Fiz. Faço. Farei.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

usa... mas não abusa

Como sabem, eu vivo numa residência. Partilho o quarto com uma amiga mas eu e ela costumamos dizer, com agrado, que este é o quarto do povo. Por tudo e por nada, param aqui mais umas quantas amigas que vêm estudar, comer, conversar, vêm preparar-se quando saímos juntas à noite e até vêm passar o fim-de-semana quando eu me ausento.
Tudo isto porque, como é óbvio, elas são nossas amigas, temos confiança umas com as outras mas, acima de tudo, porque eu e a minha roommate permitimos que elas o façam. Mas, no mínimo, há limites. Diria eu!
Uma coisa é o à-vontade de estarem aqui e de baterem à porta a qualquer hora e por qualquer razão. Outra coisa - que me tira do sério - é entrarem aqui sem baterem à porta! Foi o que acabou de acontecer: uma delas chegou aqui, meteu a mão no puxador e estava preparadíssima para entrar. Assim, de qualquer maneira! O que me vale é que me tranco quando estou sozinha e não quero ser incomodada. Se, por alguma razão, não quisesse ser interrompida, tinha de levar com ela. Mas afinal isto é o quê? O quarto é meu e, ainda assim, eu bato quando quero entrar (não vá a minha colega estar a fazer alguma coisa comprometedora...). E estas meninas pensam que isto é entrar e pronto!

1 comentário:

Janny disse...

tens que lhes dizer que à vontade não é à vontadinha ;)