Fiz. Faço. Farei.

sábado, 27 de julho de 2013

A verdade, verdadinha

Eu queixo-me que o meu pai parece que não acompanhou o meu crescimento e a minha idade. Às vezes, muitas vezes, vê-me como a sua menina, a bebé, a filha linda e que tem que ser protegida dos malvados desta vida. Eu costumo reclamar, sobretudo quando as atitudes dele revelam uma mente fechada e retrógrada, não me permitindo fazer as coisas mais normais e aceitáveis - para os meus 21 anos.
Mas depois... depois ponho-me a pensar que eu, muitas vezes, também sou uma verdadeira menina do papá e só Deus sabe o que me custa estar longe de casa.

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