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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Limpezas

Cada vez que há uma festa cá em casa fazemos uma limpeza "mais a fundo". No que a mim diz respeito, aproveito sempre essas ocasiões para, além de arrumar, limpar e dar uma organização diferente ao quarto, me livrar das muitas tralhas que colecciono.
Jornais, revistas, papelada variada, lembranças de festas, garantias e carregadores de telemóveis que já não existem, roupa que já não uso, CDs virgem, caixas de cartão, marcadores quase no fim mas que ainda pintam; todo um montão de porcarias que vão ficando aqui e ali... a achar que ainda podem vir a ser precisas mas, vai-se a ver, e nunca lhes mexi nem sabia que tinha aquilo guardado.
Depois desta escolha ou, algumas vezes, mudança das coisas de lugar, chego à conclusão que só guardo lixo. A verdade é que aquilo é tudo lixo. Ando sempre a queixar-me da falta de espaço e de ter muito que limpar mas também não sou capaz de me livrar de nada.
Na última limpeza deitei no papelão umas revistas de um museu alemão de comboios que visitei... em 2009. Claro que eu ia mesmo ler um livro de comboios - em alemão! Mas guardei religiosamente aquele catálogo, imaginem-se, como recordação daquelas férias.
Só eu é que sou assim? E porque é que eu não me desfaço logo das tralhas e fico com um espaço mais limpo, mais clean, mais do meu agrado? Não compreendo.

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