Fiz. Faço. Farei.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

episódios de um estágio em farmácia #4

Quando for grande, quero ser como o doutora C. ou como a doutora L. ou como a doutora M., que são só uns amores de pessoas, umas queridas, muito atenciosas e pacientes com as estagiárias e, sobretudo, muito amáveis com os clientes.
Ainda há muitos que pensam que ser farmacêutico é passar um código de barras, enfiar a caixa do Ben-U-Ron no saco, fazer o troco e que venha o próximo!. Mas estar do lado de cá de um balcão de uma farmácia é mais, muito mais, do que isso. É preciso aconselhar, dar uma opinião, encaminhar ao médico se for necessário. É preciso ter paciência e gosto em ouvir os mais velhos, que gostam de contar as suas vidas e falar das doenças que os levam ali. É preciso acalmá-los quando acham que a situação é grave, é preciso ensiná-los a tomar a medicação da forma correcta. E o farmacêutico não está lá só para os idosos - está para os adultos, para as crianças, para quem não está doente, como as grávidas, para quem apenas quer um conselho de beleza, para quem quer comer saudável ou deixar de fumar.
Ainda há muitos que acham que ser farmacêutico é o mesmo que vender pacotes de arroz. Quem me dera, quando for grande, ser vendedora como são as doutoras que conheci nesta farmácia!

terça-feira, 26 de agosto de 2014

constatações de um Verão [facebookiano]

Se há coisa que não gosto de ver é partes de bikinis que não são iguais ou nem sequer combinam. Para mim, ou se usam as peças iguais, do mesmo conjunto, ou então um estampado com um básico a fazer pendant.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Ora onde é que nós íamos?

Se eu não actualizo o estaminé nem tenho aparecido aqui nem nos vossos sítios, é porque estou a fazer um estágio que me ocupa mais de oito horas por dia. Acordo cedo e quando chego a casa tomo banho, faço o jantar e vou dormir. Nada como andar cansada para me ver a desligar da internet: ontem, quando cheguei a casa, estive a ver as novidades do Facebook e meia hora depois adormeci em cima do computador. Não estranhem a minha ausência, é apenas um bom motivo! Vou contando as novidades.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Ando a portar-me tão bem, nossa!

Ontem acabaram os meus exames. Minto, ainda me falta um porque vou usufruir da época especial para ir tentar fazer uma cadeira que não consegui fazer no 1º semestre. Portanto, para todos os efeitos, não estou de férias. No entanto, como o exame é só no fim do mês, não me sinto com aquela pressão de passar todo o dia a estudar e, por isso mesmo, decidi que ia correr com o meu irmão algumas vezes por semana.
Ao tempo que eu não fazia nada. Ontem andei somente a correr, em volta de um circuito de manutenção, a um ritmo muito soft, para não morrer logo no primeiro dia. Acabei por me partir toda porque dei uma queda como não dava... desde os meus dez anos. Estou esmurrada em tudo o que é sítio, palmas das mãos incluídas. Lindo de ser filmado!
Também me doem os músculos, apesar de eu saber que não fiz nada de mais. Não consegui dar uma volta seguida ao circuito! Eu estou sem preparação física rigorosamente nenhuma, sem resistência, sem elasticidade, sem nada. Bem, ao menos tenho vontade de lá ir hoje outra vez, coisa que também não tinha até à data. Vou ali lanchar iogurte + banana + aveia + chocolate preto ralado + mel e até logo, se eu chegar a casa inteira!

terça-feira, 29 de abril de 2014

Coisas pelas quais sou doida #2





Café. Se o tomar num local público ou comprar nas máquinas, é sempre cheio/longo. Há quem diga que gosto de "sopas"... Em casa, tomo uma dose bem servida numa chávena de chá. Bebo com açúcar mas tenho tentado reduzir na quantidade. Não é fácil porque acho sempre muito amargo.
Um dia sem café não é dia. Se até ao fim do almoço não tiver bebido nenhum, cai em mim uma dor de cabeça que não passa até ao outro dia: nem mesmo se, entretanto, tomar um. Nem a medicamentos lá vai.
E vocês, apreciam ou nem por isso? E como gostam de o beber?

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A forma como os outros te tratam...

