Fiz. Faço. Farei.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

# sete - ERASMUS UAH

Acho que ter um quarto pequeno não é assim tão mau. Ao menos não há muito que arrumar nem que limpar. E para mim, chega perfeitamente. Dou mais valor à cozinha que, realmente, está muito bem equipada. Pelo menos tem todas as ferramentas que preciso para fazer as minhas comidinhas. Como sabem, adoro cozinhar. E ter aqui tudo o que preciso e estou habituada a usar é fantástico.
A minha colega de casa é uma chinesa que estuda aqui em Alcalá há vários anos. Tem-me ajudado com os autocarros, diz-me onde posso ir às compras, onde há boas lojas disto ou daquilo. Está sempre preocupada comigo e é muito atenciosa e fofinha. Tive sorte, penso que por agora posso afirmá-lo. Sei que entretanto chegará um rapaz também chinês para um outro quarto e há ainda um por alugar. Não sei se seremos três ou quatro mas, por enquanto, está óptimo assim. Ela é bastante limpa e arrumada, muito cuidadosa e respeitadora. Estamos a dar-nos bem e acho que isso também é importante.

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

# três - ERASMUS UAH

Este quarto é mesmo pequeno e ainda faltam algumas coisas para estar realmente bem servido. Digamos, há apenas uma tomada, que fica ao fundo da cama. Não tenho almofada nem roupa de cama. Nem atoalhados. Nem há um armário para cruzetas, apenas um armário de duas portas com algumas prateleiras. E uma secretária que, a bem dizer, não me faz grande falta. Mas tenho uma varanda e a casa tem uma cozinha bem equipada, mesmo à maneira de alguém que quer cozinhar e comer como se estivesse em Portugal.
Não se pode querer tudo, não é? Durante os próximos dias vou comprar o que preciso e tentar remediar-me com o que há agora ao dispor.
Felizmente os pais do dito-cujo vão passar bem perto de mim já no fim-de-semana, que sorte! Vão visitar um parque a muito poucos kilómetros de Alcalá e, assim sendo, nada como tentar que me tragam uma mala com algumas coisas. Vou tratar disso.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

episódios de um estágio em farmácia #4

Quando for grande, quero ser como o doutora C. ou como a doutora L. ou como a doutora M., que são só uns amores de pessoas, umas queridas, muito atenciosas e pacientes com as estagiárias e, sobretudo, muito amáveis com os clientes.
Ainda há muitos que pensam que ser farmacêutico é passar um código de barras, enfiar a caixa do Ben-U-Ron no saco, fazer o troco e que venha o próximo!. Mas estar do lado de cá de um balcão de uma farmácia é mais, muito mais, do que isso. É preciso aconselhar, dar uma opinião, encaminhar ao médico se for necessário. É preciso ter paciência e gosto em ouvir os mais velhos, que gostam de contar as suas vidas e falar das doenças que os levam ali. É preciso acalmá-los quando acham que a situação é grave, é preciso ensiná-los a tomar a medicação da forma correcta. E o farmacêutico não está lá só para os idosos - está para os adultos, para as crianças, para quem não está doente, como as grávidas, para quem apenas quer um conselho de beleza, para quem quer comer saudável ou deixar de fumar.
Ainda há muitos que acham que ser farmacêutico é o mesmo que vender pacotes de arroz. Quem me dera, quando for grande, ser vendedora como são as doutoras que conheci nesta farmácia!

sábado, 21 de junho de 2014

É festa!

