Fiz. Faço. Farei.

sábado, 29 de novembro de 2014

da noite de ontem

Talvez a vida seja demasiado curta para atritos com as outras pessoas, para nós na garganta, para silêncios pesados, para confusões sem [grande] razão de ser, para estarmos de costas voltadas com o próximo.
Mas não será também a vida curta demais para nos permitirmos não sermos felizes com quem amamos? Com os que são, verdadeiramente, nossos amigos? Não será também a vida demasiado curta para fazer fretes? Para sorrisos falsos a pessoas que nos são nada? De quem não gostamos?
É isto, não podemos gostar de toda a gente e nem toda a gente precisa de gostar de nós. Esta é a condição humana, só agradamos a alguns. Então sejamos felizes com eles, concentremos todas as nossas energias com estes, que os outros não nos merecem uma vida que é demasiado curta.

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