Acredito que os outros te tratam da forma que deixas que eles te tratem. Se dás um bocadinho de confiança hoje, amanhã já querem o dobro. "Se lhes dás um dedo, querem a mão toda". Pois que algumas pessoas habituaram-se a falar comigo de tudo e mais alguma coisa por obterem sempre um conselho, uma opinião, umas palavras. Se me diziam as coisas, algum retorno haveriam de querer de mim. Habituei alguns mal: usavam isso contra mim, inventavam mais do que eu dizia, julgavam-me pela minha opinião.
Aprendi, portanto, que agora oiço aquilo que eles me dizem (se tiverem a iniciativa de me dirigirem assuntos) mas sou voz passiva. Só sirvo para ouvir. Ainda há uns tempos uns colegas me contaram coisas a respeito de outros colegas que não estavam ali naquele momento. Nem a minha boca abri. Falaram, contaram-me mil e uma histórias dos outros e eu sempre calada. Eles olhar para mim, como que à espera de ouvir o que eu achava, de ter uma opinião. Queriam mais achas na fogueira mas eu fiz-me de esperta e não falei.
E não há nada como batermos várias vezes com o nariz na porta para aprendermos que a temos de abrir com cuidado para não nos magoarmos outra vez.

terça-feira, 18 de março de 2014

Ser feliz com alfaces e sementes

Viver numa residência tem a vantagem de nos cruzarmos com pessoas muito diferentes, desde a maneira de ser até à forma como se alimentam.
Aqui em casa existem colegas que toda a semana comem a mesma sopa, o mesmo arroz e a mesma feijoada, porque foi o que trouxeram de casa no fim-de-semana e, como tal, é de lá que se servem todas as refeições [confesso que não entendo como aguentam]. Outras comem tostas mistas e pizzas e douradinhos e lasanhas e salsichas quase sempre. E depois há quem cozinhe: umas (onde eu me insiro) cozinham tudo e mais alguma coisa. Fazemos comida que lembra a casa das nossas avós ao Domingo de manhã, comida rica e saborosa, que deixa cheiro no corredor. Abusamos nos temperos, fazemos batatas, massas, saladas, sopas, tudo o que houver e o que não faltam são ideias. As outras são as colegas "bio". Comem tudo muito verde, tudo muito vegetal e natural. Alimentam-se de sementes, cogumelos e ervas aromáticas e bebem aqueles sumos de frutas e legumes que agora estão na moda.
Foi à custa destas colegas, as biológicas cá do sítio, que me deixei levar pela curiosidade de experimentar o que elas comem e tentar ter refeições mais saudáveis. Então, quando me lembro, compro uma ou outra coisa diferente e vejo como me dou. Comecei pela linhaça, rica em fibras, mas aquilo sabe tão mal e não achei que tivesse efeito nenhum que desisti. Depois passei aos iogurtes magros com fruta, ao lanche. São uma delícia e a verdade é que saciam como um pão com ovo [o melhor lanche de sempre!]. Outro dia comi, às colheres, sementes de aveia de uma amiga e adorei. Já comprei para mim e só me apetece comer daquilo a toda a hora. Deito umas colheres no iogurte, na sopa e nas saladas e sabe-me pela vida.
Realmente começo a olhar para o outro lado e percebo que a comida à base de verduras e sementes pode ser muito mais interessante e saborosa do que o que eu pensava. É tudo uma questão de experimentar e ser criativa e, por isso, vou continuar a minha descoberta nesta aventura da comida biológica e, sem dúvida, muito mais saudável.




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Exames em números

Quando funcionamos por expectativas, é difícil geri-las se elas ficam defraudadas.
Eu trabalhei todo o ano para uma disciplina que adoro, interessei-me por mais do que era exposto nas aulas, fui participativa e empenhada. Organizei-me muito bem, fiz resumos e tabelas para complemento ao estudo e estive sempre a par dos conteúdos leccionados. Estudei oito dias seguidos e puff... tive 16.
Para muitos, é uma nota espectacular. É uma fasquia elevada [sobretudo porque houve algumas reprovações] e difícil de atingir. Acredito que seja até motivo de quem-me-dera para alguns. Mas para mim, que estava cheia de confiança, foi um 16.
Soube-me bem, tendo em conta o panorama geral de notas de recurso mas, ao mesmo tempo, ficou aquém da minha esperança e do meu "ego académico". Afinal de contas, um número é tão relativo...

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Mulheres ao volante, perigo constante?