No secundário tive uma professora, por sinal de Português, que era uma grande nódoa a... Português. Irónico, não? Mas é verdade. Durante uma única aula, 90 minutos, portanto, nós podíamos ouvir de tudo: "Prontos meninos, vamos lá começar a trabalhar!". Ou então "Maria, ouvistes o que eu disse?". A mulher até era boa pessoa, mas de Português ela não sabia nada.
A juntar a isso, tinha pouco de profissional. Fizemos poucos testes mas, os que fizemos, raramente os recebemos de volta. E que é das notas do dia da auto-avaliação? "Pois... hum... eu vou ver aqui nos meus apontamentos... nos meus cadernos... o x teve 11, o y teve 12, o z teve 13". Era mais ou menos assim. Havia um colega meu que dizia que ela dava as notas atirando os testes para cima da cama. Os que caíssem no chão tinham más notas e os que caíam na cama tinham boas notas. De facto, o critério bem podia ser esse. Ou esse ou dava boas notas a quem achava mais bonito.
Mas bem, esta conversa veio a propósito de que saíram as notas de uma cadeira. E aquela pauta, para além de ser o mais informal que eu já vi ao nível do ensino superior, tem as notas quase todas iguais! Oi? Será que as pessoas copiaram todas umas pelas outras? Ao menos são todas altas, valha-nos isso. Há gente que, às tantas, nunca provou um dezassete ou um dezoito e também merecem. Mas comecei a pensar que o professor da cadeira fez da mesma maneira que fazia a minha antiga professora de Português: atirou para cima da cama os nossos exames, deu 18 a quem caiu na cama e 17 aos exames que ficaram no chão. Infelizmente o meu caiu no chão, o safado. Mas antes o exame do que eu...

sábado, 31 de maio de 2014

na aproximação ao Dia da Criança

Acabei de colocar no pulso três pulseiras de elásticos.
E desengane-se quem pensa que isso é coisa de crianças, que ainda ontem vinha uma senhora no comboio, com os seus 75 anos, a fazer daquilo a pontapé. Uma loucura dos oito aos oitenta!
Chamem-me o que quiserem mas eu estou radiante. Andava sempre à espera de alguém que me oferecesse uma, assim como quem não acha que eu tenho 22 anos, até que a minha prima resolve vir aqui a casa com os braços cheios daquilo. Fiquei-lhe com três, giras que só elas.
E é isto que tenho a dizer na véspera do Dia da Criança.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Para se ser, não basta ser

pro·fes·sor |ô| (latim professor-oris)substantivo masculino1. Aquele que ensina uma arteuma actividadeuma ciênciauma línguaetc.2. Pessoa que ensina em escolauniversidade ou noutro estabelecimento de ensino. = DOCENTE5. Entendidoperito.adjectivo6. Que ensina.
"professor", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/professor [consultado em 31-03-2014].

Se há aulas a que eu não me permito faltar este semestre são as de Farmacologia.
Primeiro, porque são a base do curso! É disto que eu vou precisar quando sair daqui e tiver de me lançar num estágio e na vida profissional. É de Farmacologia que o curso é feito e, como tal, é disto que eu tenho de perceber.
Mas depois, e acima de tudo, porque trago de lá sumo, essência e conteúdo. É isto que vale a pena quando estamos a tirar um curso - sair da aula com tudo entendido! E atenção, eu escrevi "entendido" e não sabido (que pode bem querer dizer decorado).
Com professoras que não o são apenas de título, mas que o são porque sabem cativar um auditório, porque explicam as coisas para nós percebermos, porque têm mil e um métodos fortíssimos de nos prender a atenção e, mesmo que não queiramos, saímos de lá a saber alguma coisa.
Não basta ser professor. Isso qualquer um é! Mas ensinar, isso nem todos sabem fazer.
Obrigada, cara professora!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Voltei, inteira e viva

