mais do que eu dizia, julgavam-me pela minha opinião.
Aprendi, portanto, que agora oiço aquilo que eles me dizem (se tiverem a iniciativa de me dirigirem assuntos) mas sou voz passiva. Só sirvo para ouvir. Ainda há uns tempos uns colegas me contaram coisas a respeito de outros colegas que não estavam ali naquele momento. Nem a minha boca abri. Falaram, contaram-me mil e uma histórias dos outros e eu sempre calada. Eles olhar para mim, como que à espera de ouvir o que eu achava, de ter uma opinião. Queriam mais achas na fogueira mas eu fiz-me de esperta e não falei.
E não há nada como batermos várias vezes com o nariz na porta para aprendermos que a temos de abrir com cuidado para não nos magoarmos outra vez.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Trabalhos de grupo - PORQUÊ?

Sou uma egoísta e uma vaidosa, assumo. Mas trabalhos em grupo, não obrigada, eu faço sozinha! E acreditem que faço bem melhor do que com desajudas. Ou então, na melhor das hipóteses, fico com aqueles colegas que não gostam de fazer nenhum e assim trato do trabalho como se fosse só meu, com a diferença que leva os nomes de todos.
Sou muito metódica no que diz respeito a trabalhos. Gosto de ser exigente comigo mesma e, quando mete mais gente, tento transmitir alguma responsabilidade. Mas nem sempre é fácil e depois as coisas não ficam exactamente como eu quero e gosto - no mínimo, que não haja erros ortográficos!
Mas há. Desses e de todos os tipos: formatações do pior que eu já vi, letras grandes e pequenas e itálicos e negritos, erros científicos (OH-MEU-DEUS!!!) e, para juntar à festa, colegas de grupo que deixam tudo para a última e, quando dão por ela, não o podem fazer porque têm não sei o quê combinado. A sério, pessoas? Estamos em que nível, mesmo?
É por isto que eu detesto cada vez mais estes trabalhos que, no fim de contas, não têm peso nenhum na avaliação. Se nos querem dar trabalho, ao menos inventem outras coisas mais dinâmicas porque trabalhos de grupo são sempre a mesma fantochada.