Gostava de ter nascido com uma astúcia para conduzir igual à do meu irmão. O rapaz tem 16 anos e já domina a carrinha da minha mãe de uma maneira incrível. Como é que o puto, sem experiência absolutamente nenhuma, consegue conduzir assim? Ele faz marcha-atrás, ele mete as mudanças, ele arruma a carrinha de recuas... Eu não entendo. Fico boquiaberta! Ele diz que sabe porque vê a minha mãe fazer. Como?! Vê o que ela faz e consegue repetir na perfeição? Eu também já vi várias pessoas a fazer coisas e não foi por isso que fiz igual e bem. Que raio! Acho que os rapazes devem nascer com um qualquer gene que os ajuda nesta coisa de conduzir. Deve ser por isso que as mulheres têm menos jeito e daí o provérbio já conhecido sobre o assunto.
Bem, mas isto para contar que hoje fiz a minha 2ª aula de condução e pareço uma maçarica. Claro que ainda estou muito fresquinha, muito no início. Não posso querer saber tudo com duas aulas. Mas sinto-me com pressa de conduzir bem, de estar preparada, de dominar o carro e ser perspicaz na estrada. Até lá, resta-me deixar o carro ir abaixo algumas vezes no meio de uma rotunda em Coimbra ou travar a fundo e quase bater com a cabeça no vidro. Quando bater, eu aprendo. Prometo!

domingo, 19 de janeiro de 2014

sem MMS :(

Há uns três meses atrás mudei de tarifário de telemóvel. O serviço até que é bem barato e vantajoso mas... não inclui MMS grátis.
Really? Então mas eu adoro enviar fotos! E enviar imagens que encontro na net! E escrever textos enormes ao ponto da mensagem mudar para formato multimédia! Pois, estás com azar, o tarifário é assim e vais ter que perder a mania.
Pronto, não se pode querer tudo, não é? E mais vale não ousar enviar uma aqui e outra acolá que no fim das contas perco a noção de quantas vezes o fiz e depois vem uma factura, como a do último mês, com mais 5 euros para pagar!!! Sad story.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

21 anos, uma manta e uma lareira

Sinto-me velha. Reformulo: sinto-me pouco jovem.
Com apenas 21 anos, o que me mais me apetece é estar em casa, na companhia da família e do namorado. Pijama vestido, manta e chávena de chá. Uma lareira e um filme. Há programa melhor para um Sábado à noite chuvoso e frio?
Já não me lembro da última vez que fui a uma discoteca ou que saí à noite para só voltar às cinco da manhã, esgotada de dançar. Arrisco dizer que há mais de um ano que não sei o que é estar ansiosa todo um Sábado, pensar na roupa e fazer a depilação unicamente com o propósito de ir a uma festa daquelas mesmo boas.
Não me lembro e, sinceramente, não tenho saudades. Esta falta de vontade de sair veio, também, por causa de ter percebido que os meus "amigos", com quem passava os meus fins-de-semana, dispensavam a minha companhia e estavam-se nas tintas para mim. Tudo bem, se é assim, faço-vos o favor de não atrapalhar a vossa vida. Desde aí, fui deixando de sair e, com a chegada do mau tempo, a única coisa que me arranca de casa é um café num sítio calmo, na companhia do namorado e de outro casal de amigos.
Parece ridículo, mas tenho cada vez menos vontade e paciência para sair à noite. Isto é de mim ou acontece-vos o mesmo? Sou uma menina mas sinto-me na terceira idade. A bem dizer, há idosos bem mais fixes que eu.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Arreeedem-se

Tenho de partilhar isto com vocês [ainda só partilhei com o meu namorado e daqui a pouco ligo para casa]: hoje tive a MINHA PRIMEIRA AULA DE CONDUÇÃO. E agora já ninguém me pára até ter isto acabado e poder conduzir. Tenham cuidado!!!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AQUELA amiga