O dito-cujo fez-me uma surpresa e aqui estou eu, regressada de um fim-de-semana em cheio passado na Serra da Estrela e no interior do país. Por causa do temporal que se previa [e que se fez sentir fortemente no Domingo, enquanto regressávamos] estava cheia de medo de ir. Mas estava tudo marcado, ainda por cima íamos com outro casal de amigos e, visto o tempo estar mais ou menos composto no Sábado de manhã, lá nos metemos a caminho.
Passámos o dia na Serra da Estrela coberta de neve, embora só tenhamos conseguido subir até às Penhas da Saúde. Depois seguimos em direcção ao Sabugal, tendo ficado alojados numa casa típica de pedra, muito simpática e acolhedora.
No Domingo tivemos um pouco de azar com a chuva, que nos impediu de visitar o Castelo e a região. Mas fomos para a Covilhã, depois parámos na Guarda e só então fizemos o caminho de regresso a casa.
Felizmente correu tudo bem e, certamente, havemos de repetir a experiência na Primavera. Mais uma vez, aqui fica a minha recomendação para visitarem o nosso magnífico Portugal.

Uma das muitas cascatas que vimos no percurso.

A neve nas Penhas da Saúde.

Passeio na serra tem que ter o típico queijo.

Castelo de Sabugal.

O Sol a espreitar junto ao Hotel Serra da Estrela.

Pormenores em Sortelha.

Pratos de faiança na decoração da nossa casa.

Universidade da Beira Interior, na Covilhã.

A neve junto ao Centro de Limpeza de Neve.

Sé da Guarda.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Cliché?

Quanto mais esperamos das pessoas, menos elas nos conseguem dar.
As minhas duas amigas deram-me os parabéns! Afinal de contas, foi uma vitória que eu somei. Mas de quem esperamos uma palavra bonita, um parabéns dito de forma diferente, é quem se anula e faz de conta que não tem nada a ver com isso. Na verdade, não tem. Nem sei para que fui contar...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Melhor amigo

(...) Não há números para contar, não há tempo, não há espaço nem há modo. Há apenas a minha pessoa, a minha palavra e o meu coração, que eu sei que tu mimas e proteges. Há a minha felicidade e gratidão por conhecer alguém como tu e por saber que também gostas muito de mim. Há a minha confiança e a minha garantia de que o que é nosso, é nosso. E o que é nosso é tão bonito e é tão grande que não vai caber na próxima página. Por isso vou terminar já.

Muitos parabéns, amigo.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Bons velhos tempos

Desde que saí do outro sítio que não sabia o que era somar seguidores ou ter muitos comentários.
Hoje chego aqui e tenho três seguidores novos [woow!] e seis comentários para aprovar. Obrigada, gente! O blogue é meu e existe por mim mas não vos vou mentir - isto sem vocês não era a mesma coisa.
Mil beijos!

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AQUELA amiga

Não sou muito iludida quanto às minhas amizades. Com o tempo e com alguma experiência de vida, tenho aprendido a [re]conhecer quem são, verdadeiramente, os meus amigos. E, ainda assim, guardo sempre algumas reservas. Já dizia a minha avó, "não se pode confiar nem no botão das calças, que se ele cai nós ficamos com as calças ao fundo das pernas!".
Apesar de tudo há uma pessoa que, não sendo uma amiga de há muitos anos, é como se fossemos quase irmãs. Talvez seja a única pessoa com quem sinta isto mesmo - sentimento de irmãs.
Somos parecidas em muita coisa e, mais do que isso, complementamo-nos. Tudo o que me falta, ela tem. E vice-versa. Confidenciamos imenso, trocamos histórias sem fim, identificamo-nos em tudo e nunca tivemos nenhum arrufo grave porque, eu acho, nos compreendemos e aceitamos como somos.
Esta é daquelas que, sem reservas nenhumas, eu guardarei para a vida. Porque embora acredite que nada dure para sempre, há sempre uma coisa ou outra que vale mesmo a pena que nunca acabe.


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

7 minutos de fama


Até me sinto importante por trocar vidas e "extra moves" com um dos concorrentes do Factor X. Vá, estou a brincar... ele é só o irmão de uma amiga minha.
E este post é mesmo só para ficar escrito que eu ando babada com o Berg. Esse sim, é o grande concorrente do programa. Grande senhor!!!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

as saudades que vocês dizem ter daqui

Nunca percebi bem o que me motivou a desligar do blogue. Na verdade, o outro é que era o meu sítio, apesar de isto ter mais a ver com alma do que com o espaço virtual.
Se calhar foi isso, se calhar perdi a alma e, depois disso, a vontade. Antigamente, tudo me servia para vir aqui. As novidades atrapalhavam-se, eu tinha sempre algo em mente para publicar. Agora, parece que nada me serve de assunto e nunca tenho aquela vontade enorme de chegar a casa e querer escrever alguma coisa.
Por vezes, quando me lembro, dou uma vista de olhos nos cantinhos que mais gosto, embora nem comente. Outro dia, andei a ler um dos sítios que me é mais querido e fiquei verdadeiramente feliz com as novidades. É isto que nos dá este lado dos blogues - o carinho e empatia por alguém que está do outro lado, que nós nem sabemos exactamente quem é, mas por quem sentimos pura amizade. É saber que temos sempre lá aquela pessoa, aquele amigo.
Confesso ter saudades disto. Confesso ter vontade de voltar, de escrever tudo e mais alguma coisa, do mais idiota ao mais profundo. Confesso ter saudades de vos ouvir, de vos receber. E como tenho vindo a receber comentários que mostram, também, as saudades que vocês têm de mim e da vida que havia aqui, prometo e espero voltar em breve. Portanto, até amanhã!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

E tu, já doaste sangue alguma vez?


Hoje fui dar sangue, oficialmente, pela primeira vez.
Há algum tempo fui [tentar] dar mas, infelizmente, a recolha teve de ser interrompida porque o meu sangue não fluía. Andava de dia em dia para ir novamente e, quando dei por mim, já tinham passado dois anos! Não podia passar de hoje, afinal tinha uma campanha de doação aqui mesmo ao pé de casa.
Lá fui até ao local, preenchi o questionário devido, fiz a triagem com um médico, por sinal, muito simpático [e giroo!] e, antes da colheita, só tive de beber um café para subir a minha tensão de passarinho. Depois foi acomodar-me na maca e, em menos de nada, estava a tomar um lanche que as meninas da organização, muito prontamente, ofereciam aos participantes.
De facto, não custa absolutamente nada. Quem for mais sensível pode, simplesmente, virar a cara e não ver o procedimento. A dor que, eventualmente, se sente é controlável e as agulhas não são nenhum bicho-papão. Por isso, se ainda não foram doar sangue por estes motivos, do que estão à espera? Aquilo não custa nada e, acreditem, saber que podem salvar a vida de alguém é a maior recompensa. Só espero que o meu sangue possa ser útil! Lembrem-se... um dia podemos ser nós a precisar!

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Lado bom da vida

Depois de escrever o post anterior, fui ver este vídeo, que tem corrido mundo. Uma lição de vida que nos ensina a sermos bons sem reservas, a darmos de nós pelos outros, a entregar-mo-nos ao próximo. Sempre acreditei que o bem que fazemos, recebemos a dobrar. Já fiz muito por pessoas que não mereceram, mas não me arrependo. E, conhecendo-me como me conheço, era capaz de repetir, mesmo sabendo que elas nunca me saberiam agradecer ou acarinhar. Não importa... afinal, faço-o porque me sinto bem com isso, porque me está no coração a vontade e disponibilidade de ajudar os outros. O que eles fazem com isso já é problema deles.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Comer bem - e à borla!

Participei numa actividade recreativa do meu Município, a convite da minha Junta de Freguesia. Não ganhámos... ficámos até muito mal classificados! Mas temos um Presidente para lá de espectacular que nos pagou uma jantarada hoje. Já comi, estou satisfeita e ainda venho a salivar pelas batatas-fritas... nham!
[E pensar eu que não me apetecia nada sair de casa nem jantar fora... croma!]