Não sou muito iludida quanto às minhas amizades. Com o tempo e com alguma experiência de vida, tenho aprendido a [re]conhecer quem são, verdadeiramente, os meus amigos. E, ainda assim, guardo sempre algumas reservas. Já dizia a minha avó, "não se pode confiar nem no botão das calças, que se ele cai nós ficamos com as calças ao fundo das pernas!".
Apesar de tudo há uma pessoa que, não sendo uma amiga de há muitos anos, é como se fossemos quase irmãs. Talvez seja a única pessoa com quem sinta isto mesmo - sentimento de irmãs.
Somos parecidas em muita coisa e, mais do que isso, complementamo-nos. Tudo o que me falta, ela tem. E vice-versa. Confidenciamos imenso, trocamos histórias sem fim, identificamo-nos em tudo e nunca tivemos nenhum arrufo grave porque, eu acho, nos compreendemos e aceitamos como somos.
Esta é daquelas que, sem reservas nenhumas, eu guardarei para a vida. Porque embora acredite que nada dure para sempre, há sempre uma coisa ou outra que vale mesmo a pena que nunca acabe.


amor à semana

É tão bom ter aqui o meu amor durante a semana. Não há muita gente com este privilégio... E eu sinto-me uma sortuda.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

empreendeDORismo

Participar num Congresso Científico é uma oportunidade fantástica de conhecer pessoas que se dedicam a investigar os mais variados assuntos, que partilham as suas experiências com aqueles que, sendo alunos, têm muitas dúvidas sobre o que é o mundo lá fora e que não sabem o que é o mercado de trabalho, de competitividade e de sucesso.
Hoje, na sequência de uma actividade dessas, "conheci" mais uma pessoa daquelas que valem a pena, pelo menos à primeira impressão. Uma mulher que se atirou à incerteza de um negócio e, depois de muitos suores, está a singrar como fundadora de uma empresa de renome, e que se dedica a aproveitar os recursos do nosso país para fazer dinheiro.
Admiro imenso estas pessoas que se lançam aos leões. Admiro quem não tem medo, quem é louco o suficiente para ir contra os obstáculos e lutar por aquilo em que acredita e que quer muito ver concretizado. E quem não sabe quantos são os obstáculos?
Um dia, também gostava de ser como elas. Ter artigos científicos publicados com o meu nome, ser convidada para dar palestras a auditórios cheios, descobrir, inventar e inovar! Mais do que a remuneração (a verdade é que isso seria só um bónus), eu queria ter sucesso com os frutos do meu trabalho, do meu esforço, do meu tempo investido em um objectivo. Gostava de ser reconhecida como alguém dedicado, inteligente, capaz.
Mas depois olho à minha volta e parecem só existir entraves - a falta de dinheiro, a falta de quem acredite em mim, as burocracias, a documentação. Às vezes, nem sequer me sinto suficientemente inteligente para poder, algum dia, ter um cargo importante na minha área. Estou a tirar um curso há 4 anos e é como se ainda fosse aluna do 1º ano: eu não sei nada, sinto-me insegura para questionar ou até para responder ao que eu sei.
Imagino-me, muitas vezes, no lugar daquelas pessoas que adoro ouvir palestrar mas, às vezes, faltam-me forças para acreditar em mim mesma. E tenho medo que isso se instale de tal maneira que, mesmo com todas as ferramentas para avançar, não seja capaz de tirar as ideias da gaveta.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

boa alimentação, saúde no coração

Por não ser gulosa [mesmo nada!], é raro comer doces. Como muitos legumes, de todas as cores, formas e feitios. Intercalo refeições de peixe com refeições de carne. É raro fazer fritos. De forma geral, sempre achei que tinha uma alimentação saudável.
No entanto, nos últimos tempos, tenho avaliado mais aquilo que como e, para ser sincera, se calhar não sou assim tão saudável quanto penso que sou. Senão vejamos:
- Abuso no sal: pergunto às minhas colegas se salgo a comida e elas não notam. No entanto, eu própria sinto que ponho muito sal e, muitas vezes, além do resto dos temperos, ainda junto um caldo.
- Abuso nos ovos: esta semana já comi quatro. Um cozido, no início da semana, e três ontem, na omelete de fiambre que fiz ao lanche. Um exagero, eu sei. Mas os ovos são aquela perdição à qual não consigo fugir. Há quem compre uma barra de chocolate para ter durante a semana e devora-a entre o supermercado e a casa...
- Não como fruta: quero dizer, vou comendo. A escolha é pouca e eu já sou esquisita. Agora no Outono é pior ainda, porque só gosto de clementinas, romãs e quivis.
Para além deste erros na alimentação, cometo outro grande pecado: não faço qualquer tipo de exercício físico. Um erro do tamanho do Mundo, o qual sinto vergonha de assumir. Um momento em que se profetiza cada vez mais a importância da actividade física, os benefícios que isso traz para a mente e para o corpo... e eu com o rabo quase quadrado. Já não me lembro de suar como no 12º, quando fazia aulas de Educação Física. Já lá vão quatro anos!!!
Bem, mas tudo isto me veio hoje à mente porque me ando a sentir mal do coração. É verdade! Principalmente após as refeições, sinto um aperto enorme no peito, uma sensação de que me estão a estrangular o coração, de que a qualquer momento me vai dar um ataque e passar desta para melhor. Como isto se tem repetido [e eu ando cheia de medo], já marquei uma consulta na Cardiologia. Espero que não se passe nada, mas só depois de fazer uns exames é que se pode saber. É que, a bem pensar, a minha família paterna tem um grande historial de doença cardíaca. E isto ainda agrava mais a minha condição de saúde, apesar dos meus tenros 21 anos.
Quero mudar de hábitos. Quero e preciso, que é bem diferente. Vou começar por traçar um plano de refeições semanais, nada de muito exaustivo, só para poder controlar mais aquilo que como. Incluir mais verduras, mais peixe e menos carne, menos pão, gorduras e charcutarias. Reduzir os hidratos à noite e quando der a fome após o jantar, fazer uma refeição leve. Beber mais água durante o dia. Comer mais fruta e menos ovos.
Quanto à actividade física... eu sei que tudo depende da minha força de vontade. Portanto, é apenas uma questão de decidir o que fazer, como fazer e com quem fazer - sim, porque ter companhia torna tudo mais interessante! Coimbra é grande e o que não faltam são opções. O que falta é mesmo motivação e nada melhor que Novembro para começar a saga.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

E tu, já doaste sangue alguma vez?


Hoje fui dar sangue, oficialmente, pela primeira vez.
Há algum tempo fui [tentar] dar mas, infelizmente, a recolha teve de ser interrompida porque o meu sangue não fluía. Andava de dia em dia para ir novamente e, quando dei por mim, já tinham passado dois anos! Não podia passar de hoje, afinal tinha uma campanha de doação aqui mesmo ao pé de casa.
Lá fui até ao local, preenchi o questionário devido, fiz a triagem com um médico, por sinal, muito simpático [e giroo!] e, antes da colheita, só tive de beber um café para subir a minha tensão de passarinho. Depois foi acomodar-me na maca e, em menos de nada, estava a tomar um lanche que as meninas da organização, muito prontamente, ofereciam aos participantes.
De facto, não custa absolutamente nada. Quem for mais sensível pode, simplesmente, virar a cara e não ver o procedimento. A dor que, eventualmente, se sente é controlável e as agulhas não são nenhum bicho-papão. Por isso, se ainda não foram doar sangue por estes motivos, do que estão à espera? Aquilo não custa nada e, acreditem, saber que podem salvar a vida de alguém é a maior recompensa. Só espero que o meu sangue possa ser útil! Lembrem-se... um dia podemos ser nós a precisar!

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Diz que o drástico é que resulta

E parece que diz bem. Cá em casa, tive de impor regras "drásticas" de maneira a conseguir a colaboração das colegas nas limpezas e arrumação da cozinha. Fui sempre boa e condescendente e no que é que isso deu? Balbúrdia a toda a hora. A nossa cozinha assemelhava-se a um campo de batalha. Era loiça suja e lavada em cima das bancadas, aparecia de tudo no ralo do lava-loiça, lixo a transbordar do caixote e mais coisas que não importa referir.
Disseram-me que, se fosse sempre amiguinha, nunca ia conseguir chegar a lado nenhum. Então transformei-me em Gordon Ramsay [sabem, o mauzão da "Hell's Kitchen"?] e, até ver, andam a portar-se muito bem. Anda tudo mais limpo, asseado e arrumadinho, tal como se quer.
Por enquanto, não quero pôr os foguetes antes da festa porque, na prática, ainda não ouve tempo para perceber se as medidas vão resultar. Mas depois começo a pensar que, na vida, eu também devia ser drástica, sobretudo quando as pessoas fazem de mim parva. Não devia ser má [não sou nem conseguia ser] mas devia impor mais "regras" porque a verdade é que nós somos tratados como deixamos que nos tratem.